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Quo Vadis Lisboa: Pelos lugares da fé, sem papéis 
nem brochuras

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O Patriarcado de Lisboa aposta num site – e numa aplicação para telemóvel – que reúne informação sobre as igrejas e o património religioso da cidade. O projeto chama-se Quo Vadis Lisboa

A Igreja de São Roque é apenas uma das mais de 120 que estão no roteiro do projeto Quo Vadis

A Igreja de São Roque é apenas uma das mais de 120 que estão no roteiro do projeto Quo Vadis

Marcos Borga

A igreja de Santo António e o Tesouro da Sé estão, por estes dias, em destaque no Quo Vadis Lisboa, com uma galeria de imagens e respetiva história. A visita à Igreja de São Pedro também é recomendada e, na agenda do mês, ficamos a saber que, na Sexta-feira Santa, a Via Sacra nas ruas da Baixa tem início às 21 e 30 na Igreja da Madalena e termina na Igreja do Sacramento. Estas são algumas das informações reunidas no novo site do Patriarcado de Lisboa, e disponíveis numa aplicação para telemóvel com o mesmo nome (por enquanto só para Android, em breve na loja da Apple).

“Percebemos que os turistas, portugueses e estrangeiros, tinham dificuldade em obter informação sobre as igrejas, a sua história, pontos de interesse ou os horários de funcionamento”, afirma José Manuel Pimenta, coordenador do projeto Quo Vadis. O primeiro passo foi dado em 2016, com o lançamento do Guia das Igrejas da Cidade de Lisboa, para o qual foi preciso fazer um levantamento do património do Patriarcado. “E que serviu de ponto de partida para a segunda parte do projeto: o digital.”

A cada 15 dias, há também uma peça em destaque, como o quadro Santo António com o Menino e a Virgem, de Josefa de Óbidos, que merece a ida ao Mosteiro de São Vicente de Fora, ou a Custódia de D. José, na Sé de Lisboa. Sem papéis ou panfletos, mas de telemóvel na mão, é possível fazer também uma das cinco rotas sugeridas – Alfama, Mouraria, Baixa, Chiado e Castelo –, onde a informação sobre cada uma das igrejas é complementada por outros pontos de interesse que contam a história de Lisboa.

Outra das funcionalidades da aplicação são as notificações. “Se passar por uma igreja, recebe uma mensagem a identificá-la”, explica José Manuel Pimenta que traça o objetivo do projeto Quo Vadis para os próximos dois anos. “Chegar a Mafra, Óbidos, Nazaré e Alcobaça.”

www.quovadislisboa.com