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Obras licenciadas em Lisboa passam de 100 a 1000 milhões em cinco anos

Imobiliário

Jose Carlos Carvalho

Presidente da câmara admite que sobrecarga de processos está a burocratizar o sistema e promete reforço de equipa camarária

Lisboa está no mapa do turismo mundial e dos residentes não habituais, uma 'popularidade' que levou uma autêntica revolução imobiliária da cidade nos anos mais recentes. O valor das obras licenciadas é um dos principais sinais dessa evolução e hoje, o volume global movimentado é dez vezes superior aos processos que entravam na câmara em 2013, um recuo temporal de apenas cinco anos.

Os números foram avançados pelo presidente da câmara, Fernando Medina, na sessão de abertura da VI Semana da Reabilitação Urbana, que decorre em Lisboa até 14 de abril. "Em 2013, a autarquia licenciava por ano 100 milhões de euros, em 2018 foram mais de mil milhões", referiu o autarca, admitindo que a pressão da procura associada a uma redução "em um terço" dos recursos afetos a essas funções camarárias está a levar a atrasos na análise e aprovação de processos de licenciamento.

Para agilizar os processos, o presidente da câmara prometeu que em breve será feita uma "contratação extraordinária de uma equipa de grandes dimensões" que permitirá assegurar não só o fluxo de processos de reabilitação que continuam a dar entrada como dos projetos de raíz que começam a surgir em número crescente.

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