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De mão em mão: As melhores lojas vintage, em Lisboa e no Porto

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Móveis de época, candeeiros únicos, marcas de luxo a preço de saldo, edições especiais de livros e vinis raros. Nestas 19 lojas de artigos vintage, em Lisboa e no Porto, a aposta está na originalidade das peças

Marcos Borga

1. Mid Mod – Original Vintage, Lisboa

De tão bonita e surpreendente, a loja que Henrique Salgado abriu, vai fazer dois anos em janeiro, na zona da Lapa, deixa qualquer um deslumbrado a olhar para os mil e um candeeiros, cadeirões e objetos que nem se percebe bem o que são. Até o proprietário nos explicar, a sorrir: “É a primeira televisão a cores da Philips.” A beleza deste recanto vintage, numa loja com arcadas em pedra e muita luz natural, resulta da curadoria feita por Henrique, 44 anos, com uma carreira que passou, primeiro, pela publicidade, depois pela fotografia. Foi, no entanto, a trabalhar como assistente de decoração que ganhou o gosto pelo design dos anos 50, 60 e 70 – o Mid-Century Modern, designação que serviu de inspiração ao nome. Na Mid Mod vendem-se peças originais destas épocas, com um design muito específico em que as linhas sóbrias se cruzam com alguma irreverência e muita cor. Como a Garden Egg Chair, de Peter Ghyczy (1968), o candeeiro de mesa Ghost Lamp, de Shiro Kuramata (1972), e o conjunto de mesa e cadeiras Caravela, da marca portuguesa Olaio.
De momento, a oferta é composta por cerca de 300 peças – entre mobiliário, objetos decorativos e iluminação – que Henrique foi adquirindo em sites internacionais espanhóis, italianos ou franceses, e a particulares. “São objetos de design que marcam qualquer espaço e ainda lhe acrescentam valor. Além disso, quando vamos buscar coisas de qualidade que já não se produzem, e as pomos novamente no mercado, estamos indiretamente a contribuir para o ambiente”, afirma Henrique. Nisto da decoração, a ideia é brincar também com as peças e misturá-las com outras de linhas contemporâneas e de produção nacional. Por isso, na Mid Mod também há trabalhos de artistas como Vhils, Mário Belém e mobiliário da Cabana Studio. Está tudo ali, em sítios inesperados, é só deixar-se surpreender. R. da Bela Vista à Lapa, 40, Lisboa > T. 91 019 0200 > ter-sáb 14h30-19h30

Paulo Serrão

2. Hexágono, Lisboa

Pau-santo, teca africana, nogueira australiana, são algumas das madeiras com que se produziam, entre os anos 50 e 80, o mobiliário à venda na Hexágono, na zona da Estefânia. Desde 1989 que a loja está de portas abertas no mesmo local, mas nem sempre foram os aparadores, mesas e cadeiras destas épocas, alguns com assinatura de designers de interior ou arquitetos, que aqui moraram. Jamil Aboobakar, o proprietário, começou por se dedicar às reproduções, velharias e antiguidades, até que percebeu que este tipo de mobiliário começava a ter procura. Atualmente, são as peças que compra a fornecedores de confiança e em leilões no estrangeiro que lhe enchem o olho. “Não gosto quando uma peça é logo vendida. É bom, claro, mas eu preferia olhar mais um bocadinho para ela”, diz Jamil. Na Hexágono, encontram-se peças maioritariamente francesas, inglesas e italianas. Tudo restaurado em Portugal, com a ajuda de um marceneiro e de um estofador de confiança, o que permite escurecer a madeira ou trocar o tecido das cadeiras e do sofá, escolhido de um lote dos anos 60 e 70, nos tons que se usavam: verde-água, vermelho ou laranja garrido. R. D. Estefânia, 21 A-B, Lisboa > T. 21 357 9342 > seg-sex 10h-13h, 14h-19h, sáb 11h-14h

Marcos Borga

3. Mau Génio, Lisboa

Fleetwood Mac, Rush, Tom Petty e Miles Davis podiam compor a banda sonora exclusiva da Mau Génio. Afinal de contas, são os músicos favoritos de Pedro Marques, proprietário desta loja de CD e DVD em segunda mão, em Benfica. Mas a verdade é que, na Mau Génio, acontece precisamente o contrário. A dedicação ao negócio é tal que Pedro, 55 anos, não descura a procura de artistas, edições e títulos descatalogados, uns mais mainstream, outros fora do comum, com os quais alimenta a clientela desde que a loja abriu, há 19 anos, no Centro Comercial Nevada. Só em CD são cerca de 20 mil referências, de todos os géneros musicais, e quando falamos em DVD – com muita procura, ao contrário do que se possa pensar –, a lista de filmes, séries e musicais, chega aos três mil títulos.
O catálogo da Mau Génio– especializada na compra e venda, e que tem também blu-ray, vinis e livros – é fruto do empenho de Pedro Marques. “Procuro artigos em sites internacionais, mas também vou às principais feiras mundiais, como a Record Fair, em Utrecht, na Holanda, a maior na especialidade”, explica o proprietário. Ao sábado, quem quiser pode vir aqui vender o que tem em casa, tendo sempre em conta que nem tudo tem lugar nesta casa da música e do cinema, impecavelmente arrumada – os CD por ordem alfabética da primeira à última letra, os DVD pelas duas primeiras. Falta apenas dizer que os preços começam nos cinco euros. E que se pode ver e mexer à vontade, só não vale é baralhar. Shopping Center Nevada, Loja 9 > Estr. de Benfica, 731 A, Lisboa > T. 21 824 5090 > seg-sáb 10h-13h, 14h-19h45

Na Pop-Closet, a roupa para mulher tem lugar de destaque logo à entrada da loja
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Na Pop-Closet, a roupa para mulher tem lugar de destaque logo à entrada da loja

Marcos Borga

Casaco comprido, Castelbajac, €120
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Casaco comprido, Castelbajac, €120

Marcos Borga

Saia plissada vintage, €45
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Saia plissada vintage, €45

Marcos Borga

Conjunto saia e casaco, Ungaro, €120
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Conjunto saia e casaco, Ungaro, €120

Marcos Borga

Camisola Jean Paul Gaultier, €120
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Camisola Jean Paul Gaultier, €120

Marcos Borga

Sobretudo, Burberry, €150
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Sobretudo, Burberry, €150

Marcos Borga

A oferta segue as tendências da estação, como os casacos com pelo de borrego
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A oferta segue as tendências da estação, como os casacos com pelo de borrego

Marcos Borga

O recanto dedicado às peças mais desportivas
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O recanto dedicado às peças mais desportivas

Marcos Borga

Blusão Mobil, €120, anorak Umbro, €75
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Blusão Mobil, €120, anorak Umbro, €75

Marcos Borga

Blusão, €35
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Blusão, €35

Marcos Borga

Anorak estampado, €60
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Anorak estampado, €60

Marcos Borga

Óculos de sol, Céline, €90
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Óculos de sol, Céline, €90

Marcos Borga

4. Pop-Closet, Lisboa

Há vários pormenores que distinguem a loja de roupa em segunda mão de António Branco, a começar pela criteriosa seleção. “Os artigos têm de ter alguma coisa de original e diferenciadora, e estar em muito bom estado”, explica o proprietário da Pop-Closet, aberta há cerca de um ano e meio no Chiado. A clientela fixa sabe que aqui vai encontrar marcas como Just Cavalli, Castelbajac, Moschino, Raf Simons ou Alves/Gonçalves a preços que raras vezes ultrapassam os 100 euros. Parte é comprada em Amesterdão e Londres, outra é deixada à consignação pelos clientes – vestuário e acessórios, incluindo sapatos e óculos de sol, na maioria com preços entre os €20 e os 40 euros.
Na Pop-Closet não entram marcas de fast fashion e a oferta segue as estações e as tendências porque, como diz António, “a moda é reciclável, o que varia é a forma como se usa e conjuga”. A sustentabilidade também passa pela decoração, por isso não estranhe os acessórios estarem expostos num balcão frigorífico e os vestidos de festa pendurados num andaime. Se tudo correr bem, António espera abrir, no verão, lojas pop-up no Algarve. Já nesta sexta, 23, a Black Friday também passa por aqui: tudo vai estar à venda com 25% de desconto. Cç. do Sacramento, 48, Lisboa > T. 21 609 6251 > seg-sáb 12h-20h

Lucília Monteiro

5. Império dos Sentidos, Porto

Aparadores art déco dos anos 60, mesas de pau-santo de 1930 e candeeiros de design dinamarquês da década de 70. É esta estética modernista que apaixona Helena Pessoa e Paulo Marques, proprietários da loja Império dos Sentidos, e os faz correr mundo à procura de móveis, candeeiros e outros objetos do século XX. O resultado está à vista numa espécie de casa – com 500 m2 de área, sem cozinha, mas com zona de refeição –, decorada com mobiliário e iluminação de origens e décadas diversas, com especial incidência na art déco e no período dos anos 40 até à década de 80. Todas as peças são originais (o candeeiro mais barato custa 250 euros e um móvel pode atingir os dois mil euros) e, caso seja necessário, podem ser restauradas em oficina própria, de acordo com materiais e métodos utilizados na sua construção.
Sem se focar apenas em determinado período, estética ou autor, tudo na Império dos Sentidos está em diálogo. Uma viagem ao século XX, feita a partir “de peças icónicas, de escolas diferentes, como a nórdica, a italiana, a francesa e a brasileira, mas contemporâneas umas das outras”, dizem os proprietários. Porque, para Helena e Paulo, “é essa mescla que torna as coisas muito interessantes”. R. da Constituição, 1595, Porto > T. 22 832 3093 > seg-sáb 10h30-13h, 15h-20h

Lucília Monteiro

6. O Sótão da Tia Becas, Porto

Fica na zona das lojas de velharias, a dois passos da Praça Coronel Pacheco, este que “é o paraíso dos colecionadores”. Paulo Machado, 62 anos, perdeu a conta aos leilões e às feiras onde esteve, mas as peças antigas continuam a ser uma perdição. “É um vício”, confessa. “Tudo aqui tem uma história.” A loja, que pertence também a Maria João e a Joana Maria, as filhas de Paulo Machado, pede tempo para se perder nos milhares de brinquedos, livros, postais, discos, louças, fotografias e quadros que ocupam as paredes de alto a baixo. À exceção das placas publicitárias e dos móveis – em que cada gaveta é uma deliciosa descoberta –, “está tudo à venda”, diz Paulo, enquanto nos mostra um livro de receitas, de 1953, com letra desenhada a tinta permanente, que apresenta scones e bolos para visitas inesperadas. “Gostamos disto tudo”, atira, “caso contrário, já tínhamos saído porta fora”. Tv. de São Carlos, 22, Porto > T. 91 178 8675 > ter-sáb 11h-13h, 14h30-19h

Lucília Monteiro

7. Quartier Latin, Porto

Isadora Fevereiro tem apenas artigos de luxo, em segunda mão, na loja. Todos com ar novo, a estrear, e alguns até com a etiqueta original. “A oferta é grande e permite selecionar bem as peças”, diz a responsável. Há roupa, calçado e acessórios, mas são as carteiras – de marcas como Chanel, Gucci, Louis Vuitton, Prada e Miu Miu, com valores que chegam a ultrapassar os dois mil euros – os artigos mais procurados desde a abertura, há oito anos, da Quartier Latin. “Nas carteiras, o tamanho não se põe”, justifica. Tudo é ali deixado à consignação por clientes que, muitas vezes, acabam por comprar outras peças na loja. “Somos apenas mediadores”, frisa Isadora, que criou uma relação “muito próxima” com as clientes, na maioria mulheres entre os 25 e os 50 anos. Há lista de espera para alguns modelos clássicos Chanel e Louis Vuitton, e todos os artigos da loja estão à venda online. R. Pedro Homem de Melo, 410, Porto > T. 22 092 6625 > seg 15h-19h30, ter-sex 10h30-13h, 15h-19h30, sáb 10h30-13h, 15h-19h

Lucília Monteiro

8. Louie Louie, Porto e Lisboa

Com um percurso desde sempre ligado à música, Rui Quintela começou por vender discos de vinil em segunda mão, primeiro em Braga e, a partir de 2004, no Porto. “Era um mercado marginal”, recorda, que se revelou “uma boa aposta junto de uma clientela heterogénea que não para de crescer.” Ao todo, entre vinis (a partir €2) e CD (a partir €5), usados e novos, contam-se mais de dez mil títulos, disponíveis também no site. “No Porto, temos a maior seleção de registos diferentes”, frisa – do rock ao jazz, do hip-hop à música eletrónica. Muitos clientes vêm pelos clássicos, pela música dos anos 80 ou pelas reedições em vinil, e também há livros e t-shirts. A Louie Louie (que, entretanto, abriu uma loja em Lisboa) não é apenas para colecionadores, pois há muito que entrou no roteiro não só de quem gosta de música mas também dos artistas que vão tocar ao Porto. R. do Almada, 536, Porto > T. 22 201 0384 > seg-sáb 10h30-19h > Escadinhas do Santo Espírito da Pedreira, 3, Lisboa > T. 21 347 2232 > seg-sáb 11h-19h30, dom e feriados 15h-19h30

Marcos Borga

9. A Outra Face da Lua Lisboa

Na loja de Carla Belchior, o plástico foi banido e as compras levam-se em sacos de papel ou de pano (comprados ao balcão). Mas continuam a oferecer água filtrada e a disponibilizar o sofá e wi-fi grátis a todos quantos queiram demorar-se a descobrir a roupa e os acessórios vintage em segunda mão (dos anos 60 aos 90), para homem e mulher. Há 13 anos, Carla Belchior mudou a loja do Bairro Alto para a Baixa, sem nunca perder de vista a sua missão: sustentabilidade. “O que nós não sabíamos, quando começámos, é que a fast fashion [moda de consumo rápido] ia tornar-se uma das indústrias mais poluentes do mundo. Está dentro de cada um escolher investir em peças em segunda mão e vintage, em vez de comprar coisas novas”, defende.
A Outra Face da Lua é uma loja de slow fashion com uma curadoria muito própria. Em cerca de 200 metros quadrados, decorados com candeeiros de época, lustres e quadros com fotografias antigas, tanto se vende fitas de cabelo por €3 como uns brincos dos anos 80 ou umas calças de ganga Levi’s por €35. Nos charriots há camisas e vestidos, impecavelmente arrumados e ordenados como se de um arco-íris se tratasse. “Ainda vamos a tempo de repensar e retificar atitudes. As coisas não podem acabar no lixo a esta velocidade. O vintage nunca teve que ver com o passado, mas sim com o futuro. É um negócio do século XXI”, afirma Carla. R. da Assunção, 22, Lisboa > T. 21 886 3430 > seg-sáb 10h-19h30

Lucília Monteiro

10. Mon Père, Porto

Os vestidos, as camisas e os acessórios dos anos 80 e 90 da Mon Père dão cor às galerias por baixo do Hotel Malaposta. Mariana Araújo, 28 anos, inspirou-se no Camden Market (mercado de rua londrino) para abrir ali, em 2013, uma loja que se estende agora também à Rua Mártires da Liberdade, onde funciona um outlet com artigos dos anos 70 e 80, sempre com promoções. “Com o boom do vintage, a loja tornou-se pequena”, diz a sorridente Mariana, que vê nos clientes um interesse genuíno pela sustentabilidade do planeta. “São jovens bem informados e sabem que esta roupa foi feita para durar.” Todas as peças “são lavadas” antes de entrarem na Mon Père, frisa Mariana. Do vestuário ao calçado, da bijuteria às carteiras, encontra-se de tudo um pouco, como as calças de cintura subida, que continuam a ser a peça mais procurada, os kispos dos anos 80, as camisas de flanela e os casacos de pelo. Os preços, esses, raramente ultrapassam os 40 euros. R. da Conceição, 80, Porto > T. 91 848 0270 > seg-sáb 14h-20h

Alexandre Bordalo

11. Déjà Lu, Cascais

Esta é mais do que uma simples livraria, porque não só os livros que enchem as três salas da Déjà Lu foram doados e agora são vendidos a preços apetecíveis mas também a receita reverte a favor da Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21 e da Pais 21 (no ano passado foram doados, no total, 35 mil euros). O projeto solidário, de Francisca Prieto e Maria Faria de Carvalho, começou por ser um blogue, abrindo portas em 2015 no primeiro piso do restaurante Taberna da Praça, na Fortaleza da Cidadela de Cascais. O catálogo tem cerca de sete mil títulos de vários géneros, do thriller ao romance, da literatura infantil aos livros de viagem. Para orientar os visitantes, pequenos papéis, onde se lê Literatura Marota ou Romances Arrebatadores, indicam, com graça, cada uma das secções. Como é importante comprar mas também doar livros, pode fazê-lo na própria livraria ou no centro de desenvolvimento infantil Diferenças, na Bela Vista, em Lisboa. Restaurante Taberna da Praça (1º andar) > Fortaleza da Cidadela, Av. D. Carlos I, Cascais > T. 92 405 8238 > ter-dom 12h-19h

E ainda...

12. Retrox, Lisboa
Entre os objetos dos anos 50, 60 e 70, encontra-se loiça, candeeiros, secadores de cabelo e malas de viagem, que nos fazem regressar à infância ou à casa dos avós. R. dos Anjos, 4 C, Lisboa > T. 91 801 1547 > ter-sáb 12h-19h

13. Vinil Experience, Lisboa
Do colecionador de vinis José Cunha, esta é uma loja para ir sem pressa e o local ideal para quem procura discos em segunda mão de rock, garage, psicadelismo progressivo, funk, soul e jazz dos anos 60 e 70. R. do Loreto, 65, 2º, Lisboa > T. 96 716 9660 > seg, qui-sex 13h30-20h, sáb 11h30-19h

14. Addict.a, Lisboa
Nesta loja, especializada em vestuário e acessórios de luxo em segunda mão, há sapatos Prada, carteiras Louis Vuitton, botas Chanel ou cintos Dolce & Gabbana a metade do preço. Lg. Machado de Assis, Lj. 9 B, Lisboa > T. 93 927 6771 > seg-sex 15h-18h30

15. Garagem Vintage, Lisboa
Cadeiras Olaio, arquivadores industriais, peças de porcelana, candeeiros e até brinquedos em segunda mão. Nesta Garagem, que só abre por marcação, tudo é posto à venda através do Facebook e do Instagram. R. Martins Sarmento, 14, Lisboa > T. 91 270 8937

16. Adeleiro da Torrinha, Porto
Joana Albuquerque escolheu a rua dos antiquários do Porto para abrir esta loja, onde reúne heranças de família e peças ali deixadas à consignação: mesas, bancos antigos de carpinteiro, bilhas de azeite em metal e cadeiras de realizador. R. da Torrinha, 211, Porto > T. 91 812 7009 > ter-sex 15h-19h; sáb 10h-13h, 15h-19h

17. Ornitorrinco, Porto
Nesta loja de acessórios e roupa vintage das décadas de 70 e 80, há também artigos para homem. Além de se dar particular atenção à qualidade das peças, cada uma é escolhida com todo o cuidado. R. da Assunção, 7, Porto > seg-sáb 10h-19h

18. Timtimportimtim, Porto
Dedicada em exclusivo ao universo da banda desenhada, tem livros e revistas de diversas épocas, lado a lado com bonecos e objetos empilhados, o que faz de cada visita uma nova descoberta. R. da Conceição, 27, Porto > T. 22 201 1083 > seg-sáb 10h-12h30, 14h30-19h

19. Trash Vintage, Porto
Depois de três anos a viver em Paris, Beatriz Mendanha regressou ao Porto para reabrir a Trash Vintage, virada para os jovens. É da capital francesa que importa toda a roupa, calçado e malas dos anos 80 e 90, com preços a partir de 5 euros. Galerias Lumière > R. José Falcão, 157, Porto > R. das Oliveiras, 72, Porto > T. 93 792 3721