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O Gosto dos Outros... Delfim Sardo

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Os lugares de eleição de Delfim Sardo, curador da Anozero – Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra, patente até final do ano

Delfim Sardo

Delfim Sardo

António Pedro Ferreira

1. Biblioteca de Arte 
da Gulbenkian, Lisboa

Nesta biblioteca, vocacionada para as artes visuais, arquitetura e design, o curador passa muitas horas. É um dos seus lugares “mais importantes”. “Um serviço excecional que a Gulbenkian presta a toda a comunidade artística”, diz, “não existiria a mesma qualidade de investigação em arte sem esta biblioteca”.

2. San Giorgio degli Schiavoni, Veneza, Itália

Apaixonado por Veneza, em Itália, que vai conhecendo “beco a beco, ponte a ponte, igreja a igreja, museu a museu”, não se cansa de regressar à igreja de San Giorgio degli Schiavoni, restaurada recentemente. Aprecia particularmente os painéis de pinturas do pintor italiano Vittore Carpaccio.

3. Ria de Aveiro

A paisagem de sapal da ria de Aveiro, cidade onde nasceu, é “parte” de Delfim Sardo. Foi lá que aprendeu a gostar “das outras paisagens da mesma natureza, da ria Formosa à Laguna de Veneza”.

4. Bairro dos Anjos, Lisboa

O bairro dos Anjos, onde vive, é para Delfim Sardo, “o parque arquitetónico de época mais preservado de Lisboa, a memória do modernismo na sua versão habitacional, com os prédios de Cassiano Branco a destacarem-se na malha dos anos 20”.

5. Restaurante Boi-Cavalo, Lisboa

Delfim Sardo elege este pequeno restaurante em Alfama, outrora um talho, por ser “simultaneamente informal e sofisticado” e pela “cozinha culta e surpreendente” do chefe Hugo Brito. “Cada visita é sempre uma possibilidade de surpresa, estranheza e encantamento.”

6. Mosteiro de Santa 
Clara-a-Nova, Coimbra

“É um espaço poderoso”, diz, sobre este mosteiro, polo principal da Bienal Anozero, que acolhe obras de Fernanda Fragateiro, Julião Sarmento, Ângela Ferreira, entre outros artistas.