Visão Solidária

Siga-nos nas redes

Perfil

Quando a moda alivia a dor de perder o cabelo

VISÃO Solidária

Rita Piteira foi diagnosticada com cancro da mama aos 36 anos. A marca que criou pretende ajudar a devolver a autoestima a quem sofre da doença

Rui Vaz Franco

Uma coleção de turbantes coloridos ajuda a elevar a autoestima das mulheres que perdem o cabelo durante os tratamentos de cancro. Uma parte das vendas reverte para a Associação Laço, que luta contra o cancro da mama

Aos 36 anos, Rita Piteira foi diagnosticada com cancro de mama. Devido aos tratamentos de quimioterapia, acabaria por sofrer uma perda massiva de cabelo que abalou a sua autoestima. A empresária acabaria por reencontrar o seu estilo próprio nos turbantes e lenços que passou a usar na cabeça.

O passo seguinte foi lançar a sua própria coleção de turbantes com a marca B.headstyling. Além de turbantes lisos com várias cores, também existe uma linha mais arrojada com vários padrões. Claro que também podem ser usados por pessoas que não sofrem de perda de cabelo, mas todos estes acessórios foram especialmente pensados para quem tem este problema.

Além de materiais suaves para a pele, os turbantes têm um ligeiro enchimento que os torna ligeiramente mais altos e confortáveis.

A coleção B.Happy foi especialmente pensada para as crianças que também passam pela experiência de ficarem sem cabelo.

A marca associou-se ao Fundo iMM-Laço: A Caminho da Cura, da Associação Laço, que tem como objetivo apoiar projetos de investigação na área do cancro da mama com o objetivo de diminuir a sua incidência. Uma parte das vendar reverte, por isso, para este fundo. O preço base dos turbantes é de €38.

Anualmente, 6 mil mulheres são diagnosticadas com cancro da mama em Portugal.