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Bio Boards: Estas pranchas são para surfar na cidade

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Longe do mar, já se pode fazer surf em terra firme, com os skates sustentáveis da marca Bio Boards, nascida em Leça da Palmeira

Em setembro, a equipa da Bio Boards vai andar em digressão pela Europa para divulgar a sustentabilidade da marca portuguesa

Em setembro, a equipa da Bio Boards vai andar em digressão pela Europa para divulgar a sustentabilidade da marca portuguesa

Pedro Mendes

Podíamos estar no mar em cima de uma prancha, mas estamos em terra firme. Os skates da Bio Boards, uma marca ecofriendly de Leça da Palmeira, em Matosinhos, têm um sistema de três rodas – e não quatro, como é habitual – permitindo aos praticantes terem sensações reais de surf. Ricardo Marques, licenciado em engenharia ambiental, praticante de desportos radicais, conta que a ideia surgiu “pelo facto de nem sempre se verificarem condições climatéricas para a prática segura de surf”. Com as Bio Boards, os surfistas podem praticar treinar sem entrarem mar adentro, explica.

A marca tem-se afirmado no mercado pela produção de skates e pranchas de surf (que podem ser personalizadas ao gosto do cliente) com o mínimo impacto ambiental, usando a cortiça portuguesa, cartão e bambu. O uso de materiais reciclados, recicláveis, reutilizáveis ou biodegradáveis valeu-lhe recentemente uma menção honrosa excecional na categoria de Arquitetura e Artes Visuais, no Prémio Nacional de Indústrias Criativas. Além de skates e das pranchas de surf (que custam entre €180 e €280, no site da marca), a Bio Boards produz ainda balance boards e roupa desportiva, também ela feita com materiais recicláveis.

As primeiras ideias para este projeto surgiram em 2013 mas só no ano passado é que a startup entrou oficialmente no mercado, incubada no Centro Tecnológico da Universidade do Porto (UPTEC). E ambição não falta a esta marca amiga do ambiente.

À venda no site bio-boards.net