"O terrorismo permanece a nossa principal preocupação, mas num futuro não muito distante antecipamos que a ciberameaça representará o maior perigo para o nosso país", afirmou Robert Mueller em São Francisco.

"Atualmente, os terroristas não usaram a Internet para lançar um ataque a larga escala, mas não podemos subestimar as suas intenções", avisou o diretor do FBI.

Depois do ataque do 11 de setembro, o FBI investiu na formação de  forças de combate ao terrorismo, a par com outras agências governamentais, ramos militares e organizações de autoridade local.

O FBI possui mil agentes e analistas dedicados ao crime pela Internet, de acordo com Mueller.