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10 coisas que tornam qualquer pessoa menos atraente, segundo a ciência

Estudo do Dia

O ser ou não atraente vai muito além dos traços físicos. E se o sentido de humor é sempre um ponto a favor, há várias atitudes e características que deitam por terra a hipótese de se ser visto como alguém atraente, como concluíram vários estudos internacionais

Já aqui lhe tinhamos falado dos seis truques simples (mas científicos) para se tornar mais atraente instantaneamente. Agora, de acordo com diversas investigações, compiladas pelo Business Insider, mostramos-lhe o que deve evitar:

Privação de sono

Em 2010, investigadores suecos e holandeses pegaram em fotos de pessoas que tinham dormido, pelo menos, oito horas na noite anterior e de quem não dormia há 31 horas. Os participantes classificaram os que não tinham dormido como sendo menos saudáveis e menos atraentes.

Ser mauzinho

Num estudo feito na China, em 2014, os investigadores pediram aos participantes que observassem fotografias de outras pessoas, todas com expressões faciais neutras, mas algumas acompanhadas por legendas com a indicações "decente", "honesto" ou "mau" e "terrível". Estas últimas foram consideradas menos atraentes.

Linguagem corporal associada ao poder

Um estudo de 2010 concluiu que a chamada "pose do poder", assumindo uma postura confiante, pode fazer maravilhas pela auto-confiança, mas uma outra investigação, de 2016, levada a cabo por três universidades americanas, sugere que pode fazer a pessoa parecer menos atraente, assim como cruzar os braços.

Stress

Em 2013, uma equipa de investigadores da Finlândia, África do Sul, Reino Unido, Letónia e Estónia descobriu que as mulheres com níveis mais altos de cortisol - a hormona do stress - eram consideradas menos atraentes pelos homens heterossexuais.

Parecer feliz ou orgulhoso demais

Embora a felicidade seja considerada atraente nas mulheres, nos homens já não é bem assim. E se um ar orgulhoso lhes fica bem a eles, o mesmo parece não se aplicar a elas. Em 2011, investigadores da Universidade da British Columbia mostraram fotografias de homens e mulheres a mais de mil adultos. Os resultados indicam que os homens deram melhor classificação a mulheres que pareciam felizes e pior quando pareciam orgulhosas. As mulheres, pelo contrário, preferiram os homens com ar orgulhoso do que os que pareciam felizes.

Não ter sentido de humor

Em 2009, um estudo da Universidade da Califórnia concluiu que não ter sentido de humor - ou até ter apenas um sentido de humor mediano - é visto como pouco atraente, tanto em homens como em mulheres.

Ser preguiçoso

Os investigadores de duas universidades americanas, pediram a estudantes de arqueologia que dessem notas uns aos outros sobre diferentes aspetos da personalidade e a atração que exerciam, no início e no fim do curso, que teve a duração de seis semanas. Os resultados mostram que mesmo os jovens que tinham tido uma classificação média no início desceram a pontuação no final, quando os colegas os viam como preguiçosos.

Ter um cheiro muito diferente/muito semelhante

A ciência sugere que procuramos parceiros que não sejam demasiado parecidos nem demasiado diferentes geneticamente e que, por vezes, fazemos esse julgamento com base no olfato. Em 2006, um estudo da Universidade do Novo México recrutou casais heterossexuais para responderem a uma série de perguntas sobre atração sexual e recolheram amostras do seu DNA. Os investigadores concluiram que quanto maior a semelhança genética, menor a atração pelo companheiro/a e mais provável a existência de sexo foram daquela relação. Na mesma altura, outro estudo concluiu que evitamos parceiros com um cheiro muito diferente do nosso.

Beber e fumar demais

Em 2016, mais de 200 jovens belgas heterossexuais foram recrutadas para observar fotos e as biografias de jovens do sexo masculino. Os que tinham imagens acompanhadas da indicação de serem fumadores e consumidores frequentes de álcool foram considerados menos atraentes do que os não fumadores ou fumadores ocasionais e o mesmo para o consumo de álcool.

Falta de humildade

Em duas experiências, investigadores norte-americanos pediram a 200 estudantes que lessem a descrição fictícia de vários colegas. Uns diziam "sou muito bom aluno, mas não sou marrão", outros "sou esperto, mas não gosto de estar no centro das atenções", enquanto outros diziam "sou mesmo muito aluno e bastante esperto, mas não sou um nerd nem marrão. Acho que é natural em mim". Quando a descrição correspondia a alguém humilde, a probabilidde de ser considerado atraente aumentava.