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Lloyd Cole regressa aos velhos temas

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O músico britânico recupera os maiores êxitos do início de carreira, agora apresentados num concerto em formato acústico e intimista. Esta quinta, 15, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, nos próximos dias, na Guarda e no Porto

Lloyd Cole já anunciou que 2016 será o seu “ano retrospetivo”. Depois de já ter editado a muito elogiada antologia Lloyd Cole and the Commotions Collected Recordings 1983-1989, pretende lançar um novo volume, dedicado ao período inicial da carreira a solo, entre 1990 e 1996

Lloyd Cole já anunciou que 2016 será o seu “ano retrospetivo”. Depois de já ter editado a muito elogiada antologia Lloyd Cole and the Commotions Collected Recordings 1983-1989, pretende lançar um novo volume, dedicado ao período inicial da carreira a solo, entre 1990 e 1996

Corria o ano de 1984 quando o músico britânico Lloyd Cole se apresentou ao mundo, acompanhado dos Commotions, com Rattlesankes, um álbum inspirado em Bob Dylan e em referências literárias como Normam Mailer e Simone de Beauvoir. Depressa caiu nas boas graças do público e da crítica à boleia de temas como Perfect Skin ou Forest Fire. Apenas um ano depois, o grupo passaria de revelação a estrela maior da pop britânica com Easy Pieces, um disco que incluía clássicos como Brand New Friend, Lost Weekend e Cut Me Down. Apesar do enorme culto que na altura já tinha por terras portuguesas, seria apenas com o derradeiro álbum Mainstream, editado em 1987, que a banda formada em Glasgow se tornaria num verdadeiro fenómeno de popularidade por cá, tornando canções como My Bag e Jennifer She Said em parte indissociável da memória coletiva de toda uma geração.
Com o fim dos Commotions, em 1989, Lloyd Cole continuou a carreira a solo com o disco homónimo de 1990, seguindo-se Don't Get Weird on Me Babe (1991), Bad Vibes (1993) e Love Story (1995), que o confirmaram como um dos mais talentosos escritores de canções da história da pop dessa década. É esse período dourado que o cantor, músico e compositor, agora residente em Nova Iorque, pretende recordar neste espetáculo que traz a três cidades portuguesas, recuperando de forma acústica e intimista alguns dos seus maiores êxitos, tantas vezes cantados e celebrados pela sua imensa legião de fãs em Portugal.

CCB > Pç. do Império, Lisboa > T. 21 361 2400 > 15 set, qui 21h30 > €20 a €40 > Teatro Municipal da Guarda > R. Batalha Reis, Guarda > T. 271 205 240 > 16 set, sex 21h30 > €15 > Casa da Música > Av. da Boavista, 604-610, Porto > T. 22 012 0220 > 17 set, sáb 21h30 > €15