"Abandonámos o centro de saúde por uma questão de precaução", disse à agência Lusa uma funcionária, que, juntamente com outras, está concentrada no Largo da Achada.

No mesmo local, populares tentam evitar a propagação das chamas ao edifício do centro de saúde e à capela de São José, onde nas traseiras funciona a escola.

Munidos de mangueiras, baldes e alguidares, moradores, com a ajuda da polícia, tentam poupar casas particulares que se encontram nas mediações.

Populares distribuem máscaras e água às pessoas que estão a tentar evitar a propagação das chamas.

O fogo passou a estrada Via Expresso, ameaçando agora o espaço central da vila.

Os moradores estão apreensivos com a situação e alguns choram, enquanto as crianças brincam no parque infantil do Largo.

São Silva, de 48 anos, está em pânico: "Não sei o que se passou com a minha casa, não me deixam passar para baixo", relatou à agência Lusa, referindo que o fogo "chegou à vila, mas os bombeiros estão noutros locais".