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84% dos clientes da Remax são portugueses

Imobiliário

Joé Carlos Carvalho

Lisboa, Sintra e Oeiras destacam-se a nível nacional junto da rede imobiliária que concentra mais de 300 agências em todo o país. Em 2018 fizeram mais de 62 mil transações

A RE/MAX, que concentra 312 agências em todo o território nacional, fechou o ano de 2018 com um volume de transações na ordem dos 4,36 mil milhões de euros, relativos a 62.287 transações - 79% referem-se a compra e venda de imóveis, o restante é arrendamento.

Os clientes portugueses representam uns expressivos 84% das transações, seguido dos brasileiros (4,67%) que pelo segundo ano consecutivo lidera no segmento dos estrangeiros. Recorde-se que os líderes em 2016 eram os franceses.

Outro dos destaques de 2018 é o incremento na ordem dos 21,5% no número de agentes RE/MAX. “Hoje são já 312 agências RE/MAX e 7.443 agentes, com formação no setor, que garantem uma cada vez maior especialização.”, afirma Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX.

Para 2019, a responsável acredita que há indicadores que impulsionarão o setor e destaca“ a estabilização de preços, maior tranquilidade para o setor e bom mercado para trabalhar a mediação.” Acrescenta também “que o poder económico das famílias portuguesas deverá continuar a mostrar sinais de crescimento, os preços do setor deverão estabilizar e a adesão e concessão de crédito à habitação manter-se-ão inalterados.”

Lisboa, Sintra e Oeiras em alta

Os concelhos de Lisboa, Sintra e Oeiras são aqueles que registaram um maior volume de transações para a RE/MAX em 2018, seguidos dos de Cascais, Almada e Porto.Os apartamentos T2, T3 e T1 em Lisboa, Sintra e Oeiras lideram o volume de transações da rede imobiliária.

Na análise a 2018, os dados RE/MAX mostram ainda que a tipologia de imóvel mais escolhida por clientes em território nacional continua a ser os apartamentos, representando 62% do volume de transações imobiliárias efetuadas. As tipologias que mais se destacaram foram as de três, quatro e duas assoalhadas, T2, T3 e T1 respetivamente, as preferidas de inquilinos e compradores nacionais, com 45%, 31% e 17% do total registado nesse período.

Em 2018 os terrenos foram a tipologia de imóvel que registou mais crescimento, face a 2017, registando um incremento na ordem dos 17,7 pontos percentuais, assumindo no último ano, 5% das preferências dos investidores. Por outro lado, as moradias continuam a ser a segunda tipologia favorita, a seguir aos apartamentos, tal como em igual período do ano passado.