"Numa situação de crise, em que cada vez mais estamos a ser afetados nas nossas condições sociais, é de todo legítima a luta pelos direitos de todas as classes", disse à Lusa Rosa Silva, enquanto aguardava pela sua vez para ser atendida no hospital do Barlavento, em Portimão, onde foram adiadas algumas cirurgias programadas e consultas de várias especialidades.

A norte, no centro de saúde de Bragança, e numa extensão de saúde do interior da Guarda, os médicos costumam avisar se fazem greve e por isso as surpresas são menores. Quem sabia que tinha médico, foi à consulta.