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15 anos a crescer e a diversificar

Imobiliário

A celebrar 15 anos de existência, a Quintela e Penalva – Real Estate tem novidades: renovou a imagem, está a abrir escritório em Oeiras, criou novos departamentos especializados para servir as necessidades dos clientes.

Carlos Penalva e Francisco Quintela, os dois sócios-fundadores da Quintela e Penalva, fazem um balanço positivo de uma década e meia de desafios e asseguram que estão no mercado para ficar: “Não estamos para correr 100 metros obstáculos, estamos aqui para correr a maratona”.

Esta imobiliária 100% portuguesa começou em 2004 apenas com os dois sócios e hoje já conta com quatro escritórios e cerca de 80 colaboradores distribuídos por vários departamentos especializados, como o Departamento de Vendas, de Investimento, de Empreendimentos, Internacional, entre outros. Sendo que as novidades são a criação dos departamentos de Arrendamentos e de Concierge e Relocation, dois serviços de excelência que lhe permite posicionar-se no mercado residencial prime.

A oferta diversificada de serviços, aliada a uma “constante análise de tendências de mercado, mantendo uma estrutura ágil que potencia tornar as ameaças em oportunidades”, são, segundo os sócios, os segredos do sucesso da Quintela e Penalva – Real Estate. “Isto aliado a trabalho, dedicação, o que chamamos ‘vestir a camisola’ e, acima de tudo, a forma como tratamos os clientes. Nunca esquecemos que este negócio é feito de pessoas para pessoas e, no fim, vende-se algo que não é apenas um imóvel, mas um projeto de vida”, explicam.

A empresa prepara-se para abrir novos escritórios em Oeiras, num claro reforço a uma zona que tem vindo a crescer em procura. “A pressão sobre a procura, faz com que os stocks de imóveis disponíveis diminuam nos centros históricos e o valor dos mesmos levem a uma subida generalizada de preços. Outras localizações entraram no radar tanto dos portugueses como dos investidores internacionais tendo como principais indicadores uma subida dos preços em Lisboa, Cascais e Oeiras no período homólogo de 18,6%, 24,9% e 16,7%, respetivamente”, justificam Francisco Quintela e Carlos Penalva.