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Refúgios de outono: 9 casas de turismo para uns dias de sossego no campo

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A dois ou em família, na planície do Alentejo ou em paisagens de montanha de grande beleza. Eis 9 sugestões para um fim de semana prolongado – com propostas de passeios, visitas ao nosso património e atividades a condizer com a estação

Florbela Alves, Joana Loureiro, Sandra Pinto e Susana Lopes Faustino

As Casas Caiadas foram construídas sobre ruínas de moinhos de água

As Casas Caiadas foram construídas sobre ruínas de moinhos de água

1. Casas Caiadas, Arraiolos

Os segredos são para ser guardados, já se sabe, e, se pudéssemos, não revelaríamos nada acerca deste paraíso construído sobre as ruínas de uns moinhos de água, numa propriedade de um hectare, muito perto de Arraiolos. Sem placas a indicar o caminho, que se faz por uma estrada de terra batida, só à chegada às Casas Caiadas é que se dá verdadeiramente conta do destino. Um recanto escondido, com cursos de água e rochas megalíticas, que povoam o terreno há milhares de anos, ideal para descansar e observar as estrelas do céu alentejano.

Quando os proprietários, Mário Domingues e Paula Cabrita, se aventuraram no projeto, as casas não passavam de ruínas do que, outrora, tinham sido moinhos de água. Com a ajuda do arquiteto Luís Pereira Miguel, as edificações foram convertidas em três casas – Casa Caiada (3 quartos), Stone House (1 quarto), Care Taker House (1 quarto). Já na Social House, fica a cozinha, sala de refeições e de estar. Envolvidos por oliveiras e freixos centenários, numa paisagem quase sempre verdejante, a tranquilidade é garantida. Entre amigos ou em família, os dias passam-se no terraço, a apanhar sol, à volta da piscina ou em passeios, a pé ou de bicicleta. De pequeno-almoço tomado (composto por produtos da região, sendo possível ajustar os pedidos dos hóspedes com as opções vegetariana e vegan), explore-se a propriedade ou a aldeia vizinha do Sabugueiro. E, no regresso às casas, perca-se nos pormenores da arquitetura e decoração, porque também eles fazem a diferença neste Alentejo em estado puro. Casas Caiadas > Sabugueiro, Arraiolos > T. 96 261 6474 > €380 a €580 (grupos até oito/dez pessoas), €120 a €240 (suítes)

Sugestões

Monte da Ravasqueira > Sinónimo de vinho, nesta herdade, perto de Arraiolos, há um museu particular de atrelagens, de várias épocas e muitos estilos

Barragem do Divor > Sobreiros, oliveiras e azinheiras envolvem este espelho de água, convidando a um passeio

O Chão do Rio recebeu a certificação sustentável da Biosphere

O Chão do Rio recebeu a certificação sustentável da Biosphere

2. Chão do Rio, Seia

Escutar os grilos, o coaxar das rãs ou o cacarejar das galinhas são momentos cada vez mais raros nos nossos dias. O Chão do Rio, na aldeia de Travancinha, proporciona-nos estes “pequenos nadas” que são, afinal, tudo. As camas de rede, no alpendre de cada uma seis casas com telhado de colmo (recebem até 4 pessoas), convidam a ler um livro e os oito hectares de quinta pedem longos passeios, sem olhar o relógio.

Abraçar (e proteger, sobretudo) a mãe-natureza é a filosofia deste turismo rural – o primeiro, em Portugal, a receber a certificação sustentável da Biosphere – imaginado por Catarina Vieira e pelo marido Rodolfo. Logo pela manhã, o pão de centeio, cozido a lenha na aldeia, é posto nos sacos de pano, pendurados no alpendre, e o pequeno-almoço entregue num cabaz – em que se incluem ovos caseiros, bolo Negro de Loriga, bolachas e granola caseiras. Depois do incêndio, em outubro do ano passado, a floresta regenera-se. As avelãs estão prontas a serem colhidas pelos hóspedes, os medronheiros e os carvalhos renascem e, até, o cordeiro Rio nasceu, há dias, de forma inesperada. Chão do Rio > R. da Calçada Romana, Travancinha, Seia > T. 91 952 3269 > a partir €120 (mínimo duas noites)

Sugestões

Lazer
Com marcação prévia, é possível fazer uma massagem de relaxamento, à sombra de um grande carvalho.

Serra da Estrela
No Centro de Interpretação da Serra da Estrela, em Seia, aprende-se acerca da morfologia e flora do Parque Natural.

Feira dos Santos
Nesta festa no Dia de Todos os Santos (1 nov), comem-se torresmos de porco, cozinhados na aldeia de Travancinha.

Um restaurante e um centro de bem-estar são as novidades do Craveiral, um turismo da natureza perto de São Teotónio

Um restaurante e um centro de bem-estar são as novidades do Craveiral, um turismo da natureza perto de São Teotónio

Jose Carlos Carvalho

3. Craveiral, Odemira

Quando, em julho, escrevemos sobre o Craveiral, para as páginas da VISÃO Se7e, demos conta que, em breve, este turismo da Natureza, composto por 38 casas, todas pintadas de branco, com diferentes tipologias (estúdios, T1 e T2), teria mais novidades para contar. É por isso que, desta vez, escrevemos que há vários – e bons! – motivos para voltar a esta propriedade com nove hectares, que foi um campo de cravos (flor que serviu de inspiração ao nome), perto de São Teotónio e das praias do Carvalhal e da Amália.

É Pedro Franca Pinto, um dos proprietários, que mais uma vez faz “as honras da casa”, começando por descrever a ementa do novíssimo restaurante Farmtable. Ali, são servidos grelhados de porco preto, ao almoço, e pizzas, com ingredientes orgânicos, ao jantar. Mas há mais: gaspacho de melão, empada de pato, legumes estufados, barriga de porco a baixa temperatura e saladas frescas, feitas com produtos hortícolas da época, alguns cultivados na horta d’O Craveiral. Também o centro de bem-estar, aberto nesta semana, oferece aos hóspedes uma piscina aquecida, sauna, banho turco e um pequeno ginásio. A piscina exterior já não é novidade, mas mesmo que o tempo não convide a banhos, continua a ser o lugar perfeito para ficar a ver, de copo na mão, o pôr do Sol que, por aqui, cobre o céu de tons alaranjados e avermelhados. Craveiral > EM 501, km 4, São Teotónio, Odemira > T. 91 810 0837 > a partir de €130

D.R.

Sugestões

Para crianças
Há várias atividades pensadas para os mais pequenos: andar no trator, fazer uma caça ao tesouro, preparar as pizzas do jantar ou ir buscar os ovos à capoeira.

Passeios
Pode escolher entre um passeio a cavalo, pela propriedade, ou na carrinha pão de forma até às praias do Carvalhal e da Amália, à barragem de Santa Clara ou às vinhas da adega Vicentino.

Dois espigueiros gigantes escondem duas penthouses e um T1

Dois espigueiros gigantes escondem duas penthouses e um T1

4. Quintãs Farm Houses, Arouca

O bezerro foi o último animal a nascer, no entanto, quando o leitor ler este artigo, é bem capaz de a veado-do-Canadá já ter dado à luz a sua cria na Quintãs Farm Houses. Tem sido este ambiente, de puro contacto com a vida animal e com a natureza, o melhor cartão de visita deste turismo rural, nascido há um ano no centro de Arouca, com uma localização de tal forma particular que, por aqui, só se ouve o relinchar dos cavalos ou o grasnar dos patos. As dezenas de espécies da quinta são o atrativo principal para quem pernoita num dos três apartamentos (duas penthouses e um T1 com jardim privado), situados em dois espigueiros gigantes, com soluções de eficiência energética, que lhes valeram o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana 2018. A obra do arquiteto Júlio Caseiro respeitou “a memória do meio”, através do uso de materiais como a pedra, a madeira e a telha. Contam os proprietários, a família Ferreira, que muito têm gostado de ver as famílias “e, sobretudo as crianças”, a deixarem o telemóvel de lado. É que, entre alimentar os animais, ir buscar ovos ao galinheiro, montar a cavalo ou guiar um carrinho de mão na quinta, nem dão por falta das novas tecnologias. E ainda bem! Quintãs Farm Houses > R. dos Bombeiros Voluntários, 3, Arouca > T. 91 029 6327 > a partir €130 (mínimo duas noites)

D.R.

Sugestões

Passadiços do Paiva
Com mais de oito quilómetros, na margem esquerda do rio Paiva, entre as praias fluviais do Areinho e Espiunca, atravessa vários geossítios e cascatas. Reserva prévia através do site, entrada €1.

Gastronomia
Da vitela arouquesa à doçaria conventual – pão de ló, castanhas doces ou barrigas de freira –, muito há para saborear nos restaurantes desta região.

No Bukubaki, em Peniche, há seis casas suspensas e 19 tendas tipi para dormir

No Bukubaki, em Peniche, há seis casas suspensas e 19 tendas tipi para dormir

Jose Carlos Carvalho

5. Bukubaki, Peniche

Escolher entre dormir numa casa suspensa na árvore e numa tenda tipi é o mais difícil neste glamping ecológico, antes de gozar uns dias de espírito livre em harmonia com a Natureza. Em apenas um hectare de terreno, na reserva florestal, quatro amigos italianos construíram seis casas suspensas nas árvores e instalaram 19 tendas tipi. Cada casa assente em palafitas, rodeada pelos troncos e as próprias copas, tem aquecimento, ar condicionado, casa de banho, sala de jantar, kitchenette com fogão e frigorífico, e um maravilhoso alpendre com mesa e cadeiras, onde apetece estar, para nos sentirmos entre o céu e a terra.

No Bukubaki, o conforto está em harmonia com a Natureza, mesmo nas tendas erguidas sobre decks de madeira, fabricadas com tecido de algodão impermeabilizado e com casas de banho e balneários partilhados. A tudo isto acrescente-se um skate park, uma piscina de água salgada, aquecida por painéis solares, sauna, massagens, aulas de ioga, surf, skate e pilates (com reserva prévia), aluguer de bicicletas elétricas e equipamento de surf e de skate. Na hora da refeição, vale a pena experimentar o restaurante, aberto a não hóspedes. Ovos mexidos com espargos, carne de porco à alentejana e arroz de pato fazem parte da ementa com pratos de fusão, entre Portugal e Itália, além de muita pasta fresca, tudo aliado à agricultura orgânica de produtores locais. Não há adulto que passe pelo Bukubaki que não se sinta o verdadeiro Huckleberry Finn, mas com wi-fi. S.C. Bukubaki > R. do Juncal, 6, Casais Mestre Mendo, Peniche > T. 262 249 830, 96 713 8917 > casa na árvore 4 pessoas €205 a €255 > tenda 4 pessoas €108 a €152

Sugestões

Dino Parque
Na Lourinhã, o novo parque temático ao ar livre revela 120 réplicas de dinossauros à escala real, distribuídas entre as árvores ou nos próprios trilhos de areia.

Doçaria
Amigos de Peniche, penichenches ou pastéis de Peniche. Todos feitos à base de ovos e amêndoa, são vários os doces para provar nas pastelarias.

Na Herdade da Matinha, os 22 quartos permitem que se aprecie a paisagem

Na Herdade da Matinha, os 22 quartos permitem que se aprecie a paisagem

D.R.

6. Herdade da Matinha, Santiago do Cacém

Quando, há 20 anos, Alfredo Moreira da Silva e Mónica Belleza tropeçaram nesta propriedade alentejana, na aldeia do Cercal do Alentejo, viram qualquer coisa que ainda ninguém tinha visto. “Um turismo de autenticidade, proximidade e partilha”, como descreve Alfredo, inspirado nas suas estadas prolongadas na Austrália. A herdade foi crescendo devagar, sem transformá-la “num parque temático e sabendo preservar-lhe a poesia”, acrescenta. A Matinha começou por ter apenas quatro quartos, mas atualmente há 22 – todos desenhados para que os hóspedes apreciem a paisagem que se vê do outro lado da janela. Dos seus vários recantos, a piscina rodeada de verde é um dos lugares mais relaxantes desta herdade, que oferece ainda uma “cozinha local, sazonal e sustentável, sempre com pequenos fornecedores”, explica o proprietário. À prova estão cachaço de porco preto em redução de vinagre preto e variados legumes colhidos da horta biológica da Matinha, como a beringela com maçã e espinafres, tomate assado com alecrim e vegetais grelhados. Ali, sem darmos por isso, o tempo passa mais devagar. R.M.C Herdade da Matinha > EN390, Cercal do Alentejo, Santiago do Cacém > T. 93 373 9245 > a partir de €85

D.R.

Sugestões

Atividades
Aulas de ioga, passeios a cavalo e piqueniques são algumas das atividades organizadas na Matinha.

Rota Vicentina
Vale a pena aproveitar o trilho da Rota Vicentina que passa à porta da herdade, e fazer o passeio que se estende até à praia de Porto Covo.

No Moinho de Maneio não há televisão nem rede de telemóvel

No Moinho de Maneio não há televisão nem rede de telemóvel

Divulgacao

7. Moinho do Maneio, Penamacor

O primeiro alerta é dirigido aos dependentes do telemóvel. No Moinho do Maneio, a oito quilómetros de Penamacor, não se proíbe o seu uso, mas, nesta casa de campo, não terá rede suficiente para fazer chamadas ou para “navegar” pela internet. O segundo, estende-se a todos os leitores: aqui também não há televisão nem nada que possa perturbar o silêncio ou distrair-nos da Natureza em redor... Melhor ainda porque o que não faltam são coisas para descobrir nesta propriedade que se estende por cerca de 20 hectares, como a ribeira da Bazágueda, ali bem perto, entre outros recantos. Ao todo, são cinco casas que podem ser alugadas – uma delas é a Casa do Alecrim, com “cama ao lado da lareira e uma pequena cozinha que lembra o tempo das nossas avós”, descreve o casal de proprietários, Anabela Martins e Rui Marcelo. Já o Quarto do Trigo, o mais recente no Moinho do Maneio, batizado com o nome de um gato “muito especial que tivemos e que passava os dias no topo do telhado”, destaca-se pela casa de banho transparente, embutida nas rochas. Passando pela piscina, em direção à ribeira, avista-se a tenda, em forma de bolha, que é transparente à frente e em cima, onde adormecemos a ver o céu estrelado. Moinho do Maneio > Estrada Municipal km 7,5, Bazágueda, Penamacor > T. 277 394 399 > quarto duplo a partir de €70, casa a partir de €85, bolha a partir de €100

Sugestões

Ar livre
Para lá das bicicletas e do trampolim gigante, no Moinho de Maneio pode ainda fazer passeios de canoa, tiro ao alvo e jogar matraquilhos.

Castelo de Penamacor
A vista desvenda quatro serras: a da Malcata, com os seus cumes arredondados, e, na sua continuidade, a serra da Gata. A oeste, fica a da Gardunha e, a norte, a serra da Estrela, que se cobre de neve no inverno.

A Casa dos Castelejos organiza atividades, como um workshop de pão

A Casa dos Castelejos organiza atividades, como um workshop de pão

8. Casa dos Castelejos, Castro Verde

Virada para uma planície a perder de vista, na parte mais alta de uma propriedade com mais de 400 hectares, onde se cria gado bovino, a Casa dos Castelejos é aquilo a que se pode chamar de um verdadeiro refúgio alentejano. A paisagem é a do campo branco, em Castro Verde, região de cultivo de cereais de sequeiro e habitat de várias espécies de aves – razão pela qual atrai os amantes do birdwatching. Os Castelejos, na verdade, são três casas (nove quartos) – em breve quatro, quando o T0, que terá uma oliveira no interior e vista para a piscina, estiver terminado. Também não tem a disposição característica de um turismo rural, porque não existem muros a separar-nos dos vizinhos e estamos integrados na aldeia de Monte do Guerreiro.

As boas-vindas são dadas por Cremilde Brito Paes, a proprietária, sempre disponível. “Adaptamo-nos aos horários e pedidos dos hóspedes, por isso, passámos a ter brunch (de três variedades: regional, clássico e vegetariano), e a servir jantares, com sopas alentejanas e outras propostas, à luz das velas se assim o desejarem.” Passeios de bicicleta, massagens (com marcação prévia) e passeios na aldeia ajudam a matar o tempo. Para sentir o verdadeiro Alentejo, faça-se a visita à ganadaria da família e um workshop de pão na aldeia. “Queremos que a estada proporcione um bom descanso, mas também boas memórias”, diz a proprietária. Casa dos Castelejos > S. Marcos da Ataboeira, Monte Guerreiro, Castro Verde > T. 96 948 9844 > a partir de €90, €120 (T1)

D.R.

Sugestões

Ermida de S. Pedro das Cabeças
Perto de Castro Verde, isolada num monte, é um dos locais onde se diz ter tido lugar, em 1139, a Batalha de Ourique.

Gastronomia
No restaurante A Cavalariça (T. 286 915 491), em Entradas, serve-se açorda de fraca e borrego de caldeirada, cozinha genuína da região.

O turismo rural da Quinta da Rabaçosa privilegia o estilo rústico

O turismo rural da Quinta da Rabaçosa privilegia o estilo rústico

Lucilia Monteiro

9. Quinta da Rabaçosa, Castro Daire

Se há luxo neste turismo rural, é o da Natureza sem perturbações. Ao redor da Quinta da Rabaçosa, não se avista uma casa, apenas o verde envolvente, e, como música de fundo, ouve-se o correr das águas límpidas do rio Paiva, a convidar para um passeio de barco a remos ou para umas horas de pesca (porque não?). Quando a antiga moagem e as habitações em volta foram adquiridas, há dez anos, por Fátima Jesus, estavam em ruínas. A proprietária acompanhou com empenho a sua reconstrução, respeitando a traça original, nomeadamente o revestimento a xisto e as típicas varandas de madeira. A decoração mantém o estilo rústico e os quartos estão mobilados com camas, lavatórios, armários de outros tempos, recuperados e habilmente conjugados por Fátima. Uma das seis casas, com capacidade para quatro pessoas, dispõe de dois quartos e de uma pequena sala com cozinha. Nas restantes, os quartos duplos (sete, no total) estão divididos entre o primeiro e o segundo andares. Existe ainda um edifício de apoio, com salas comuns e cozinha, onde os hóspedes podem preparar as suas refeições (há forno a lenha e churrasqueira). O vasto terreno, a acompanhar o leito do rio, tem áreas ajardinadas, picadeiro com cavalos (ariscos, por isso, só para admirar) e piscina. É deixar-se levar e absorver toda esta tranquilidade. Quinta da Rabaçosa > Mões, Castro Daire > T. 93 759 3365 > aberto de mar-out > a partir de €55

D.R.

Sugestões

Centro de Interpretação e Informação do Montemuro e Paiva
Em Castro Daire, instalado no antigo Solar dos Mendonças, o centro destaca os atrativos da região, delimitada pelo rio Paiva e pela serra do Montemuro.

Trilho das Levadas
Com 11,3 km e dificuldade média, o trilho passa pela Quinta da Rabaçosa e atravessa a serra e o rio, revelando paisagens e antigos moinhos comunitários.