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Acabar o ano com corridas solidárias

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Nuno Veiga

Multilplicam-se as corridas de S. Silvestre e algumas delas são solidárias

Lusa (com VM)

De acordo com dados recolhidos pela agência Lusa, as três corridas de S. Silvestre agendadas para 31 de dezembro – a exemplo da original, nascida em São Paulo, no Brasil, em 1925 – são a da Amadora, uma das mais antigas (1975) e as da Covilhã e Cidade Falcão, esta em Pinhel, no distrito da Guarda.

Nos 18 distritos do continente, apenas Bragança não possui uma corrida de São Silvestre, tradição que em Portugal começou em 1958, com a São Silvestre da ilha da Madeira, denominada Volta à Cidade do Funchal e a mais antiga do país (57ª edição a 28 de dezembro).

Dois dias antes, a 26 de dezembro, decorre em Monção, Viana do Castelo, uma corrida de São Silvestre que tem a particularidade de começar em Espanha e terminar em Portugal, num percurso de cerca de cinco quilómetros entre Salvaterra do Minho e Monção, atravessando a ponte internacional que liga as duas localidades.

A corrida define-se como “solidária”, já que os participantes, a título de inscrição, entregam alimentos que serão depois distribuídos por bancos alimentares de ambos os lados da fronteira.

A 38.ª corrida de São Silvestre de Coimbra, a segunda mais antiga do país, que se realiza no dia 27, procura nesta edição atingir os 1 500 atletas, disse à agência Lusa fonte do município.

Com uma extensão de cerca de 10 quilómetros, a São Silvestre de Coimbra inicia-se e termina junto ao Pavilhão Multidesportos Mário Mexia, na Praça Heróis do Ultramar, passando pela Baixa de Coimbra.

Por cada inscrição cobrada, a organização doa 50 cêntimos ao Lar "O Girassol", uma instituição particular de solidariedade social que acolhe crianças e jovens numa faixa etária entre os oito e os dezoito anos.