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Perfil

José Brissos-Lino

José Brissos-Lino

Doutorado em Psicologia e Especialista em Ciência das Religiões; Diretor do Mestrado em Ciência das Religiões na Universidade Lusófona; Coordenador do Instituto de Cristianismo Contemporâneo; Investigador do CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias – Universidade de Lisboa) e do CIPES (Centro de Investigação em Política, Economia e Sociedade – Universidade Lusófona). Desenvolve há muitos anos intensa atividade em instituições culturais, humanitárias e de solidariedade social, algumas das quais fundou.

  • Deus pode ir de férias…

    A denominada Teologia da Prosperidade começa a dar lugar à Teologia do Coaching em determinados círculos cristãos. Substituiu-se a fome pela vontade de comer. Sendo assim, Deus pode ir de férias…

  • Moçambique: a religião como cortina de fumo

    Afinal o que se passa no norte de Moçambique? Desde Outubro de 2017 mais de duzentas pessoas foram mortas por um grupo terrorista islâmico conhecido como “Al Shabaab moçambicano”, possivelmente ligado à organização terrorista original. Quem está por detrás deles e o que os motiva realmente?

  • E se deixássemos de falar de cor?

    O nosso problema é falar frequentemente pela boca dos outros, ou pior ainda, pensar por cabeça alheia. Quantas vezes temos a tendência de opinar sobre o que desconhecemos, como se o mundo nos exigisse um posicionamento constante, imediato, transversal e universal?

  • Não é o rei que vai nu, somos todos nós…

    Um dos históricos pomos de discórdia entre católicos e protestantes é a velha questão da idolatria, ou culto das imagens de Maria e dos santos. Mas nem uns nem outros se parecem incomodar hoje com a nova idolatria no espaço mediático. Esta, sim, verdadeiramente preocupante

  • Fundamentalismo, só o da Beleza

    "As muito feias que me perdoem/Mas beleza é fundamental. É preciso/Que haja qualquer coisa de flor em tudo isso” escrevia Vinicius de Moraes no seu famoso poema “Receita de mulher”, em 1959. Fundamental é mesmo a Beleza. O resto resolve-se

  • Sinais de esperança no meio da escuridão

    O ano religioso foi agitado, tal e qual como este nosso mundo. Da luta interna no Vaticano ao jihadismo islâmico, das confusões ortodoxas entre russos e ucranianos ao evangelicalismo nas Américas, passando pela perseguição religiosa um pouco por todo o mundo. Mas a esperança resiste

  • As guerras precisam de natais

    A 17 de Dezembro de 2014 britânicos e alemães recriaram em Londres a partida de futebol disputada no Natal, um século antes, em pleno campo de batalha nas terras belgas, entre trincheiras inimigas. Afinal é possível construir um cenário de paz em tempos de guerra

  • No tempo dos Galileus

    Tempos houve em que a religião dominava a sociedade por completo, do ensino à saúde, da diplomacia à justiça, das manifestações culturais à investigação científica. Mais tarde, a Modernidade separou os campos da ciência e da fé e acabou com isso