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As mochilas Gardunha, da Monte Campo, estão de volta

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A marca portuguesa relançou o seu modelo mais emblemático, uma mochila moderna e revivalista q.b., com novos detalhes de design e 17 novas combinações de cores

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Embora a produção da Gardunha Clássica nunca tenha parado na pequena fábrica familiar da Monte Campo, fundada em 1978 por Eduardo Pinheiro, em São João da Madeira, durante vários anos não se ouviu falar desta mochila, que muitos ainda guardam religiosamente em casa. Resistente, impermeável e de design simples, foi, durante as décadas de 80 e 90 do século passado, objeto inseparável de várias gerações de jovens, e não só, que a levavam às costas para todo o lado.

Vinte anos depois, a Gardunha está de volta numa nova versão, a Gardunha MC (€59), que ao desenho clássico acrescentou detalhes, como o novo logótipo bordado no tampo da mochila, as fitas estampadas com o nome da marca, a bolsa interior para levar o computador e os fechos vulcanizados à prova de água. Com 22 litros de capacidade, continua a permitir transportar muita coisa, dos livros e cadernos da escola ao equipamento desportivo, tal como se fazia nos anos 80 e 90. O processo de fabrico ainda implica muita mão de obra manual, como a das costureiras responsáveis pela junção final das diferentes partes que compõem a mochila. A garantia de durabilidade das peças Monte Campo é, por isso, um dos fatores que distinguem a marca portuguesa, atualmente a funcionar com três gerações da família Pinheiro, avô, filho e neto, todos com o nome Eduardo. A nova Gardunha MC está disponível em 17 combinações de cores, tal como a bolsa de cintura e o boné, que chegam em setembro – mais duas novidades que assinalam o relançamento da marca portuguesa e os seus 40 anos de vida.

Monte Campo > à venda em várias lojas multimarca e em www.montecampo.pt