Visão

Siga-nos nas redes

Perfil

Margarida Rebelo Pinto

Margarida Rebelo Pinto

Margarida Rebelo Pinto é uma das mais famosas escritoras nacionais, com 26 livros publicados, 16 dos quais romances, e com mais de um milhão de exemplares vendidos numa carreira de 30 anos. Margarida decidiu que ia ser cronista quando tinha apenas 10 anos e leu As Farpas e os textos de Manuel Portugal no Tempo. Publicou a sua primeira crónica no primeiro número d’ O Independente, como cronista-mistério: chamava-se Miss X 22, a sua idade à época. Gosta de comida japonesa, de ir ao ginásio cinco vezes por semana e é viciada em sms. Escreve na visão.pt sobre sexo, amor e bom senso, com uma pitada de flor de sal. Porque a vida sem sal não tem graça nenhuma…

  • #EUSONAMORO

    Aproveitem este verão atípico e quase bipolar, a mudança da lua, a ameaça das alterações climáticas no planeta, a greve dos motoristas de matérias perigosas, inspirem-se naquilo que mais alento vos der, mas façam uma inflexão na vossa vida, corrijam a rota e alterem o vosso modus operandi para voltarem a namorar. Margarida Rebelo Pinto, em mais um Flor de Sal

  • Partir os pratos sem ninguém ver

    Fiquei fascinada. Há vinte anos era impensável ouvir duas mulheres a discutir técnicas de sexo oral num local público da moda. Duas executivas, vestidas com roupa de marca e apetrechadas com malas de monogramas mais ou menos visíveis, no intervalo do almoço, entre duas reuniões, ou dois contratos importantes. Margarida Rebelo Pinto ouviu uma conversa inesperada e partiu daí para mais esta crónica do Flor de Sal

  • Exercícios de empatia

    Deckard abraça a sua paixão, Roy, mesmo sendo androide, abraça a morte. E nós, quem é que abraçamos todos os dias? Será que damos todos os abraços que podemos dar ou nos esquecemos deles? Está cientificamente provado que um abraço com a duração de 20 segundos liberta no organismo uma dose de oxitocina cujo efeito se prolonga durante 24 horas. Margarida Rebelo Pinto reflete sobre as lições humanas de Blade Runner, a propósito da morte de Rugter Hauer

  • Cortas-me o bife, querida?

    Ao passar ao lado de uma mesa onde estavam dois casais, reconheci um gestor de sucesso da nossa praça. A mulher dele estava a passar-lhe o prato com o bife cortado aos bocadinhos. Margarida Rebelo Pinto pega num episódio a que assistiu para fazer uma reflexão sobre relações

  • A força da vontade

    "A menina coxa escapou às malhas do destino que a mentalidade fechada da aldeia onde nasceu a quis condenar. A égua foi a sua primeira aliada, a sua melhor amiga e a sua grande referência na vida. É das pessoas mais felizes que conheci na vida". Uma história de superação contada por Margarida Rebelo Pinto no Flor de Sal desta semana

  • Erotismo e virtude

    O namoro consiste em um homem andar atrás de uma mulher até ela o apanhar. A frase não e minha, foi parar à rede dos meus caderninhos de notas há uns anos. Não registei a fonte, mas sei que era um escritor. Achei graça e vou usando ao sabor da corrente e da vida, porque considero que que é muito sábia e que está muito certa

  • Casos sérios

    Se for só atração física, o prazer, ao consumá-la, irá consumi-la. Se for só um entusiasmo, a passagem do tempo irá apagá-la. Se for um impulso num momento de carência, a abundância irá torná-la irrelevante. Mas se reunir desejo físico, emoção profunda, admiração intelectual, valores irmãos e um conjunto de interesses em comum, o caso pode tornar-se muito sério, avisa Margarida Rebelo Pinto no Flor de Sal desta semana

  • Tinderellos e Tinderellas

    No fundo, reflete Margarida Rebelo Pinto no Flor de Sal desta semana, o Tinder "é como em tudo na vida, vai de um extremo ao outro: poetas, bailarinos, empresários, músicos, tímidos, malandros, massagistas, divertidos, diletantes, encostados, chulos semi-profissionais, parvos, totós, predadores, pescadores - de pargos e de sereias - advogados, professores, desportistas"

  • A Lua não é aqui

    Entre o desejo de conquista e a vontade de construir algo a dois, a distância é hoje em dia cada vez maior. Talvez tão grande e tão utópica como a ida à Lua em 1969. O que se está a passar na cabeça dos homens e das mulheres? O que se passa é que anda tudo um bocado no mundo da lua. Margarida Rebelo Pinto, no Flor de Sal desta semana