Dois médicos, cinco delegados de informação médica, dois armazenistas e uma pessoas que fazia a ligação entre os elementos do grupo são os 10 detidos hoje numa investigação sobre fraudes no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Fonte ligada ao processo adiantou à agência Lusa que o esquema de fraude e falsificação de documentos envolvia um sistema em que médicos prescreviam medicamentos, através de listagemns do SNS, com as receitas a serem entregues a farmácias, onde os medicamentos comparticipados pelo Estado português eram levantados para seguirem, não para os doentes cujos nomes constavam das receitas, mas para exportação.

Segundo a mesma fonte, os medicamentos iam para exportação depois de se dar baixa nas farmácias com a correspondente comparticipação do Estado português.