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Aparelhos de refrigeração passam a ter classe energética mínima de A+

Quercus

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Desde o passado dia 1 de julho, que a classe energética mínima possível para que qualquer equipamento de refrigeração possa ser colocado no mercado comunitário passou a ser a de A+. Isto significa que, nos modelos novos de frigoríficos, combinados, congeladores e arcas comercializados posteriormente a esta data, as classes de eficiência energética disponíveis serão apenas três: A+, A++ e A+++, correspondendo a primeira à hipótese menos eficiente e a última à mais eficiente.

A etiqueta energética continuará a apresentar a escala de A+++ a D, embora a classe A+ seja a pior opção possível.



Esta medida, que não abrange os equipamentos de armazenagem de vinhos e os frigoríficos por absorção, surge no âmbito do Regulamento (CE) Nº 643/2009 da Comissão, que estabelece os requisitos de conceção ecológica aplicáveis aos aparelhos de refrigeração para uso doméstico, os quais devem ser cumpridos para que os modelos possam ser colocados no mercado. Estes requisitos têm vindo a ser implementados de forma progressiva, com um calendário estabelecido para permitir a adaptação faseada dos fabricantes.



Nos primeiros tempos que se seguirem à entrada em vigor desta medida, será ainda possível que os consumidores encontrem nas superfícies de venda alguns aparelhos de refrigeração de classe A, colocados no mercado em data anterior a 1 de julho de 2012.



A Quercus considera que esta maior exigência vai ao encontro de uma política energética europeia que se pretende ambiciosa, bem como às necessidades de poupança dos consumidores face ao aumento do preço da eletricidade, possibilitando o acesso a equipamentos menos consumidores de energia.

 Mais informação: aqui.