Na Portimão Arena atuaram hoje Cuca Roseta e Ana Moura e, no sábado, Carminho e Carlos do Carmo, sempre às 22h00.

Paralelamente, também na Arena, a partir das 18h00, abrem "tasquinhas" e há "fado vadio", segundo um comunicado da organização. Este segundo palco do Festival estará aberto, nos dois dias, até às 02:00 do dia seguinte.

A esta iniciativa aderiram a Tasca do Chico, a Tasca da Madragoa e a Mesa de Frades, todas de Lisboa, e a Cervejaria Lúcio, de Portimão.

Segundo um comunicado, haverá "uma oferta gastronómica especial, onde é possível petiscar magníficas iguarias da cozinha portuguesa ao ritmo do fado vadio".

O produtor do festival Carlos Veloso acrescenta que "Em Portugal faz-se festival de tanta coisa e não há um de fado, tanto mais numa região onde não é possível ouvi-lo com a mesma frequência que em Lisboa e até pelos turistas, nomeadamente nórdicos, que continuam a marcar presença no barlavento algarvio".

O Festival, orçado em 300 mil euros, conta "com o grande apoio logístico da Câmara de Portimão", disse o produtor.

Carlos Veloso sublinhou que "é cada vez mais difícil serem as autarquias a suportarem todos estes custos e cabe à iniciativa privada arriscar".

O Festival de Fado integra-se nas celebrações do 83.º aniversário da elevação de Vila Nova de Portimão a cidade que se comemora no domingo.