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Perfil

Valter Hugo Mãe

Valter Hugo Mãe

  • Adília Lopes

    O que nos desarma em Adília Lopes é a impressão de que a mulher-a-dias desatou a escrever poesia. A estranheza que nos causa é a da erudição inesperada de uma doméstica, com todas as suas questões práticas e filosóficas passadas pela estética crua de versos sem um propósito de beleza, apenas a pragmática anotação dos tópicos.

  • Modo de Amar

    "O GGM foi viver para os livros. Vamos encontrá-lo em cada um, abundante, sempre. Entre nós. Vizinhos. Misturados, tão bem nos misturou, com a urgência de sempre. Porque o modo como nos contou o mundo é todo assim, como uma demasia, onde nos devolve um sentido de vida inesquecível"

  • Autobiografia Imaginária - O Prince

    Quando anunciaram que o Prince andava aí e que havia concerto surpresa em Lisboa não tive hipótese alguma. Não deu tempo para me organizar. A vida está exigente, tudo me custa e nada permite frescuras e veraneios. Fiquei furioso. Não vi, não estive lá, não gosto de ninguém que tenha conseguido bilhete e assistir. Detesto quatro mil e não sei quantas pessoas, uma a uma.

  • Valter Hugo Mãe O lado invisível de O filho de mil homens

    O novo romance de Valter Hugo Mãe, O filho de mil homens, é lançado no sábado, 24, um dia antes de o romancista, poeta e cronista do JL (além de cantor, e não só), Prémio José Saramago, completar 40 anos. Trata-se de um livro que representa o início de uma outra fase da sua obra. E nós pedimos-lhe que a sua crónica, nesta edição, não fosse a habitual "Autobiografia imaginária", mas sobre O filho de mil homens: génese, escrita, significado - o que entendesse. O (excelente) resultado está publicado na edição em papel, mas aqui pode ver a fotogaleria que o próprio escritor criou com imagens suas da Parada de Lindoso, aldeia onde terminou o livro