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FOTOS: O mundo de... Tiago Dias

Os nossos heróis

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A partir de Nairobi, o estudante conta o que faz na maior favela de África. Para financiar a missão, cozinhou para amigos e desconhecidos em sua casa. Veja as fotos

A partir de Nairobi, o estudante conta o que faz na maior favela de África. Para financiar a missão, cozinhou para amigos e desconhecidos em sua casa
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A partir de Nairobi, o estudante conta o que faz na maior favela de África. Para financiar a missão, cozinhou para amigos e desconhecidos em sua casa

«Esta foi a primeira escola que visitei. Vai acolher o programa da semana da saúde e também o Passo Positivo, um projecto que criei»
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«Esta foi a primeira escola que visitei. Vai acolher o programa da semana da saúde e também o Passo Positivo, um projecto que criei»

«Estes programas são destinados a dois mil alunos que não têm assitência médica. São também uma plataforma de prevenção e ensino de regras de higiene»
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«Estes programas são destinados a dois mil alunos que não têm assitência médica. São também uma plataforma de prevenção e ensino de regras de higiene»

«No Facebook, peço que doem três euros, uma quantia que permite fornecer medicação a uma criança durante um ano»
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«No Facebook, peço que doem três euros, uma quantia que permite fornecer medicação a uma criança durante um ano»

«A partida, a 18 de julho, foi um alívio. Passou-me a ansiedade dos últimos dias em Lisboa e ganhei uma energia positiva»
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«A partida, a 18 de julho, foi um alívio. Passou-me a ansiedade dos últimos dias em Lisboa e ganhei uma energia positiva»

«Nesse momento decidi que tinha de dar tudo durante as oito semanas que vou estar no Quénia. Sozinho, estava pronto para fazer o que queria, sem olhar para o que ficou em Portugal»
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«Nesse momento decidi que tinha de dar tudo durante as oito semanas que vou estar no Quénia. Sozinho, estava pronto para fazer o que queria, sem olhar para o que ficou em Portugal»

«Quando fui para a Faculdade não queria ser mais um a alimentar-se de bifes e arroz. Sempre tive curiosidade pela cozinha e gosto pelo convívio com os amigos à volta da mesa»
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«Quando fui para a Faculdade não queria ser mais um a alimentar-se de bifes e arroz. Sempre tive curiosidade pela cozinha e gosto pelo convívio com os amigos à volta da mesa»

«Um dia, eles lembraram-se que eu podia fazer jantares para financiar a missão no Quénia com a Africa Health Care Programme. Nessas Tipicidades Urbanas, pedi cinco euros para cobrir custos e as pessoas acrescentam o que quiserem. Em três meses angariei mil euros, que deram para a viagem e ajudaram à estadia»
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«Um dia, eles lembraram-se que eu podia fazer jantares para financiar a missão no Quénia com a Africa Health Care Programme. Nessas Tipicidades Urbanas, pedi cinco euros para cobrir custos e as pessoas acrescentam o que quiserem. Em três meses angariei mil euros, que deram para a viagem e ajudaram à estadia»

«O meu trabalho desenvolve-se na favela Kibera, a maior de África e a segunda maior do mundo. Vivem aqui 1,8 milhões de pessoas, com elevado indíce de HIV»
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«O meu trabalho desenvolve-se na favela Kibera, a maior de África e a segunda maior do mundo. Vivem aqui 1,8 milhões de pessoas, com elevado indíce de HIV»

«Começo a trabalhar às 8 da manhã e acabo às 5 da tarde, quando escurece e fica mais perigoso. Muitas crianças nunca tinham visto um branco. Somos chamados de mezunga»
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«Começo a trabalhar às 8 da manhã e acabo às 5 da tarde, quando escurece e fica mais perigoso. Muitas crianças nunca tinham visto um branco. Somos chamados de mezunga»

Diz-se um vadio social. Nasceu em Chaves há 26 anos. Vive em Lisboa, onde está a acabar o curso de Ciências Farmacêuticas. Começou a trabalhar em part-time para financiar missões humanitárias, à Indonésia e ao Vietname. É voluntário na Abraço e Liga Portuguesa contra a SIDA
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Diz-se um vadio social. Nasceu em Chaves há 26 anos. Vive em Lisboa, onde está a acabar o curso de Ciências Farmacêuticas. Começou a trabalhar em part-time para financiar missões humanitárias, à Indonésia e ao Vietname. É voluntário na Abraço e Liga Portuguesa contra a SIDA

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