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Palácio Mendia vai ser hotel Selina

Imobiliário

Grupo israelita investe €13 milhões para reconverter palácio em unidade hoteleira para 'nómadas digitais' e centro de coworking

A cadeia internacional de hotelaria Selina, focada no segmento dos nómadas digitais (viajantes que vivem e trabalham em qualquer lugar do mundo), acaba de investir 13 milhões de euros no Palácio Mendia em Lisboa. O imóvel situado na zona de São Bento será renovado para se transformar num hotel Selina, estando prevista a sua abertura para 2020, com a oferta não só de quartos, mas também de um espaço de coworking, restauração e eventos culturais e musicais que irão acontecer na propriedade. O investimento neste edifício simboliza o maior investimento da marca para 2019, em Portugal.

O investimento global da Selina em Portugal, até à data, encontra-se nos 75 milhões de euros. O objetivo do grupo é atingir os 250 milhões de euros até 2020. Nos próximos quatro anos, o grupo planeia abrir mais de 20 hotéis em Portugal com cerca de 7500 camas. Até ao momento, a marca adquiriu seis propriedades em Portugal: Selina Porto, Selina Secret Garden Lisbon, Selina Ericeira, Selina Vila Nova e Selina Palácio (Palácio Mendia, Lisboa). Estão também prestes a ser adquiridas mais duas propriedades no Gerês e em Peniche.

Em apenas quatro anos, a cadeia acumulou na sua carteira 43 propriedades à volta do mundo, distribuídas por 40 cidades em 13 países da América Central e do Sul e da Europa (Portugal). O Selina Porto foi não só a primeira unidade da marca em Portugal mas a primeira fora das Américas, dando o pontapé de saída na expansão do grupo. Até 2022, o grupo espera ter mais de 54.000 camas a nível global, onde se incluem além das já referenciadas, novas unidades nos Estados Unidos, Polónia, Grécia, Israel, Alemanha, Espanha e Reino Unido.

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