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VISÃO Motores - Hyundai i20

Ágil e fácil de conduzir! O Hyundai i20 tem como principais rivais o Chevrolet Aveo, o Mitsubishi Colt, Suzuki Splash e o Opel Agila.

O Hyundai i20 revelou-se um bom companheiro para as voltas na cidade e mesmo para algumas viagens em auto-estrada. O novo citadino da marca sul-coreana está à venda, numa primeira fase, com versões exclusivamente de cinco portas. A mais acessível é a equipada com o motor a gasolina 1.2 de 78 CV, com o nível de equipamento Classic, que vale 12.656 euros (versão que já oferece o ar condicionado). Como alternativa temos o bloco a gasolina 1.4 de 100 CV, associado em exclusivo a uma caixa automática de quatro velocidades.


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No caso das versões diesel existem igualmente duas opções. O motor 1.4 CRDi com 75 CV ou 90 CV. O Hyundai i20 que conduzimos estava equipado com o motor diesel mais potente, custa 19.956 euros.


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Quando entrei a bordo estranhei inicialmente a posição de condução elevada e senti alguma dificuldade em conseguir encontrar a posição de condução ideal. No interior do habitáculo fiquei desde logo impressionado com o espaço disponível. Podem viajar quatro adultos sem dificuldade, desde que as viagens não sejam muito longas. O espaço para as pernas é muito aceitável, e existem diversos locais para arrumar a carteira, o telemóvel ou colocar uma garrafa de água. Quando abrimos a bagageira nova surpresa, a mala tem uma capacidade de 295 litros o que permite levar duas malas de dimensão média e partir para férias.


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A qualidade dos materiais e dos plásticos utilizados estão de acordo com o que encontramos no segmento. Não existem grandes luxos mas funciona tudo bem. O sistema de rádio é prático e fácil de utilizar, os espelhos regulam-se facilmente, os comandos e funcionalidades estão nos locais certos.


O bloco 1.4 CRDi é muito agradável de conduzir e permite consumos aceitáveis. Claro que se estamos com pressa, e abusamos do acelerador, o ponteiro não perdoa e começa a "praticar queda livre". De qualquer forma, consegui médias de 6,5 litros para percorrer 100 quilómetros respeitando os limites de velocidade. O motor 1.4 CRDi possui sistema de injecção "common rail" variável que permite uma condução relativamente descontraída. Acompanhado por uma caixa de cinco velocidades ajustada.


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Ao volante da versão diesel consegui resolver diversas situações de trânsito recorrendo apenas ao acelerador. O comportamento está de acordo com o que podemos esperar de um carro com estas características. Não convém abusar nas curvas para lá dos 130 km/h, altura em que começamos a conduzir muito "pendurados" no volante. Não há milagres! A carroçaria relativamente elevada começa a adornar e o Hyundai i20 avisa-nos: "Não te estiques rapaz!". É pena que o controlo de tracção e de estabilidade seja um opcional nesta versão. O ESP surge de série apenas na versão 1.2 Style a gasolina. A velocidade máxima oficial divulgada pela marca é de 171 km/h. O binário máximo de 220 Nm é atingido às 1.750 rotações por minuto.


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Para terminar recordo que o Hyundai i20 conquistou a pontuação máxima de cinco estrelas nos exigentes testes de segurança do Euro NCAP. Os testes de colisão desta instituição foram evoluindo ao longos dos anos, actualmente analisam as deformações dos automóveis em caso de colisão frontal, a protecção dos ocupantes adultos e crianças, a protecção dos peões e, desde o início de 2009, avalia também a influência e o beneficio que os sistemas de auxilio à segurança (ASP, EDB, ABS, etc.) têm na segurança de cada carro.