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Carla Isidoro

Carla Isidoro

TENDÊNCIAS DE CONSUMO

Durante anos colaborei para media nacionais e internacionais sobre cultura contemporânea, culturas africanas, viagens, música, comportamento e tendências de consumo, entre outros assuntos. Do jornalismo passei para a assessoria e hoje trabalho com entidades, negócios e projetos culturais a otimizar a sua comunicação. Sou licenciada em Ciências da Comunicação e pós graduada em Antropologia na vertente de Cultura Material e Consumo.

  • Novas maiorias no mercado: chegou a geração M

    Nos últimos dois anos multiplicaram-se, em Lisboa, eventos e negócios em volta da cultura árabe. Foi inaugurado o restaurante Mezze para a integração de refugiados do Médio Oriente em Portugal, mas por aqui e por ali abundam almoços e brunchs árabes organizados de forma informal em locais que nada têm a ver com esta cultura. Será coincidência? Diria que é um sinal claro de uma mudança que já se instalou e vai virar mainstream

  • O homem do futuro

    Até há pouco tempo a masculinidade era sinónimo de poder, dominação e sucesso. As marcas ajudaram a criar uma ideia estereotipada de homem que hoje está visivelmente em queda, a ponto de termos a palavra ‘tóxico’ associada a masculino e masculinidade. Vamos perceber o que está a mudar

  • Cidades em alta, países em risco

    Num mundo vincado por terrorismo e populismo, a credibilidade de certos países está em queda enquanto a identidade de certas cidades ganha poder internacional. Lisboa está em expansão e vantagem, mas à medida que o turismo sobe a insatisfação dos locais desce. O que conseguimos oferecer de único e particular em cidades de turismo crescente?

  • Slow living, vagar para viver

    O que é isto do slow living e de ter uma vida pausada e orgânica dentro da cidade? É saber cortar com os aspetos negativos da vida urbana privilegiando a integração e conexão com a natureza, ou baixar apps e consumir produtos que montam à nossa volta um cenário que nos faz pertencer a esta tendência? É modinha passageira ou integração?

  • As marcas, os plásticos e o alterconsumidor

    O futuro dos plásticos descartáveis tem estado a ser discutido pelos partidos políticos e pela sociedade. São a ponta do icebergue de um problema maior chamado hiperconsumo que se desdobra em sub-problemas e ameaças à sobrevivência das espécies no planeta. Que mudanças qualitativas virão dos governos, da indústria e do retalho para invertermos a insanidade da produção de lixo e do consumo desenfreado?

  • De bolso vazio, musculado como Mayweather

    Há serviços, formações e até livros aos quais podemos aceder pagando por eles na medida das nossas possibilidades. O acesso inclusivo à cultura, saúde, ao lazer e bem estar são alguns exemplos da tendência que aí vem. É o mercado da inclusividade. Democratizar e libertar o acesso está no ADN do futuro

  • Tempos Modernos. Ninguém nos disse que o futuro era isto

    E agora? Entramos em pânico, fugimos para uma ilha remota ou lidamos com a revolução com resiliência? Para já, creio que a decisão mais acertada é relaxar, tomar um copo de vinho e ver filmes visionários e divertidos como o «Metropolis» e o «Tempos Modernos». Ou não fossem os portugueses mestres na arte de saber viver as coisas simples e o lado humano da vida.