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Economia Social

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Gonçalo Rosa da Silva

A Brisa tem, desde 2007, um projeto de solidariedade que envolve 650 colaboradores

Há cinco anos, os funcionários da Brisa (mais conhecida pelas autoestradas) foram convidados a descontar um euro por mês para uma causa social. Por cada um desses euros, a empresa contribuiria com mais dois, elevando a oferta para três euros.

Até hoje, segundo números fornecidos pela empresa, aderiram 650 funcionários e foram distribuídos 160 mil euros a oito instituições fora dos grandes centros urbanos.

A Associação das Creches de São Vicente de Paulo (Jardim de Infância O Sol); a Associação Humanitária de  Doentes de Parkinson e Alzheimer; o Centro Social e Recreativo de Quimbres; a Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla; a Associação Abrigo; a Casa de Caridade de Nossa Senhora da Conceição (Lar de Idosos de Ponte de Lima), a Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento do Autismo; e o Centro Comunitário e Lar de Terrugem estão entre as entidades beneficiárias do Projeto Ser Solidário.

 "O desafio deste projecto é que, cada colaborador contribua, mensalmente, com, pelo menos, um euro do seu salário, para a constituição de um

fundo anual para doação a instituições de solidariedade social. Ao contributo dos colaboradores a Brisa acresce o dobro do montante", explica Nuno Filipe Sequeira, da Direcção de Investidores, Comunicação e Sustentabilidade da empresa.