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Miúdos felizes: 22 ideias para fazer com as crianças

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Visitar um navio-hospital, descobrir dinossauros, explorar castelos e aprender a cunhar moedas. Atividades não faltam para fazer em família, de norte a sul do País

Alexandre Paulo, Sandra Pinto e Susana Silva Oliveira

A Galeria da Biodiversidade, no Porto, organiza festas de aniversário temáticas

A Galeria da Biodiversidade, no Porto, organiza festas de aniversário temáticas

FERNANDO VELUDO/NFACTOS

1. Galeria da Biodiversidade, Porto

Não há um, mas muitos percursos possíveis para explorar a Galeria da Biodiversidade, na Casa Andresen, no Jardim Botânico do Porto, onde Sophia de Mello Breyner Andresen brincou. Neste que é o primeiro polo do Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto, inaugurado em 2017, celebra-se a biodiversidade e mostra-se a Ciência de forma inovadora e interativa. À volta do átrio, onde está o esqueleto de uma baleia, foi montada a exposição, em módulos temáticos: desde a vitrina com dezenas de ovos e ovoides, divididas por tamanhos, cores e formas, a um cubo de vidro onde estão representadas todas as raças de cães existentes no mundo (cerca de 400).

Numa caixa, identificam-se os aromas da Natureza, e, sentados numa cadeira, escuta-se a diferença entre os batimentos cardíacos de uma baleia e os de um ratinho anão (o mamífero mais pequeno do mundo). A figura de Charles Darwin também lá está, com dois coelhos no colo, um deles, o de Porto Santo, que o cientista estudou para a sua teoria da evolução das espécies. Aproveite a visita e percorra o Jardim Botânico, com araucárias, glicínias e sequoias centenárias, e estufas de catos e de suculentas. R. do Campo Alegre, 1191, Porto > T. 22 040 8700 > ter-dom 10h-18h > €5, €2,50 (5-18 anos), menores de 4 anos grátis, €14 (família)

2 - Castelo e Paço dos Duques de Bragança, Guimarães

Mandado construir por D. Afonso, 1º duque de Bragança, para viver com a sua segunda mulher, D. Constança de Noronha, no século XV, o Paço dos Duques de Bragança impressiona pela sua grandiosidade e pelo conjunto de objetos da época. Para lá da lição de História, visitam-se a Sala de Armas, o Salão de Banquetes, com o seu teto em forma de barco invertido, e o quarto de D. Catarina. Depois da capela, com vitrais belíssimos, e das escadas naturais, cravadas no terreno, surge o castelo. Lá no alto, fica a torre de menagem e da muralha espreita-se a cidade, através das ameias. Já no último piso, há um filme animado, além de um elmo e de uma espada medieval para se experimentar. A visita não fica completa sem se passar pela Igreja de S. Miguel, que guarda a pia batismal de D. Afonso Henriques. O paço fica numa colina, mas é facilmente acessível a pé desde o centro histórico de Guimarães. R. Conde D. Henriques, Guimarães > T. 253 412 373 > seg-dom 10h-17h30 > paço €5, castelo €2, bilhete conjunto €6, dom grátis até às 14h

Desde Cacilhas ao Ginjal, onde há bons restaurantes, o passeio faz-se à beira-rio, com vista para Lisboa

Desde Cacilhas ao Ginjal, onde há bons restaurantes, o passeio faz-se à beira-rio, com vista para Lisboa

D.R.

3 - Fragata “D. Fernando II e Glória”, Almada

Para quem está em Lisboa, o passeio começa logo com uma viagem de cacilheiro no Tejo, a ligar o Cais do Sodré a Cacilhas. A 150 metros do terminal, está a fragata D. Fernando II e Glória, último navio à vela da Marinha portuguesa, aberta a visitas. D. João VI autorizou que fosse construída em Damão, na Índia, para defender o País, em tempo de guerra. A viagem faz-se agora em terra e recria-se a vida a bordo no século XIX – passageiros, tripulação e animais, em baixo, que era assim naquela época.

Melhor sorte tinha o comandante e os seus convidados, à popa, no piso de cima, onde não faltava sequer uma sala de jantar, decorada a preceito. A proa era reservada à cozinha, zona que inspirava cuidados, visto o navio ser de madeira. Da parceria entre a Marinha portuguesa e a Câmara Municipal de Almada há de nascer um polo museológico, constituído pela fragata, pelo submarino Barracuda, também em doca seca, e pelo Farol de Cacilhas, atualmente desativado. I.B. Doca 2 da ex-Parry & Son, Cacilhas, Almada > T. 21 274 6295 > 1 mai-30 set: seg 12h-18h, ter-dom 10h-18h; 1 out-30 abr: seg 12h-17h, ter-dom 10h-17h > €4, €2 (4-12 anos e mais de 65 anos), €10 (família)

Ao lado do Centro de Ciência Viva do Alviela, o grande relvado convida a estender a toalha e a fazer um piquenique em família

Ao lado do Centro de Ciência Viva do Alviela, o grande relvado convida a estender a toalha e a fazer um piquenique em família

D.R.

4. Centro Ciência Viva do Alviela – Carsoscópio, Alcanena

A cerca de um quilómetro de distância do Centro Ciência Viva do Alviela, em Alcanena, existe uma gruta que funciona como abrigo de maternidade a 12 espécies de morcegos em vias de extinção. Não se pode visitá-la, mas tudo o que se passa no seu interior é captado por câmaras e observado na sala Quiroptário deste centro aberto em 2017, dedicado aos morcegos, água e rochas. Ali, somos guiados por sons e imagens e aprende-se sobre o habitat dos morcegos dentro de uma réplica de uma gruta.

Na sala interativa Geódromo, assiste-se ao filme Uma Viagem Impossível, que nos transporta virtualmente ao longo de 175 milhões de anos, acompanhando a formação e a evolução geológica do Maciço Calcário Estremenho, desde o Jurássico Médio. Na terceira e última sala, a Carso, são desvendados os percursos subterrâneos da água sobre a zona que envolve a nascente do rio Alviela. Praia Fluvial dos Olhos d’Água do Alviela, Louriceira, Alcanena > T. 249 881 805 > ter-dom 10h-18h; 1 mai-30 set ter-sex 10h-18h, sáb-dom 11h-19h > €4,50, €2,50 (estudantes), grátis menores de 5 anos, €10,50 (família)

5. Câmara Obscura, Tavira

Fica no antigo depósito de água do Alto de Santa Maria, de 1931, o ponto mais elevado de Tavira, 100 metros acima do nível do mar. Com a ajuda de um espelho e de duas lentes instalados no topo do depósito, testa-se o princípio ótico utilizado por Leonardo da Vinci, que está na origem da fotografia. Numa tela gigante projetam-se, em tempo real, imagens da cidade, em que se consegue ver a ponte romana de 1657, igrejas, o castelo, a pousada ou o museu islâmico. Antigo depósito de água de Santa Maria > Cç. da Galeria, 12, Tavira > T. 281 322 527 > €5

6. Salinas do Samouco, Alcochete

Porque existem flamingos brancos e outros cor de rosa? E de onde são originários? Estas são as duas perguntas mais frequentes dos visitantes que procuram observar estas aves num dos dois trilhos à escolha nas Salinas do Samouco (um dedicado aos flamingos, com cerca de 5 km, outro aos pernilongos, com 6 km). André Batista, educador ambiental nas Salinas do Samouco – Fundação para a Proteção e Gestão Ambiental, em Alcochete, explica ainda que, ao contrário dos documentários e dos filmes onde se veem flamingos africanos, os que nos visitam chegam maioritariamente do Sul de Espanha e do Sul de França, atraídos pelo bom clima e pela alimentação rica.

Por agora, estão disponíveis as visitas livres, durante a semana, e a partir de 7 de setembro começam as visitas orientadas, aos fins de semana, com hora marcada às 10h15, pensadas para crianças e adultos. Durante três horas, os técnicos explicam tudo sobre a vida, o habitat e a alimentação destas aves, que há umas décadas não se viam no rio Tejo. Palácio dos Pinheirinhos, Complexo das Salinas, Alcochete > T. 21 234 8070 > visitas orientadas sáb-dom 10h15 > visitas livres, seg-sex > €3 (criança), €4 (adulto), orientadas €5

Depois de uma visita ao Nucleo Museológico Rota da Escravatura, vale a pena o passeio até à Ponta da Piedade para apreciar as praias, as falésias e o farol

Depois de uma visita ao Nucleo Museológico Rota da Escravatura, vale a pena o passeio até à Ponta da Piedade para apreciar as praias, as falésias e o farol

Filipe Farinha

7. Núcleo Museológico Rota da Escravatura, Lagos

Foi a descoberta de esqueletos humanos, durante a intervenção arqueológica levada a cabo na construção do parque de estacionamento extramuros de Lagos, que deu origem à criação deste Núcleo Museológico Rota da Escravatura. Instalado no edifício da Vedoria, também conhecido como Mercado dos Escravos (classificado como Monumento de Interesse Público), o museu propõe uma viagem ao tempo em que se comercializavam escravos em Lagos. O recurso a tablets torna a visita mais interessante e interativa: apontando o equipamento para pequenos ícones descobrem--se conteúdos multimédia, mas a exposição também se faz de objetos pessoais, utensílios e documentos como uma carta de alforria. Pç. do Infante D. Henrique, Lagos > T. 282 771 724 > ter-dom 10h-12-30, 14h-17h30 > €3, €1,50 (12-18 anos), menores 12 anos grátis

8. Navio-Hospital “Gil Eannes”, Viana do Castelo

Já foi transporte marítimo, centro de detenção de pescadores em alto-mar e hospital. Teve ordem para rumar à sucata, mas acabou por ser reabilitado, tendo reaberto como museu flutuante. Em 2014, após outra intervenção de fundo, o navio Gil Eannes ganhou outra projeção e dinâmica, ao receber o Centro de Mar, valendo-lhe a atribuição de uma Bandeira Azul simbólica. Atracado há 21 anos na antiga doca comercial de Viana do Castelo, no navio visita-se o que resta do hospital, incluindo a casa das máquinas e do leme, os camarotes e os aposentos do capitão – cada um deles a contar episódios da vida em alto-mar. Os aprendizes de marinheiro podem usar o simulador de navegação do Gil Eannes. Antiga Doca Comercial, Viana do Castelo > T. 258 809 710 > seg-dom 9h30-19h > €4

No núcleo Fabricar, no Museu do Dinheiro, é possível cunhar uma moeda e imprimir uma nota virtual personçlizada

No núcleo Fabricar, no Museu do Dinheiro, é possível cunhar uma moeda e imprimir uma nota virtual personçlizada

Francisco Nogueira

9. Museu do Dinheiro, Lisboa

Parece que entramos numa casa-forte, quando se visita o Museu do Dinheiro, aberto por iniciativa do Banco de Portugal e projetado pelos arquitetos Gonçalo Byrne e Falcão de Campos. Instalado na antiga Igreja de São Julião, ali aprende-se como se fabrica dinheiro mas também se descobre um valioso acervo de notas e de moedas do mundo inteiro, desde tempos pré-históricos até à atualidade, recorrendo-se à tecnologia multimédia para explicar os conteúdos dos vários núcleos temáticos. Das peças expostas, a mais valiosa é uma barra de ouro refinado, originário da África do Sul, que pesa 12,6 quilos e vale cerca de 400 mil euros no mercado. Lg. de São Julião, Lisboa > T. 21 321 3240 > qua-dom 10h-18h > grátis

10. Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota, Porto de Mós

Não são todos os dias que se tem a oportunidade de pisar um verdadeiro campo de batalha. No Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota, em Porto de Mós, é possível percorrer o planalto de São Jorge e conhecer, por exemplo, as posições do Exército português, comandado por Nuno Álvares Pereira, e do Exército franco-castelhano, na batalha de 1385. Já no interior do centro, com o espetáculo multimédia aprende-se tudo sobre a Batalha de Aljubarrota e os acontecimentos que a originaram. Av. D. Nuno Álvares Pereira, 120, São Jorge, Calvaria de Cima, Porto de Mós > T. 244 480 060 > ter-dom 10h-17h30 > €3,50 a €7, €20 (família)

Para lá dos trilhos do Dino Parque, pode-se visitar o museu, o laboratório onde são estudados os novos achados da Lourinhã. O parque tem ainda cafetaria, parque infantil, zona de merendas e uma loja

Para lá dos trilhos do Dino Parque, pode-se visitar o museu, o laboratório onde são estudados os novos achados da Lourinhã. O parque tem ainda cafetaria, parque infantil, zona de merendas e uma loja

Marcos Borga

11. Dino Parque, Lourinhã

Desde fevereiro, há uma nova área dedicada aos monstros marinhos no Dino Parque, na Lourinhã. Assim, passaram a ser cinco o número de trilhos que se percorrem por terra batida e onde se descobrem 185 modelos de dinossauros, em tamanho real, que viveram em diferentes épocas, do Paleozoico ao Cretácico, passando pelo Triásico e Jurássico. Parecem verdadeiros, mas não há que ter medo, ou não fossem eles feitos de resina, fibra, esferovite e estruturas de ferro. De todos os exemplares ali expostos, há alguns especiais – que recriam espécies descobertas na Lourinhã e na Região Oeste, um dos locais paleontológicos mais ricos do mundo –, entre eles o Supersaurus lourinhanensis e o Lourinhanosaurus. R. Vale dos Dinossauros, 25, Abelheira, Lourinhã > T. 261 243 160, 91 588 8207 > jan-fev, out-dez: seg-dom 10h-17h (última entrada 15h30); mar-mai: seg-dom 10h-18h (última entrada 16h30); jun-set: seg-dom 10h-19h (última entrada 17h30) > €13, €9,90 (4-12 anos), grátis (0-3 anos), bilhete de família a partir de €32,50 (3 pessoas)

No jardim botânico do Palácio Nacional de Queluz, com cerca de 200 espécies de plantas, há uma estufa de ananases, fruto muito apreciado por reis e rainhas

No jardim botânico do Palácio Nacional de Queluz, com cerca de 200 espécies de plantas, há uma estufa de ananases, fruto muito apreciado por reis e rainhas

Luís Duarte

12. Palácio Nacional de Queluz, Sintra

Mandado construir em 1747, pelo futuro Rei D. Pedro III, o Palácio Nacional de Queluz, de inspiração barroca e neoclássica, funcionava como residência real. A visita inclui a Sala dos Embaixadores ou dos Serenins, como era originalmente apelidada e onde decorriam os concertos promovidos por D. Pedro e D. Maria I; o corredor com os painéis de azulejos representando as quatro estações/os quatro continentes, e a Sala da Música, a mais antiga do palácio concluída em 1759, onde está o Pianoforte Clementi, instrumento musical que levou à criação das Temporadas de Música no palácio, já na sua 5ª edição.

Veja-se com atenção os detalhes arquitetónicos e decorativos da Sala do Trono, hoje utilizada para banquetes oferecidos pela Presidência da República, e do quarto D. Quixote, onde nasceu e morreu o Rei D. Pedro IV, com as suas pinturas a remeter para o universo de Dom Quixote de la Mancha, de Cervantes. Recomendado para famílias com crianças dos 5 anos aos 12 anos, o espetáculo encenado A Corte em Queluz: Viagem ao Quotidiano de Setecentos conta com músicas, danças, e trajes da época dos reis e das rainhas. Lg. do Palácio de Queluz, Queluz, Sintra > T. 21 923 7300 > seg-dom 9h-19h (última entrada 18h) > palácio + jardim €10, €8,50 (6-17 anos); jardim €5

13. Marinha da Noeirinha, Aveiro

É no meio da paisagem recortada em mosaicos, pontuada de montes brancos, que se descobre a piscina natural de água salgada da Marinha da Noeirinha, a rivalizar com o mar gelado da região. Está rodeada de mesas de piquenique e guarda-sóis, e não lhe falta um areal para estender a toalha. No spa salínico, tira-se proveito destas águas, ricas em nutrientes e minerais, ideais para a pele. Até ao final do mês, abrirá o bar e o observatório de aves. Entre as plantas que resistem à salinidade, observam-se ali andorinhas do mar, flamingos e pernilongos. Para ficar a conhecer a história do sal, há visitas guiadas pelos marnotos. R. Dr. Bernardino Ribeiro Machado, Aveiro > T. 91 417 1014 > seg-dom 9h-19h > €5, spa salínico €2 (hora)

Há mil e uma espécies para descobrir no Oceanário de Lisboa

Há mil e uma espécies para descobrir no Oceanário de Lisboa

D.R.

14. Oceanário, Lisboa

No grande aquário central, com 5 milhões de litros de água salgada, descobrem-se mil e uma espécies, entre águas temperadas, tropicais e frias, porque o planeta faz-se de diversidade. Os dragões-marinhos-folhosos são os novos residentes do Oceanário de Lisboa. Chegaram do Sul da Austrália e se, à primeira vista, podem parecer algas, devido aos vários apêndices em forma de folha ao longo do corpo, é preciso olhar com atenção para descobrir estes peixes exóticos que se alimentam de pequenos camarões, camuflando-se para caçar. Parque das Nações, Lisboa > T. 21 891 7000 > seg-dom, 10h-20h > €16, €11 (4-12 anos, mais de 65 anos), grátis 0-3 anos, €42 (família)

15. Aquário Vasco da Gama, Oeiras
Permanece fiel à sua missão educativa e é o aquário-museu mais antigo do País, com 121 anos de existência. Nos vários tanques, habitam espécies provenientes dos mares do planeta, de zonas tropicais e temperadas, e também de água doce. Recentemente renovado, o museu do Aquário Vasco da Gama mantém a coleção oceanográfica do Rei D. Carlos I e uma variedade de animais marinhos conservados. Até 2021, esperam-se novas espécies no aquário, uma vez que as galerias estão a ser alvo de remodelações. R. Direita do Dafundo 18, Oeiras > T. 21 420 5000 > seg-dom 10h-18h > €4, €2,5 (4-12 anos, mais de 65 anos), grátis 0-3 anos, €13 (família)

16. Fluviário de Mora, Mora

Vizinho do Parque Ecológico do Gameiro, o Fluviário de Mora é um aquário de água doce que dá a conhecer os diferentes tipos de habitats e mais de 60 espécies, muitas já desaparecidas dos nossos rios, como o esturjão. Na exposição O Homem e o Rio, a interação é garantida através de sensores de movimento com pequenas animações sobre o ciclo da água, a poluição e o consumo. Já no exterior, fica o lontrário, com nove exemplares da lontra-de-garras-curtas asiática e da lontra-europeia – são alimentadas às 12h45 e às 16h40. Parque Ecológico do Gameiro, Mora > T. 266 448 130 > seg-sex 10h-17h, sab-dom 10h-19h > €7,20, €4,90 (3-12 anos), grátis 0-2 anos

17. Sea Life, Porto

O Porto dos Pinguins é a mais recente novidade do Sea Life. O novo habitat da família de sete pinguins- -de-humboldt assinala o 10º aniversário do aquário do Porto, sensibilizando para a importância da preservação da espécie. Nos 32 aquários, podem ver-se centenas de espécies marinhas, como o peixe-palhaço, o peixe-dragão, o tubarão-de-pontas-negras e os cavalos-marinhos, e ainda de água doce. O túnel subaquático, que atravessa o tanque com mais de 500 mil litros de água, é um emocionante mergulho nas profundezas do oceano. 1ª Rua Particular do Castelo do Queijo, Porto > T. 22 619 0400 > seg-sex 10h-19h, sáb-dom 10h-20h > €13,95, €9,50 (4-12 anos), grátis 0-3 anos

Um safari para ver zebras, girafas e búfalos que habitam o Badoca Park, em Vila Nova de Santo André

Um safari para ver zebras, girafas e búfalos que habitam o Badoca Park, em Vila Nova de Santo André

D.R.

18. Badoca Safari Park, Santiago do Cacém

É de um safari que aqui se fala, no Litoral alentejano, onde podem ver-se zebras, gnus, girafas, búfalos do Congo e mais um sem-número de espécies que habita o Badoca Park, em Vila Nova de Santo André. O preço do bilhete inclui outras atividades, como observar o voo das aves de rapina, assistir à alimentação dos lémures, um passeio pedestre e a visita à ilha dos primatas. O parque encerra a 31 de outubro. Herdade da Badoca, Vila Nova de Santo André, Santiago do Cacém > T. 269 708 851 > seg-dom 9h30-17h30 > €17,90, €15,90 (4-10 anos, maiores de 65 anos), €61 (família)

19. Monte Selvagem, Montemor-o-Novo

Aconselha-se roupa fresca e confortável para explorar os mais de 20 hectares desta herdade alentejana, com cerca de 300 animais de 60 espécies, selvagens e domésticas. Aos passeios guiados num trator, junta-se a visita à quintinha e há ainda casas nas árvores, escorregas e slides para preencher o dia. Monte do Azinhal, Lavre, Montemor-o- -Novo > T. 265 894 377 > mai-set: ter-dom 10h-19h; out e abr: ter-dom 10h-18h; fev-mar: ter-dom 10h-17h > €14, €12 (4-12 anos, mais de 65 anos), €42 (família)

Com 29 áreas temáticas, divididas por três pisos, no Museu do Benfica há também um espaço dedicado a Eusébio

Com 29 áreas temáticas, divididas por três pisos, no Museu do Benfica há também um espaço dedicado a Eusébio

D.R.

E AINDA:

Vestir a camisola: A história do SL Benfica, do FC Porto e do Sporting CP conta-se nestes museus

20. Museu Benfica – Cosme Damião, Lisboa

O pontapé de saída é dado com um contraponto entre as primeiras conquistas e a atualidade, com os troféus da última temporada de todas as modalidades do Sport Lisboa e Benfica. Depois, é percorrer as 29 áreas temáticas que se dividem pelos três pisos do museu. Existe uma área dedicada a Eusébio, vários filmes, jogos e atividades interativas, das quais se destaca um simulador de penáltis. É goooolo! Estádio do Sport Lisboa e Benfica > Av. Eusébio da Silva Ferreira, Porta 9, Lisboa > T. 21 721 9590 > seg-dom, 10h-18h > €6 a €10, €20 (família)

21. Museu FC Porto, Porto

A Valquíria Dragão, instalação de Joana Vasconcelos construída com dezenas de taças, cachecóis e galhardetes, dá as boas-vindas ao museu do FC Porto. Está dividido em 27 áreas temáticas, dedicadas a presidentes, treinadores, jogadores e às restantes modalidades além do futebol. No Photomaton, veste-se a camisola para se tirar uma fotografia com o jogador que mais se admira. Estádio do Dragão > Via Futebol Clube do Porto, Porto > T. 22 508 3352 > seg-dom, 10h-19h > €8 a €12

22. Museu Sporting, Lisboa

Inserido no Estádio José Alvalade, é no museu que os adeptos leoninos podem descobrir a história do clube, desde a sua fundação em 1906, através da exposição permanente de troféus. Há ainda um Jogo da Glória, quizes e um peddy-paper para testar os conhecimentos. Estádio José Alvalade > R. Professor Fernando da Fonseca, Lisboa > T. 21 751 6164 > ter-dom, 10h30-18h > €7 a €14, €30 (família)