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Em diálogo com os cidadãos

Ano da Cidadania

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A vice- presidente e comissária da Justiça, Direitos Fundamentais e Cidadania anda num périplo por várias cidades europeias para saber das aspirações de cada país. Depois de Espanha, Áustria, Itália, Suécia, Irlanda e Alemanha, foi a vez de Portugal

 Os próximos meses e anos serão decisivos para o futuro da União Europeia. Desde o Discurso sobre o estado da União, do Presidente da Comissão José Manuel Barroso em setembro, que o debate sobre o futuro da Europa tem ganho força: o final do ano passado, a Comissão apresentou um Plano para uma União Económica e Monetária. E prepara-se para apresentar as suas propostas para uma união política antes das eleições europeias de 2014. 

"Estamos a dar aos cidadãos portugueses a possibilidade única de dizer diretamente aos decisores europeus quais são os seus sonhos e preocupações relativos ao futuro da União Europeia e para o futuro de Portugal na União. Esta é uma nova forma de se fazer política: envolver os cidadãos antes de tomar decisões políticas que têm impacto direto nas suas vidas diárias", declarou a Vice-Presidente Viviane Reding. "A legitimidade democrática é essencial para qualquer agenda política ambiciosa. Pretendo ouvir o que os cidadãos em Portugal têm a dizer sobre o modo como podemos aprender com os erros do passado e o que podemos melhorar no futuro." 

Em janeiro, a Comissão Europeia deu início ao Ano Europeu dos Cidadãos, um ano dedicado aos cidadãos e aos seus direitos. O ano de 2013 marca o vigésimo aniversário da cidadania da UE, introduzida pelo Tratado de Maastricht em 1993, e é também o ano que precede as eleições de 2014 para o Parlamento Europeu. Ao longo do ano, os membros da Comissão participarão em debates com os cidadãos sobre as suas expectativas quanto ao futuro, em Diálogos com os Cidadãos em várias cidades da UE.

Agora, a Vice-Presidente Reding afirmou: "A nossa casa europeia tem de ser construída em conjunto com os cidadãos, não apenas construída e depois perguntar-lhes se querem viver nela. Para construir uma União mais forte e politicamente mais sólida é necessário o envolvimento direto de todos"