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Perfil

José Brissos-Lino

José Brissos-Lino

Doutorado em Psicologia e Especialista em Ciência das Religiões; Diretor do Mestrado em Ciência das Religiões na Universidade Lusófona; Coordenador do Instituto de Cristianismo Contemporâneo; Investigador do CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias – Universidade de Lisboa) e do CIPES (Centro de Investigação em Política, Economia e Sociedade – Universidade Lusófona). Desenvolve há muitos anos intensa atividade em instituições culturais, humanitárias e de solidariedade social, algumas das quais fundou.

  • Crentes sem religião, à procura de Deus

    Na abordagem ao fenómeno religioso há que respeitar toda a gente, os crentes de qualquer religião ou sistema filosófico, os agnósticos e os ateus. Mas a complexificação da vida contemporânea está a levantar novas categorias até hoje desconhecidas. É o caso dos crentes sem religião

  • O homem Jesus Cristo

    Está na hora de sublinhar a humanidade de Jesus Cristo. A identidade do Cristo Filho de Deus esconde muitas vezes a sua condição humana, que é talvez aquela que mais deveria influenciar e inspirar homens e mulheres que assumem a fé cristã

  • O Brexit dos pobres

    Um Brexit puro e duro deixará um rasto de destruição nas vidas e famílias por todo o Reino Unido. Foi isso que a Igreja de Inglaterra disse, procurando ser fiel à sua responsabilidade profética

  • A mulher de dois mundos

    As mulheres movem-se hoje em dois mundos muito diferentes. Se num deles estão a conquistar as posições a que têm naturalmente direito, no outro permanecem acantonadas por condicionamentos culturais, políticos, sociais e religiosos

  • O monstro

    A solidão é uma espécie de monstro que persegue tenazmente milhares de idosos em Portugal. O problema principal deles nem sequer é os cuidados de saúde, mas a solidão a que os entregamos cada vez mais

  • A teologia das pedras

    A tentação de lançar pedras sobre os outros é sempre maior do que a de nos colocarmos em frente a um espelho. Mas, cada vez que lançamos uma pedra contra alguém, no fundo estamos a magoar-nos a nós mesmos

  • Conversa à volta da fogueira

    Todos concordam que os incêndios florestais são uma calamidade em qualquer parte do mundo. Mas o que poucos ousam dizer em voz alta é que são uma calamidade inevitável e que, por essa razão, há que aprender a viver com eles