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Natureza num frasco: a Claus Porto lança 5 águas de Colónia inspiradas em Portugal

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Lyn Harris voltou a pôr o nariz na herança olfativa portuguesa, agora para criar cinco águas de Colónia que são viagens no tempo e no espaço

Os cinco novos lançamentos da marca
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Os cinco novos lançamentos da marca

Nuno Moreira

Vetiver, um dia nublado passado nas planícies do Alentejo
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Vetiver, um dia nublado passado nas planícies do Alentejo

Nuno Moreira

Geranium, a fazer lembrar o exotismo do Jardim Botânico de Lisboa
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Geranium, a fazer lembrar o exotismo do Jardim Botânico de Lisboa

Nuno Moreira

Fougère, que ganhou forma depois de Lyn Harris dormir uma noite ao relento na Comporta
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Fougère, que ganhou forma depois de Lyn Harris dormir uma noite ao relento na Comporta

Nuno Moreira

Clementine, os aromas cítricos que quase passam despercebidos no Douro
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Clementine, os aromas cítricos que quase passam despercebidos no Douro

Nuno Moreira

Porto, um elogio à beleza quase selvagem da cidade
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Porto, um elogio à beleza quase selvagem da cidade

Nuno Moreira

Lyn Harris consegue cheirar um perfume antes de este sequer existir. Encontra-o na forma como as folhas se mexem com o vento, na brisa que vem do mar a uma determinada hora da tarde ou nas imperfeições de uma cidade. Na verdade, Harris é uma perfumista pouco dada a convenções, tanto na sua marca própria, que entretanto deixou, como nos projetos nos quais trabalha, sempre com todos os sentidos bem apurados. Foi assim quando começou a juntar os ingredientes para o novo lançamento da Claus Porto: cinco águas de Colónia, cada uma um pedaço da nossa terra.

A perfumista Lyn Harris viajou de norte a sul do país para descobrir os cheiros que encontramosnesta linha

A perfumista Lyn Harris viajou de norte a sul do país para descobrir os cheiros que encontramosnesta linha

Tudo começou com uma viagem de norte a sul do País, pesquisa que deu origem ao Le Parfum, que assinalou os 130 anos da marca de beleza portuguesa, mas que não se ficou por aí. “Pensei nas águas de Colónia por serem a família de fragrâncias mais tradicional e capaz de expressar todos os aspetos que eu queria”, conta Lyn Harris à VISÃO Se7e. O travo a verão dos citrinos e das vinhas, o cheiro da terra com as ervas secas, as verdejantes figueiras e os seus frutos maduros, a beleza dos ciprestes misturados com a humidade são alguns exemplos do que chamou a atenção da perfumista, que regressou aos lugares onde foi feliz para explorar novos cheiros e possibilidades. “Esta água de Colónia é a minha tradução pessoal da Claus Porto, da família, da paisagem, da beleza, das pessoas, da arquitetura”, explica. O resultado divide-se em Vetiver, um dia nublado passado nas planícies do Alentejo; Geranium, a fazer lembrar o exotismo do Jardim Botânico de Lisboa; Fougère, que imaginou depois de dormir uma noite ao relento na Comporta; Clementine, os aromas cítricos que quase passam despercebidos no Douro; e Porto, um elogio à beleza quase selvagem da cidade, com a imponência da arquitetura de um lado e a sinuosidade das ruas do outro. “Cada água de Colónia representa a beleza do País e, ao mesmo tempo, fala da linguagem olfativa da marca.” Aliás, acrescenta Lyn Harris, “tento sempre que as minhas ideias façam com que as fragrâncias sejam uma experiência que nos toque a alma e nos leve numa viagem”, que é como quem diz, falam diretamente às emoções.

Claus Porto > R. da Misericórdia, 135, Lisboa > T. 91 721 5855 > seg-dom 10h-20h > R. das Flores, 22, Porto > T. 91 429 0359 > seg-dom 10h-20h