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Equipa nacional participa em rali e ajuda a construir escola na Guiné-Bissau

Atualidade

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Uma equipa de portugueses participou no maior rali solidário do mundo e contribuiu para a construção de uma escola rural na Guiné-Bissau

Ao fim de duas semanas de condução intensa, a equipa portuguesa chegou ao destino. Durante o percurso, foram distribuindo diversos bens pelas comunidades com as quais se cruzavam. Casacos, roupa de criança e lápis foram alguns dos objetos oferecidos.

O rali Budapeste-Bamako realiza-se há oito anos e, além de apelar aos espíritos mais aventureiros, tem uma vertente solidária. As equipas participantes recolhem bens durante a fase de preparação para a prova que, depois, são doados nas localidades por onde passam.

Este ano, a organização também angariou fundos para a construção de uma escola na Guiné-Bissau, um dos membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP). A iliteracia no país ronda os 60%.

A equipa portuguesa era formada pelos irmãos André e Bruno Seara Lopes, de 28 e 30 anos, e por Francisco Vieira, 28 anos. Todos são apaixonados pelos ralis, mas as suas profissões estão longe do pó da estrada. André é coordenador de fitness, Bruno é engenheiro de telecomunicações e Francisco dedica-se à robótica industrial.

Apesar das muitas aventuras, com furos, fronteiras arriscadas e sestas em locais impróprios, os portugueses elegeram a entrega de computadores, mochilas, bolas de futebol e tendas ao centro Jovens Por Cristo, em Bissau, como o momento mais importante da viagem.