Lisboa, 09 ago (Lusa) -- O presidente da Estradas de Portugal (EP) disse hoje que se as Parcerias Público Privadas rodoviárias não fossem renegociadas, o endividamento cresceria 600 milhões de euros por ano, chegando aos 14 mil milhões em 2020.

Em entrevista à SIC Notícias, António Ramalho anunciou a conclusão da segunda renegociação de PPP rodoviárias - no caso, da subconcessão da autoestrada transmontana, na ligação do Porto a Bragança -, referindo que estes acordos são imprescindíveis para diminuir o endividamento.

Sem as renegociações, o endividamento "cresceria qualquer coisa como 600 milhões de euros por ano até 2014", afirmou António Ramalho, admitindo que, em 2020, o valor atingisse os 14 mil milhões de euros, o que representa cerca de 10 por cento do PIB português.