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Teresa Salgueiro: O regresso da voz

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A cantora apresenta o novo disco Horizonte este sábado, 8, na Casa da Música, no Porto e no domingo, 9, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. Um espetáculo que servirá também para passar em revista três décadas de carreira, a solo e com os Madredeus

Horizonte é o segundo disco de Teresa Salgueiro em nome próprio. Trata-se, diz a própria, de "uma extensão da enorme diversidade musical" já explorada no primeiro trabalho

Horizonte é o segundo disco de Teresa Salgueiro em nome próprio. Trata-se, diz a própria, de "uma extensão da enorme diversidade musical" já explorada no primeiro trabalho

Depois da estreia, em 2012, com Mistério, no qual teve a seu cargo a produção, bem como a direção musical e a escrita das letras, Teresa Salgueiro está de regresso com o novo Horizonte, o segundo em nome próprio. De acordo com a própria, este novo álbum será como que “uma extensão da enorme diversidade musical” já explorada no primeiro trabalho, mas com a diferença de mergulhar muito mais a fundo nos instrumentos. Algo só possível devido à tal cumplicidade com os músicos que a acompanham desde então: Rui Lobato (bateria, percussão e guitarra), Óscar Torres (contrabaixo), Marlon Valente (acordeão) e Graciano Caldeira (guitarra). Um disco agora apresentado pela primeira vez em Portugal, em dois espetáculos que marcam também o regresso da cantora aos palcos nacionais, depois de uma extensa digressão europeia.

Para além dos temas próprios, o alinhamento incluirá também alguns temas do cancioneiro português, para os quais Teresa Salgueiro fez novos arranjos, como Canção de Embalar, de Zeca Afonso, Verdes Anos, de Carlos Paredes, Barco Negro, de Amália Rodrigues ou o fado Recordação, de Maria Teresa Noronha. E não faltarão também algumas músicas dos Madredeus, o grupo no qual se deu a conhecer em 1985, quando tinha apenas 17 anos e que a tornou numa das maiores embaixadoras da música nacional. Pelo meio colaborou com gente tão diversa quanto distinta, como José Carreras, Caetano Veloso, Gilberto Gil ou Carlos Núnez, entre muitos outros, que a reconheceram como uma artista cada vez mais global. Como mais uma vez se comprova neste novo disco, no modo como, ao regressar às origens, volta a abrir novos horizontes, para si e para própria música portuguesa.

Teresa Salgueiro > Casa da Música > Av. da Boavista, 604-610, Porto > T. 22 012 0220 > 8 out, sáb 22h > €25 > CCB > Pç. do Império, Lisboa > T. 21 361 24 00 > 9 out, dom 21h > €15 a €40