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Ao volante do Fiat Panda

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O Fiat Panda é um citadino por excelência. A primeira geração foi produzida praticamente sem pausas, com pequenas alterações, entre 1980 e 2003. Conduzimos a nova geração de um carro simpático e que está à venda por um preço acessível

MÁSCARA, CAOS E SILÊNCIO - É a primeira sensação e uma espécie de passaporte para uma nova realidade: o momento em que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se confunde com a esperança que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se
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MÁSCARA, CAOS E SILÊNCIO - É a primeira sensação e uma espécie de passaporte para uma nova realidade: o momento em que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se confunde com a esperança que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se

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MÁSCARA, CAOS E SILÊNCIO - É a primeira sensação e uma espécie de passaporte para uma nova realidade: o momento em que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se confunde com a esperança que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se
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MÁSCARA, CAOS E SILÊNCIO - É a primeira sensação e uma espécie de passaporte para uma nova realidade: o momento em que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se confunde com a esperança que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se

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O Fiat Panda é um citadino por excelência. A primeira geração foi produzida praticamente sem pausas, com pequenas alterações, entre 1980 e 2003. O segundo modelo, lançado em 2003 foi considerado o Carro Europeu do Ano em 2004. 

Escolhi o Panda para o ensaio desta semana por diferentes razões. O momento atual da economia portuguesa e o fraco poder de compra da maioria dos portugueses deixa pouca margem para adquirir carro novo. O mercado de usados vive igualmente dias difíceis. A verdade é que comprar um automóvel com um preço superior a 25 mil euros é, nos dias que correm, quase um luxo.

Os responsáveis das diferentes marcas presentes no nosso país estão preocupados. Tenho conversado com várias pessoas da área comercial e não só. Os números são demolidores, nos primeiros sete meses de 2012, comparando com 2011, o mercado de passageiros encolheu 41%. Quatro em cada seis pedidos de crédito são recusados. A produção automóvel em Agosto caiu para os 56,2 por cento. É neste contexto que os automóveis citadinos e utilitários ganham expressão. O dinheiro que temos na carteira é diretamente proporcional ao automóvel que escolhemos.

No segmento do Fiat Panda, olhando para os carros até 12 mil euros, os líderes de vendas nos últimos meses são automóveis como o Citroën C1, Smart Fortwo, Kia Picanto, Chevrolet Spark, Peugeot 107, e, o nosso convidado Fiat Panda. Logo a seguir encontramos utilitários como o Renault Clio, Kia Rio, Ford Fiesta, Fiat Punto, Opel Corsa, Mazda 2, Toyota Yaris, Seat Ibiza, VW Polo, isto, para referir apenas alguns dos carros mais vendidos até 15 mil euros.

O Panda é o carro mais barato da Fiat. Proposto com carroçaria de cinco portas, o modelo mede 368 centímetros de comprimento, 167 de largura e 160 de altura. A distância entre eixos é de 230 cm, medindo o eixo dianteiro 141 centímetros e o traseiro 140. 

O carro que vê nas imagens é alimentado por um motor 1.2 a gasolina de 69 CV de potência, o nível de equipamento é o Longue, custa 12 mil euros.

É importante referir que por 11.732 euros é possível optar pelo Panda Bi-Fuel, sem dúvida uma opção a considerar.

O preço dos combustíveis continua a subir todas as semanas. Uma espiral de loucura rumo ao abismo, ninguém parece ser capaz de colocar o pé no travão.

Na minha opinião, os portugueses vão demorar algum tempo a escolher os carros elétricos como primeira opção. Até Junho foram vendidos apenas 49 automóveis elétricos. O GPL é uma excelente opção, nesta fase, isto enquanto o Governo não penalizar este combustível. 

O Fiat Panda conquista pela facilidade de utilização. É um automóvel funcional, prático. É excelente para conduzir na cidade, permite-nos igualmente fazer uma viagem relativamente descontraída em auto-estrada. Para ajudar a estacionar e a efetuar manobras em locais apertados, o Panda oferece o modo CITY que torna a direção mais leve. O motor 1.2 a gasolina de 69 CV é relativamente económico, consegui fazer consumos médios de 6.2 litros para percorrer 100 quilómetros.

A posição de condução do Fiat Panda é elevada. O banco do condutor não tem grande amplitude de regulação, de qualquer forma, a visibilidade perante a estrada é boa. O Panda é ágil e divertido de conduzir.

No equipamento de série temos o ar condicionado de comando manual, rádio com leitor de CD/MP3 e apoios de cabeça traseiros. O controlo de estabilidade - ESP - custa mais 500 euros.

O Panda é um automóvel citadino que surpreende pelo espaço interior, encontramos imensos locais para guardar objetos. Contei 14 pequenos espaços. No meu caso, gosto de ter sítios para colocar os óculos escuros, a carteira, o telemóvel, etc., sem andar tudo a cair para o chão.

Nos lugares traseiros há espaço suficiente para transportar dois adultos. O porta bagagens tem capacidade para 225 litros, é suficiente para levar as malas para o fim-de-semana ou ir de férias, desde que não pretenda levar a casa toda atrás.

A marca italiana confirmou que o novo Panda 4x4 é apresentado no final do mês de Setembro no Salão Internacional do Automóvel de Paris.

O Fiat Panda 1.2 a gasolina, 69 CV de potência, com o nível de equipamento Lounge custa 12 mil euros.