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Jorge Nascimento Rodrigues

Jornalista

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  • Uma nova era sem certezas

    Otimismo e pessimismo guerreiam-se nas frentes da globalização e da revolução tecnológica. E há também os choques inesperados. O medo da estagnação. Os riscos geopolíticos. A mudança na posição relativa entre grandes potências. São muitas incertezas... A única solução é antecipar-se e descobrir oportunidades, tendo na gaveta planos de contingência

  • Uma nova era sem certezas

    Otimismo e pessimismo guerreiam-se nas frentes da globalização e da revolução tecnológica. E há também os choques inesperados. O medo da estagnação. Os riscos geopolíticos. A mudança na posição relativa entre grandes potências. São muitas incertezas... A única solução é antecipar-se e descobrir oportunidades, tendo na gaveta planos de contingência

  • “A era americana terminou. Entrámos em recessão geopolítica”

    Vivemos um momento especial. A ordem mundial a que nos habituámos desde os anos 40 do século passado dá sinais de crise. O cientista político norte-americano, Ian Bremmer, batizou este período de transição de “recessão geopolítica” e explica do que se trata em entrevista. O que se espera é que não termine como o anterior, em depressão geopolítica profunda e guerra mundial. Leia mais na grande entrevista da Exame de abril, já nas bancas

  • “A era americana terminou. Entrámos em recessão geopolítica”

    Vivemos um momento especial. A ordem mundial a que nos habituámos desde os anos 40 do século passado dá sinais de crise. O cientista político norte-americano, Ian Bremmer, batizou este período de transição de “recessão geopolítica” e explica do que se trata em entrevista. O que se espera é que não termine como o anterior, em depressão geopolítica profunda e guerra mundial. Leia mais na grande entrevista da Exame de abril, já nas bancas

  • “A incerteza política está a minar a retoma económica”

    A crise de 2008 e 2009 foi etiquetada de “grande recessão” para a distinguir de outras anteriores desde a Grande Depressão de 1929 a 1933. Deveria ter-se seguido uma retoma sustentada alimentada por anos de política monetária expansionista e de dinamismo das economias emergentes, o atual motor de crescimento mundial. Mas não foi assim e a retoma está a ser medíocre. M. Ayhan Kose, do Banco Mundial explica porquê. Leia mais na grande entrevista da EXAME de fevereiro, já nas bancas.

  • “A incerteza política está a minar a retoma económica”

    A crise de 2008 e 2009 foi etiquetada de “grande recessão” para a distinguir de outras anteriores desde a Grande Depressão de 1929 a 1933. Deveria ter-se seguido uma retoma sustentada alimentada por anos de política monetária expansionista e de dinamismo das economias emergentes, o atual motor de crescimento mundial. Mas não foi assim e a retoma está a ser medíocre. M. Ayhan Kose, do Banco Mundial explica porquê. Leia mais na grande entrevista da EXAME de fevereiro, já nas bancas.

  • Bem-vindo ao trabalho do futuro

    A era da digitalização está a destruir emprego e a lançar para o precariado milhões de pessoas, condenadas ao desemprego ou a formas “alternativas de trabalho”, que fazem temer um retrocesso de século e meio. Mas a Indústria 4.0 também está a criar oportunidades para os profissionais mais ágeis e que saibam usar o conhecimento.

  • Bem-vindo ao trabalho do futuro

    A era da digitalização está a destruir emprego e a lançar para o precariado milhões de pessoas, condenadas ao desemprego ou a formas “alternativas de trabalho”, que fazem temer um retrocesso de século e meio. Mas a Indústria 4.0 também está a criar oportunidades para os profissionais mais ágeis e que saibam usar o conhecimento.