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Perfil

Margarida Rebelo Pinto

Margarida Rebelo Pinto

Margarida Rebelo Pinto é uma das mais famosas escritoras nacionais, com 26 livros publicados, 16 dos quais romances, e com mais de um milhão de exemplares vendidos numa carreira de 30 anos. Margarida decidiu que ia ser cronista quando tinha apenas 10 anos e leu As Farpas e os textos de Manuel Portugal no Tempo. Publicou a sua primeira crónica no primeiro número d’ O Independente, como cronista-mistério: chamava-se Miss X 22, a sua idade à época. Gosta de comida japonesa, de ir ao ginásio cinco vezes por semana e é viciada em sms. Escreve na visão.pt sobre sexo, amor e bom senso, com uma pitada de flor de sal. Porque a vida sem sal não tem graça nenhuma…

  • E de repente

    "Esta não é uma crónica para as pessoas se rirem com tiradas de humor mordaz, é uma crónica para pensarem na vida", avisa Margarida Rebelo Pinto, no Flor de Sal desta semana

  • Passa a manteiga

    As pessoas têm uma D.R. como quem um ataque de tosse, ou apanhou um pifo. Uma D.R. apanha-se no ar como um vírus, é uma coisa que se dá entre casais, um ato com vida própria, nem sempre com um final feliz, nem sequer com um final, seja ele qual for. Margarida Rebelo Pinto explica aos portugueses o que é, para que serve e as vantagens de uma D.R., explicação que nenhum brasileiro certamente precisa... No Flor de Sal desta semana

  • O prazer é todo seu

    Quem não leva o prazer a sério, perde uma das fatias mais saborosas de existência. Quando me refiro a prazer, não estou apenas a falar do sexual, estou a referir-me ao sensorial, lattu sensu. Às vezes, basta um beijo no pescoço ou o passear da ponta dos dedos ao de leve pela curva da anca para nos acender as luzes todas. Não é preciso fazer muito, é preciso fazer bem. Margarida Rebelo Pinto no Flor de Sal desta semana

  • Como era o Amor no 25 de Abril

    O amor no tempo do 25 de Abril talvez fosse vivido com algum medo por causa do peso terrífico da moral salazarista que Marcelo Caetano tentou perpetuar. Mas esse medo de mudança, essa resistência a tudo o que é novo, diferente, e que desafia a moral vigente e aquilo que parece bem, ainda se sente na sociedade portuguesa. Existe uma tentativa de modernidade, mas quando chega a hora da verdade, cada um só é moderno para aquilo que lhe interessa, mantendo o espírito conservador para o que mais lhe convém. Margarida Rebelo Pinto, no Flor de Sal

  • O Homem Pastel de Nata

    As mulheres que perpetuam o papel de mãezinhas são as principais culpadas pelo não-crescimento destes eternos meninos da mamã, que uma vez lançados ao mundo, começam a esbracejar no pastel de nata assim que são obrigados a tomar decisões. A crónica de Margarida Rebelo Pinto

  • Elogio do pau santo

    Esta semana, Margarida Rebelo Pinto escreve sobre o "pau santo": Um pau santo é um pau sossegado, que não anda à procura de aventuras, que é feliz com o que tem, que por norma não trai nem mente, não porque não sofra de tentações como qualquer ser humano, mas porque prefere viver em paz"

  • Fé, foco, força e o resto

    Na ausência de uma relação plena, que nos dê ao mesmo tempo paixão e carinho, respeito e tesão, amor e sexo, aventura e segurança, existe uma tendência para acumular pessoas e diversificar afetos, confundindo amizade com desejo, desejo com carência, carência com atração e atração com paixão, misturando o importante com o urgente, o rápido com o fácil, a água com o vinho

  • Os filhos da mãe

    "Está tudo doido? Voltámos à idade medieval em que era prática comum comprar escravas no mercado, despojos de guerras perdidas?" Esta semana, Margarida Rebelo Pinto escreve sobre os recém-estreados programas Quem quer namorar com um agricultor e Quem quer casar com o meu filho na sua coluna sobre sexo, amor e bom senso no site da VISÃO