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Sensei: Três empreendedores que querem mudar o mundo... do retalho

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\302\251Arlindo Camacho

Não inventaram a roda no setor mas introduziram novas peças na engrenagem que fazem toda a diferença. A Sensei pôs a Inteligência Artificial ao serviço das lojas que querem oferecer a melhor experiência ao consumidor

Tiago Freire

Tiago Freire

DIRETOR DA EXAME

Sensei é, na língua japonesa, “aquele que nasceu antes”, que é mais antigo e sábio. A palavra é usada também para referir alguém que se destaca na sua área profissional, que está à frente do seu tempo, e que antecipa conhecimento ou tendências. Significado que descreve na perfeição a missão da Sensei, a startup portuguesa que, em pouco mais de seis meses, conquistou a confiança de grandes grupos de retalho nacionais e internacionais com a sua solução tecnológica, que ajuda a conhecer o comportamento dos consumidores, acaba com as ineficiências nas lojas e transforma um conjunto de dados informáticos em conhecimento verdadeiramente útil.

Agora que acaba de ser anunciado que a Sensei captou um investimento de meio milhão de euros de Sonae, Metro Group e Techstars, pode conhecer em profundidade toda a história de como o projeto nasceu, na edição de Março da revista EXAME, que chega esta quarta-feira às bancas.