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Lisboa, Sintra e Cascais no top da procura de casas

Imobiliário

Das 16.888 transações asseguradas pela rede Remax em todo o país no terceiro trimestre, uma boa parte é assegurada pelos concelhos da Área Metropolitana de Lisboa. Quem está a comprar tem preferência por apartamentos T2 mas o número de vendas de moradias está a aumentar

A Área Metropolitana de Lisboa está mais ativa que o resto do país, incluindo o Porto, no que diz respeito à dinâmica imobiliária: no terceiro trimestre deste ano a RE/MAX Portugal assegurou um total de 16.888 transações em todo o país, sendo que no top 5 das zonas mais movimentadas surgem Lisboa (13,36%), Sintra, Cascais, Oeiras e Almada com percentagens entre os 6,48% e os 3,48%. Só depois vem o Porto, com 2,65% das transações, um número que também é explicado pelo menor peso de agências e consultores nesta região do país.

Os clientes da RE/MAX procuraram, sobretudo, apartamentos T2, no entanto, e em comparação com o mesmo período do ano passado, registou-se uma ligeira subida (na ordem de 1%) na tipologia T3. A procura por T1 mantém-se praticamente inalterada.

Mas há cada vez mais gente a comprar moradias. Enquanto nos primeiros nove meses de 2018 as moradias representaram 22,41% dos negócios realizados, em 2019 este valor é já de 25,02%, ou seja, mais de um quarto dos negócios.

Nas transações que envolveram moradias, a maior subida registou-se nas de tipologia T2, passando de 17,79% para 21,37%; as moradias T3 representam 40,80% das vendas, enquanto no ano passado tinham um peso de 38,92%.

Portugueses e brasileiros são os principais clientes da RE/MAX, mas o top 10 tem representantes de vários continentes e países como a China, Angola ou EUA.

Em relação aos portugueses, participaram em 83,84% das transações do 3.º Trimestre de 2018, o que equivale a 12.538 operações. Este ano, estiveram envolvidos em 13.635 transações, mas com um peso de 80,77%. Ou seja, apesar de terem participado em mais negócios, o seu peso global diminuiu cerca de 3%.

Os estrangeiros estiveram envolvidos em cerca de 20% dos negócios realizados nos primeiros nove meses do ano. Para além dos brasileiros (6,80% em 2019, 4,89% em 2018), destacam-se, com mais de 1%, franceses e angolanos.

Por acumulado, nos primeiros nove meses do ano a RE/MAX registou 48.552 transações, um crescimento de 7,91% em relação aos três primeiros trimestres de 2018. Este aumento no número de transações verificou-se quer no mercado de compra e venda, quer no de arrendamento, com um incremento de 11,28% e 12,06%, respetivamente.