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Nova Iorque no top das mais procuradas pelas tecnológicas

Imobiliário

STAN HONDA/ Getty Images

Estudo da Savills revela cidades com maior procura pelas empresas

Nova Iorque é o mais mediático centro mundial para a tecnologia, e graças a um conjunto de fatores onde se conta o ambiente empresarial, os recursos qualificados e uma boa rede de transportes é hoje “a primeira localização base para muitas empresas”. A conclusão vem no 3º estudo da “Tech Cities” – programa de estudos global da consultora imobiliária internacional Savills, Depois de Nova Iorque surge São Francisco, Londres, Amesterdão e Boston, completando o top 5 mundial.

O estudo da Savills analisa o que torna uma Tech City bem-sucedida, tendo em conta 100 métricas individuais, abrangendo fatores como o número de dias necessários para começar um negócio até ao custo de um café com leite, agrupando-se em 6 categorias: ambiente empresarial, ambiente tecnológico, city buzz & wellness, “talent pool”, custos de imobiliário e mobilidade.

O Departamento de pesquisa da Savills Portugal revela que embora a cidade de Lisboa não integre ainda este ranking, assume-se como uma das cidades do Sul da Europa com mais potencial num futuro próximo para entrar na corrida.

Comparada no passado pelo Financial Times com São Francisco e apelidada de Nova Berlim, “Lisboa assume-se atualmente como um ecossistema empreendedor, como uma das cidades mais amigáveis para startups e que oferece um dos mais elevados níveis de qualidade de vida da Europa. A capacidade de atração de investimento internacional e a sua capacidade de atração e implementação de Business Shared Services (a par com a cidade do Porto) torna-a um target com elevado potencial para empresas ligadas às áreas de tecnologia da informação e comunicação. A adicionar, temos também um elevado nível de segurança e excelência de recursos humanos”, sublinha a Savills.

Já no fator de Venture Capital e de acordo com a plataforma Transactional Track Record (TTR), em Portugal no ano 2018 foram realizados 35 investimentos que representaram 457 milhões de euros até Outubro de 2018, aplicados em empresas de Tecnologia, Internet, Turismo, Hotéis e Restaurantes.