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Os 20 anos do euro na EXAME de fevereiro

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A edição de fevereiro da EXAME já está nas bancas, com destaque para o trabalho de capa, dedicado aos 20 anos da Zona Euro. Uma reflexão sobre aquilo que ganhámos e perdemos com duas décadas de moeda única.

Nuno Aguiar

Nuno Aguiar

Jornalista

A 1 de janeiro de 2019, o euro soprou 20 velas de aniversário. A moeda única faz parte da vida dos portugueses há duas décadas e esta é uma boa oportunidade para fazer um balanço dos seus resultados económicos. A EXAME de fevereiro dedica um dossier ao impacto do euro em Portugal, explicando aquilo que ganhámos, mas também o que perdemos com a entrada na Zona Euro. Falámos com o presidente do Eurogrupo, três ex-governantes que assistiram à criação da moeda única e 5 eurodeputados portugueses para nos ajudar a analisar estes 20 anos. A desilusão do diagnóstico económico contrasta com uma popularidade elevadíssima entre a população portuguesa. Para o futuro, é fundamental que as debilidades de arquitetura da moeda única sejam resolvidas, sob pena de o projeto de integração europeia começar a desabar.

Nesta edição, a EXAME dedica também bastante atenção ao setor hoteleiro nacional. Numa altura de euforia no turismo, fomos falar com os alguns dos maiores empresários da área para perceber como estão a lidar com este boom e que obstáculos os deixam mais preocupados em relação ao futuro: Brexit e novo aeroporto de Lisboa estão no topo da lista.

Do outro lado do Atlântico, Jair Bolsonaro tomou posse como Presidente do Brasil no arranque do ano e começam a chegar indicações sobre o que pretende fazer na economia, adotando o programa mais liberal de sempre na História do país, coordenado pelo super-ministro Paulo Guedes. A EXAME diz-lhe quem fará parte do Governo Bolsonaro e que medidas deverão ser aplicadas nos próximos anos. Procurou também saber o que esperam os empresários portugueses, com poucos deles a aceitarem ser citados. Aqueles que quiseram falar connosco, não esperam que a sua atividade seja prejudicada.

A EXAME deste mês também entrevistou Pedro Conceição. Talvez nunca tenha ouvido falar do nome, mas ele é desde 1 de janeiro o responsável pelo Relatório do Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o que significa que é nas mãos dele que está a busca de melhores formas de medir o bem-estar das populações. Portugal é, neste momento, o 41º numa lista com 189 países no Índice de Desenvolvimento Humano.