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Perfil

José Brissos-Lino

José Brissos-Lino

Doutorado em Psicologia e Especialista em Ciência das Religiões; Diretor do Mestrado em Ciência das Religiões na Universidade Lusófona; Coordenador do Instituto de Cristianismo Contemporâneo; Investigador do CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias – Universidade de Lisboa) e do CIPES (Centro de Investigação em Política, Economia e Sociedade – Universidade Lusófona). Desenvolve há muitos anos intensa atividade em instituições culturais, humanitárias e de solidariedade social, algumas das quais fundou.

  • A Páscoa como escândalo

    A falta de compreensão do sentido da Páscoa tornou-se generalizada no mundo ocidental, apesar de a celebrar, por força da tradição e da cultura. A maior parte dos que se afirmam cristãos revela enorme dificuldade em entender o facto de a época pascal ser a mais significativa no calendário da fé cristã

  • A Inquisição acabou no papel mas não nas cabeças

    Da mesma forma como não podemos esquecer os horrores do nazismo, do estalinismo, do maoísmo, dos kmer vermelhos, do fascismo e de tantas outas ditaduras sanguinárias de direita e de esquerda, também não podemos esquecer esse maldito Tribunal do Santo Ofício, vulgo Inquisição, que de tribunal nada tinha e de santo muito menos

  • Matar é cobardia, coragem é conviver!

    Imaginemos que um islamita armado entrava num domingo na Sé de Lisboa e assassinava cinquenta católicos, entre adultos e crianças. Foi o que fez o supremacista branco Brenton Tarrant, só que os mortos são muçulmanos, abatidos em duas mesquitas de Cristchurch. Para alguns é mais fácil a cobardia do assassinato do que a coragem da convivência

  • Fascista é a tua tia!

    Qualquer alma que se atreva a opor às ideias do extremismo político de esquerda tende a ser apelidado de fascista. O mesmo se pode dizer da direita, que chama comunista a tudo o que mexe. E assim se vai fazendo o branqueamento da verdadeira besta negra do fascismo

  • A culpa não é minha!

    O tema da culpa está muito presente nas religiões desde sempre, em especial no cristianismo. O sentimento de culpa é tão forte e desagradável que as pessoas logo desde a infância procuram remeter a culpa para os outros, de forma instintiva, sacudindo a água do capote