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Perfil

O Gosto dos Outros ... Paulo Furtado

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O músico, também conhecido por The Legendary Tigerman, que tem andado em digressão com o seu mais recente álbum, Misfit, conta-nos o que o inspira

As artes e os artistas
A arte, nas suas diferentes formas, inspira-o, sobretudo a arte dos outros, diz. “O cinema, a música, a literatura, o teatro. Tenho pena de quase nunca ver músicos no teatro, por exemplo.”

Rui Chafes
São muitos os artistas que o influenciam, mas há um português, em particular, que destaca: Rui Chafes, o escultor (e não só) do romantismo e das linhas depuradas. “As suas obras trazem-me paz.”

Lisboa
Quando Paulo Furtado chegou a Lisboa, há quase dez anos, imaginou que esta seria uma morada provisória. “Tinha os olhos postos em Paris ou em Berlim, nunca pensei que iria ficar tão enamorado da cidade, apesar de já termos uma paixoneta de infância”, lembra o músico que cresceu em Coimbra. Agora, dificilmente a trocaria por qualquer outra.

Sharon Van Etten
Passa longos períodos sem ouvir muita música, já que a sua vida gira à volta dela, mas neste momento tem a rodar na aparelhagem “um disco muito bonito e inesperado”: (it was) because i was in love, de Sharon Van Etten.

Os livros

O músico está a ler The Fountainhead, de Ayn Rand, e Butcher's Crossing, de John Williams. E vários manuais da Moog, a conhecida marca de sintetizadores, conta-nos.

O objeto

Tem uma Gibson Es125 de 1955, guitarra da emblemática fabricante norte-americana, e, naturalmente, este é um dos seus objetos preferidos.