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Penso, logo lucro? Silicon Valley está à procura de filósofos

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Gonçalo Viana

Gerir o pensamento exige o mesmo que gerir uma empresa? Pense duas vezes. Ou três..., as necessárias. Dos Estados Unidos à Suíça, é isto que muitos empresários estão a fazer: levar as perguntas da filosofia às organizações.

Rute Barbedo (Texto) e Gonçalo Viana (ilustração)

Há 20 anos, o escritor americano Tom Morris saiu-se com esta: e se Aristóteles fosse o administrador da General Motors? A pergunta migrou, em jeito de hipótese, para o título de um dos livros de gestão mais vendidos nos Estados Unidos. Hoje, na busca da felicidade ou da inovação – num mundo em que quem não fizer a diferença pode ser engolido pelo ‘vizinho’, que opera a nove mil quilómetros de distância –, a filosofia faz parte de empresas como a Google, a Microsoft ou o Facebook. Tudo porque é preciso questionar. Seja em consultoria externa ou numa sala de engenheiros. “E se fosse de outra maneira?” é a pergunta que salta à cabeça dos vanguardistas.

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