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Cindy Crawford: “A minha relação com a Omega pode durar enquanto ambas quisermos”

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A mais antiga embaixadora da marca de luxo esteve em Lisboa onde se mostrou disponível para continuar a dar cara pela OMEGA, tal como já faz toda a sua família

Aos 53 anos, Cindy Crawford continua a encher a sala assim que entra. Foi uma das primeiras supermodelos mundiais e hoje dedica-se a maior parte do seu tempo à família e a atividades filantrópicas, para além de ainda gerir a sua imagem e os negócios que foi criando ao longo da vida. Esteve em Lisboa a convite da Omega, para se encontrar com alguns jornalistas na nova boutique da marca, em plena Avenida da Liberdade, em Lisboa.

Crawford é a mais antiga embaixadora da Omega, representando a casa suíça há 20 anos. A relação tem corrido tão bem que entretanto a marca já chamou toda a família Gerber para se juntar a esta missão: também Rande Gerber, o marido de Cindy Crawford e os filhos Kaia e Presley são, desde 2017, rostos da marca.

“Eu comecei a trabalhar com a Omega quando ainda era modelo, fazia capas todos os dias, desfilava...Uma das melhores coisas desta minha relação com a marca é que eu fui evoluindo, fui ficando mais venda e eles não esperaram que ainda fosse a jovem mulher que era no início”, diz Crawford respondendo a uma pergunta da EXAME. “Deram-me mais oportunidades para fazer filantropia. Deixaram-me levar a minha filha até ao Peru, para estarmos com médicos voluntário que dão do seu tempo para fazer cirurgias oftalmológicas a pessoas que, de outra forma, não teriam acesso a elas…” elenca a antiga supermodelo. “Adoro trabalhar com uma empresa que funciona assim. E portanto, sinto que esta nossa relação pode durar tanto quanto ambas quisermos, porque não é algo estagnado. A OMEGA não está a usar-me apenas como modelo. Reconhece que sou uma mulher e que agora sou mãe”, aplaude Cindy Crawford.

Na mesma ocasião, a embaixadora da Omega falou ainda da importância dos valores da marca com os quais mais se identifica: “legado, qualidade e a ideia de intemporalidade. Claro que um relógio é sobre ver as horas, mas há algo que tem a ver intemporalidade. Gosto de ser associada a todos estes valores”.

Cindy Crawford teve, também, a oportunidade de “ter uma ínfima participação” no redesenho da coleção ‘Constellation’, pelo que a aponta como aquela a que se sente mais ligada. Mas além disso, congratula a Omega por conseguir sempre dar resposta às suas necessidades ou estados de espírito: relógios com diamantes para uma ocasião mais elegante, edições desportivas para os dias mais descontraídos, opções mais discretas para quando só quer um apontamento. Com o surgimento dos telemóveis “ninguém precisa de um relógio para ver as horas”, nota. “Portanto, é bom que seja uma peça que nos faça sentir bem”, rematou bem-humorada.

A primeira boutique OMEGA no País abriu no final do ano passado e alberga aquela que é a maior coleção de relógios da marca do país: são cerca de 250 exemplares.