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No café A Jogar é que a Gente Se Entende, em Vila do Conde, há centenas de jogos para lá do Monopólio

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O maior trunfo deste café são as centenas de jogos de tabuleiro. São quase 900 os títulos disponíveis para todas as idades e gostos no café A Jogar é que a Gente Se Entende, aberto recentemente em Vila do Conde

A coleção de quase 900 jogos foi sendo construída, ao longo dos anos, por Manuel e Dina Silva
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A coleção de quase 900 jogos foi sendo construída, ao longo dos anos, por Manuel e Dina Silva

Lucilia Monteiro

Os jogos estão divididos por categorias e cores, de acordo com o seu grau de dificuldade
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Os jogos estão divididos por categorias e cores, de acordo com o seu grau de dificuldade

Lucilia Monteiro

Nas Segundas a Jogar não é cobrada a taxa de utilização diária (€2) e, ao domingo de manhã, há sessões de contos para crianças
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Nas Segundas a Jogar não é cobrada a taxa de utilização diária (€2) e, ao domingo de manhã, há sessões de contos para crianças

Lucilia Monteiro

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Lucilia Monteiro

Desde outubro, quando abriu, que o café tem conseguido atrair famílias em redor dos jogos de tabuleiro
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Desde outubro, quando abriu, que o café tem conseguido atrair famílias em redor dos jogos de tabuleiro

Lucilia Monteiro

Salvar a Humanidade de uma pandemia mundial, construir uma intrincada rede de linhas ferroviárias, ser um espião na Guerra Fria, colonizar a ilha da Madeira... Tudo isto pode acontecer numa tarde passada à volta dos jogos de tabuleiro d’A Jogar é que a Gente Se Entende, em Vila do Conde. O último registo contabilizava 891 títulos, para todas as idades e todos os gostos, e, com o pagamento de uma taxa de €2, pode-se usufruir da coleção construída por Manuel e Dina Silva, enquanto se comem uns petiscos.

Quando se entra, o local parece um simples café, com uma oferta que vai desde as tostas às tibornas, tábuas e cervejas artesanais. Os jogos, esses, estão guardados numa “gruta” e divididos em quatro categorias, assinaladas por cores: os verdes são os mais acessíveis; os amarelos não têm grande dificuldade, para quem esteja habituado a estas lides; os vermelhos são mais complexos; os azuis revelam-se ideais para jogar entre duas pessoas. “Em Portugal, não há a cultura de jogos de tabuleiro, associa-se a uma brincadeira de crianças”, nota Manuel Silva.

Ainda assim, desde a abertura, no início de outubro, tem conseguido atrair famílias, casais e grupos de amigos. Até já convenceu um grupo de senhoras reformadas, pouco recetivas à ideia, a passar uma tarde animadíssima. “Dá-me imenso gozo cativar as pessoas.” Nos torneios, o convívio é ainda mais favorecido. “Numa mesa de jogo, conhecemos melhor uma pessoa do que com uma hora de conversa”, sublinha Manuel. Será mesmo a jogar que a gente se entende?

Nas Segundas a Jogar não é cobrada a taxa de utilização diária (€2) e, ao domingo de manhã, há sessões de contos para crianças

A Jogar é que a Gente Se Entende > R. Joaquim Maria de Melo, 244, Vila do Conde > T. 91 018 2995 > qua-qui, dom-seg 12h-24h, sex-sáb 11h-2h