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Troika e Tranche de Euros - 7ª avaliação, pressão e "chantagem" !

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Adiantam que se mostram "satisfeitos" com as medidas de carácter permanente, cortes para a redução da despesa, em vez de medidas pontuais e isoladas de aumentos de Impostos.. menos eficazes e (mais) inimigas do crecimento. Da mesma forma realçam o forte compromisso do governo português em seguir no bom caminho visando a implementação do "programa de ajustamento". É de "chantagem" que se trata, função dos "resultados finais" da 7ª avaliação.

Os ministros das Finanças Europeus, do Eurogrugo (da zona Euro) e Ecofin (dos 27 da UE), reunem-se (na semana de início a 13/ 05) para validar as alterações às "medidas" da Troika, de modo a poderem avaliar o seguinte: alterações aos prazos de reembolso dos empréstimos, assim como a disponibilização das verbas da 7ª avaliação. A Troika vem a Portugal outra vez (chegam a 7 de Maio).

Adiantam que se mostram "satisfeitos" com as medidas de carácter permanente, cortes para a redução da despesa, em vez de medidas pontuais e isoladas de aumentos de Impostos.. menos eficazes e (mais) inimigas do crecimento. Da mesma forma realçam o forte compromisso do governo português em seguir no bom caminho visando a implementação do "programa de ajustamento". É de "chantagem" que se trata, função dos "resultados finais" da 7ª avaliação.

Continua a verificar-se uma enorme relapsa pressão, no sentido de "roubar" a todo o custo a todos aqueles que recebem os seus vencimentos do trabalho, das pensões de reforma, sejam eles funcionários do estado, do sector privado, serviços, profissionais liberais; todos os que pagam os seus impostos e assumem os seus "compromissos" financeiros em Portugal.

Mesmo aqueles que entre os "cada vez mais roubados" se revêm na política e côr de quem nos governa, ousam separar os membros da maioria "bipartida" em que votaram do poder financeiro dos bilionários elevados à décima.. que se passeiam por aqui e pagam os seus impostos em países (da UE dos 27) de des.. uniformização fiscal. Adiantam que se "cortarem" nesses senhores e nesses grupos financeiros, o governo é fisicamente destruído, assassinado.. (desculpam desta forma o governo em exercício, aqueles que elegeram). Não será difícil ajuizar e concluir que os governantes (não) são funcionários do estado, respondem sim às exigências e "necessidades" desses grupos financeiros que defendem "a todo o custo" e para quem trabalham.