Da janela do seu gabinete, no Terreiro do Paço, terá vista para a mostra da produção agropecuária promovida por uma cadeia distribuidora e que invadirá, este fim de semana, a principal sala de visitas de Lisboa. E Assunção Cristas, 37 anos, ministra da Agricultura, do Ambiente e do Ordenamento, promete lá estar, porque "o campo também deve vir à cidade".

No amplo salão nobre do Ministério, onde nos recebe, explica a estratégia portuguesa para a conferência ambiental Rio+20, onde haverá espaço para a afirmação, também, de uma estratégia própria da CPLP. Portugal pode fazer a ponte entre os países em desenvolvimento, como Moçambique, ou emergentes, como o Brasil, e a UE, tendo em vista uma "governança" virada para a economia verde.

Cristas rejeita que o seu superministério, pela dimensão, seja ingovernável. E espera uma reforma fiscal até ao fim do mandato. À atenção de Vítor Gaspar...

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