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Sabor a mar: Os melhores restaurantes para comer marisco, de norte a sul do País

Comer e beber

Sapateira, amêijoas, lavagante, santola, lingueirão, camarão, ostras, bruxas e percebes. Nestes 29 restaurantes de norte a sul, o marisco é a iguaria mais desejada – tudo da nossa costa

José Carlos Carvalho

1. Mar do Inferno, Cascais

Delicie-se com uma travessa de bruxas, acabadas de cozer e abertas ao momento

“Há 25 anos, ninguém conhecia, valorizava e, muito menos, comia bruxas. Oferecíamo-las aos clientes que pediam as navalheiras”, recorda José António Tirano, do Mar do Inferno, aberto há 44 anos, que o gere, juntamente com a mãe, Maria de Lourdes, e o irmão Reinaldo. A família orgulha-se de ser o primeiro restaurante a servir este pitéu de sabor adocicado e textura leve, apanhado em Cascais, zona de abundância e de excelência desta espécie. Antigamente, conta o proprietário, os pescadores apanhavam as bruxas nos covos, juntamente com as navalheiras, agora são os mergulhadores que desempenham a perigosa tarefa – as bruxas são apanhadas uma a uma, a cada descida (em apneia) ao fundo mar. “Em quatro horas, conseguem apenas uma média de três quilos.” Por este motivo, sempre que o mar está calmo e com visibilidade para mergulhar, há bruxas no Mar do Inferno (€95/kg). José António deixa uma dica: “A melhor forma de comer as bruxas é cozidas em água com sal e acabadas de abrir para largar a aguadilha saborosa. Também podem ser grelhadas, mas perdem a frescura e a humidade.” Av. Rei Humberto II Itália, Boca do Inferno, Cascais > T. 21 483 2218 > seg-ter, qui-dom 12h-22h30

2. Marisco na Praça, Cascais
As bruxas (€90/kg) e outros mariscos escolhem-se à entrada e são depois servidos na mesa. Mercado da Vila > R. Padre Moisés da Silva, 34, Cascais > T. 21 482 2130 > seg-dom 12h-24h > €90/kg > Marina de Cascais > seg-dom 12h-24h

3. Os Lusíadas, Matosinhos
Neste restaurante aberto há 25 anos, pergunte por santiaguinhos (€85/kg), nome dado às bruxas na região norte. R. Tomás Ribeiro, 257, Matosinhos > T. 22 937 8242 > seg-sáb 12h-23h30, 12h-15h

4. Marisqueira Fialho, Tavira

O melhor arroz de lingueirão no Algarve, com vista para a Ria Formosa

Esta é uma sugestão para quem gosta mesmo de comer. Mas se procura sofisticação, decoração cuidada, guardanapos de pano e copos de cristal, esqueça. À Marisqueira Fialho, em Luz de Tavira, vai-se para comer, entre muitas outras iguarias, o melhor arroz de lingueirão. Rico no dito, apuradinho e refogado em muita cebola, tomate e pimento. É servido em doses avantajadas, em tacho de barro (€28). Comem três à vontade e até pode chegar para mais, se antes vierem umas amêijoas grandes e gordas e, também para comer à mão, uma dose de peixe-rei frito – para quem não conhece, é assim uma espécie de filhote de jaquinzinho. Tudo isto com uma vista deslumbrante da ria Formosa. M.B.M. Estr. Municipal 1339, 1090E, Luz de Tavira, Tavira > T. 281 961 222 > ter-dom 12h-15h, 19h-22h

5. Taberna Albricoque, Lisboa
No novo restaurante de Bertílio Gomes, em Santa Apolónia, há canja de lingueirão (€7) ao jantar. R. Caminhos de Ferro, 98, Lisboa > T. 96 349 1581 > ter 15h-23h, qua-sáb 12h-23h, dom 12h-18h

6. Ribamar, Sesimbra
À Bulhão Pato ou ao natural, assim se servem os lingueirões (€12/dose) na conhecida marisqueira de Sesimbra. Av. Náufragos, 29, Sesimbra > T. 21 223 4853 > seg-dom 12h-16h, 19h-23h

Pedro Granadeiro/NFACTOS

7. Esplanada Marisqueira A Antiga, Matosinhos

A sapateira recheada, com ou sem casca, é um dos ex-líbris

Na mais antiga marisqueira de Matosinhos (1957) – que conquistou Anthony Bourdain em 2017, na última visita que o chefe e apresentador de televisão fez ao Porto –, o balcão, situado entre as duas grandes salas, é uma montra do que vem do mar e um regalo para os olhos. Carlos Miranda, 51 anos, que herdou do pai, Serafim Miranda, a gestão do restaurante – aos 72 anos, ainda o encontramos a descascar gambas que hão de entrar no arroz de marisco –, já perdeu a conta às vezes que serviu sapateira recheada, apanhada na nossa costa. Mas até que o crustáceo (que pode chegar aos três quilos) chegue à mesa, há muito que se lhe diga. Depois de cozido em água a ferver com sal, são-lhe retiradas as patas e a carapaça, bem como o que se encontra dentro do casco, que servirá para fazer o recheio, ao qual se junta broa de milho, salsa, cebola, azeite, ovo cozido ralado e duas gotinhas de molho inglês (€44/kg). Só depois está pronto para barrar em tostas. Quem não quiser ter trabalho com o alicate, pode pedir a sapateira já descascada. “Tivemos de nos adaptar aos clientes que não querem sujar-se”, brinca Carlos Miranda. R. Roberto Ivens, 628, Matosinhos > T. 22 938 0660 > seg-dom 12h-1h

8. Ribadouro, Lisboa
Servida cozida com o recheio à parte, a sapateira sai diretamente dos viveiros desta cervejaria aberta em 1947. Av. da Liberdade, 155, Lisboa > T. 21 354 9411, 93 652 0721 > seg-dom 12h-1h30 > €35,50/kg

9. Caximar, Vila do Conde
O restaurante com vista para o mar, situado na marginal entre Vila do Conde e a Póvoa de Varzim, serve sapateira ao natural ou recheada com gambas. Av. do Brasil, 1979, Vila do Conde > T. 252 642 492 > ter-dom 12h-15h, 19h15-22h15

Lucília Monteiro

10. O Gaveto, Matosinhos

O arroz de lavagante vale a viagem

Há quem venha de longe – do estrangeiro, até –, com mesa reservada, para se deliciar com o arroz de lavagante n’O Gaveto. O crustáceo é bonito, em tons de azul, pescado ao largo da costa de Matosinhos, e podemos vê-lo num dos aquários da entrada. A fama deste arroz vem de longe, praticamente desde que o restaurante abriu, em 1984. O segredo da receita parece estar na calda, “feita com as cascas e outras partes do lavagante já cozido, que é coada depois de bem apurada”, descreve José Manuel Silva, um dos filhos do fundador da casa, Manuel Pinheiro. No momento de servir, entra o arroz carolino (português) ao qual se juntam as lascas do crustáceo, por cima. O arroz de lavagante (€62,50/duas pessoas) chega à mesa ainda a fumegar, acompanhado com fatias de pão torrado – e vai mesmo bem com um copo de vinho branco. Na edição deste ano do festival Primavera Sound, a organização criou um bilhete-experiência, intitulado Com Arroz do Mesmo, que juntou dezenas de pessoas à mesa d’O Gaveto. “Não tivemos mãos a medir”, recorda José Manuel Silva. R. Roberto Ivens, 826, Matosinhos > T. 22 937 8796 > seg-dom 12h-24h

11. Cervejaria Liberdade, Lisboa
O arroz malandrinho de lavagante (€32,50) é um pratos mais pedidos da ementa desta cervejaria. Hotel Tivoli Avenida da Liberdade > Av. da Liberdade, 185, Lisboa > T. 21 319 8977 > seg--dom 12h30-23h30

12. The Blini Vila Nova de Gaia
No restaurante do chefe José Cordeiro, o arroz de lavagante (preço sob consulta) serve-se com vista para o rio Douro. R. do General Torres, 344, Vila Nova de Gaia > T. 22 405 5306 > ter--sáb 12h-15h, 17h-24h

Paulo Barata

13. Ramiro, Lisboa

Na cervejaria da Almirante Reis, serve-se Amêijoa Boa, ao natural ou à Bulhão Pato

Na célebre cervejaria Ramiro, aberta a 7 de abril de 1956, na Avenida Almirante Reis, em Lisboa, conhecida pelos bons mariscos (e também pelas longas filas de espera), só se serve a amêijoa boa (nome da espécie), apanhada em Olhão, no Algarve. “Experimentámos várias qualidades, mas estas são as melhores”, diz Pedro Gonçalves, genro do fundador e atual gerente da cervejaria que aposta num serviço que nos faz sentir em casa e numa ementa o mais simples possível, a respeitar a frescura do produto do mar. “Tem que ver com o sabor e com a sua consistência, mais tenra”, descreve. Já o calibre é nitidamente inferior à amêijoa que era consumida há cerca de 15 anos, mas continua a ser boa. “Não tivemos o cuidado de limitar as quotasde pesca”, sublinha Pedro Gonçalves.

A receita das amêijoas à Bulhão Pato, preparadas com azeite, alho e coentros, mantém-se intacta há cerca de 40 anos. “A tendência é caminhar para aquilo que já fazemos há muitos anos, o produto quando é fresco não precisa de muitas coisas.” Também servem ao natural, abertas ao vapor e cruas apenas com limão, fica a nota. A única coisa que mudaram, há cerca de cinco ou seis anos, foi o empratamento, passando das travessas para o tacho, para manter a temperatura (€11,62 dose). “Como bons comensais que somos, não resistimos a molhar o pão neste molho guloso, mas reparo que os clientes estrangeiros comem à colher, como se fosse uma sopa. Não sobra nada”, garante Pedro, com ar satisfeito. Av. Almirante Reis, 1, Lisboa > T. 21 885 1024 > ter-dom 12h-21h30

14. Faroleiro, Cascais
Na seleção de marisco, destacam-se as amêijoas ao natural e à Bulhão Pato, das legítimas, carnudas e saborosas (€58/kg). Estr. do Guincho, Cascais > T. 21 487 02 25 > seg-dom 12h-16h, 17h-23h

15. Restaurante da Adraga, Sintra
Confecionadas de várias formas, à Bulhão Pato, ao natural ou à moda da Suzete (€50/kg). Praia da Adraga, Sintra > T. 21 928 0028, 21 928 1231 > seg, qua--dom 12h30-22h

16. S. Valentim, Matosinhos
O restaurante serve as amêijoas com coentros ou salsa, à escolha do cliente. R. Heróis de França, 335, Matosinhos > T. 22 937 92 04 > seg-dom 12h-15h30, 18h30-22h30

José Carlos Carvalho

17. Nunes Real Marisqueira, Lisboa

A especialidade é santola, com cerveja bem fresca e pão torrado a acompanhar

Vive no fundo do mar rochoso e arenoso e alimenta-se de algas, bivalves e outros invertebrados. A santola é um petisco que chega às mesas da Nunes Real Marisqueira, em Belém, em duas versões. Como entrada, servida na casquinha guarnecida com cerveja preta, maionese caseira e pickles. Mas também completa, com casco e as “patinhas”, cozida em água temperada com sal marinho (€40/kg). “Quem pede uma santola é um cliente específico e apreciador”, diz Rui Nunes, proprietário desta marisqueira, aberta em 2001. Com um sabor mais acentuado a mar em relação às sapateiras, estas santolas são apanhadas na costa entre Peniche e Setúbal, por uma questão de proximidade. Já à mesa, é hora de pegar no martelo e no alicate e começar o banquete. Não se queixe logo da falta de jeito, se não conseguir partir a carapaça. “São muito duras”, garante Rui Nunes. Confirma--se, dizemos nós, mas os empregados, sempre atentos, ajudam a tornar a missão mais fácil. No geral, o marisco pede tempo para se saborear cada pedacinho, por isso nesta casa as cervejas servem-se em canecas de inox para manter a frescura e o gás. E nós louvamos cada golo. R. Bartolomeu Dias, 112, Lisboa > T. 21 301 9899 > ter-dom 12h-24h

18. Porto de Santa Maria, Cascais
Durante a tarde, entre as 15h30 e as 19h15, neste restaurante liderado pelo chefe Miguel Laffan, só se serve marisco, incluindo santola. Estr. do Guincho, Cascais > T. 21 487 9450 > seg--dom 12h-23h > €40/kg

19. 5 Oceanos, Matosinhos
A santola pode ser pedida ao natural ou recheada (€40/kg). R. Heróis de França, 689, Matosinhos > T. 22 937 2941 > seg-dom 12h-16h, 19h-24h

20. Camelo da Apúlia, Esposende
Situado frente aos moinhos da Apúlia, o restaurante tem uma nova esplanada virada para o mar, onde, entre outros pratos, pode saborear a santola ao natural (€26). R. do Facho, 314, Apúlia, Esposende > T. 91 253 9666 > seg-dom 12h-15h30, 19h-22h30

Pedro Granadeiro/NFACTOS

21. Zizi, Vila Nova de Gaia

Neste restaurante na Praia da Aguda, o camarão da costa sabe ainda melhor

A vista sobre o extenso areal da Praia da Aguda, o peixe e o marisco frescos são o cartão de visita do restaurante Zizi, em Vila Nova de Gaia. Seja na esplanada em cima da areia ou na sala interior, o Atlântico invade a mesa. Na carta, difícil será escolher entre o peixe grelhado, os arrozes, as caldeiradas (a cataplana de polvo com camarão é a novidade deste verão, €46,50/2 pessoas) e o marisco. Diretamente da costa vêm os camarões “pequeninos, mas muito saborosos, que sabem a mar”, descreve Vera Ferreira, filha de Manuel Ferreira, o dono da casa. São a última remessa que receberam – nesta altura do ano, o camarão está no defeso, que interdita a sua pesca para preservação da espécie –, cozidos “com muito sal, um pouco de piripíri e uma folha de louro”, momentos antes de chegarem à mesa. Ideal para entrada da refeição – com uma cerveja bem fresca, a acompanhar –, o camarão da costa (€88/kg) continua a ser um dos mariscos mais procurados para as almoçaradas e jantaradas de verão. R. do Mar, Praia da Aguda, Vila Nova de Gaia > T. 22 762 0728 > ter-sex 12h-15h, 19h30-22h, sáb 12h-15h30, 19h30-22h30, dom 12h-15h30

22. A Marisqueira de Ribamar, Mafra
Nesta que é uma das marisqueiras mais antigas da Ericeira, não falta gamba branca do Algarve (€60/kg) nem camarão de Espinho (€65/kg), entre outros mariscos frescos. EN247, 57, Santo Isidoro, Mafra > T. 261 862 441 > seg-ter, sex 12h-16h30, 19h-22h, sáb-dom 12h-22h

23. Aquário Marisqueira de Espinho, Espinho
Num dos restaurantes mais antigos da cidade, com 66 anos, o camarão da costa está sempre na carta. R. 4, 540, Esplanada do Mar, Espinho > T. 22 732 1000 > seg-dom 12h-23h

Alexandre Bordalo

24. Casa da Igreja, Vila Real de Santo António

Nesta casa simples, as ostras são saboreadas ao natural ou ao vapor

Há cinco ou seis anos que Patrício Correia, 33 anos, já não produz ostras em Cacela Velha. “Tudo por culpa da degradação da ria Formosa e da falta de intervenção por parte das entidades competentes”, aponta, com mágoa, o atual proprietário da Casa da Igreja. Por ano, em média, produzia ali três toneladas, agora tem de as comprar em Olhão. “Estas são melhores porque as águas são mais produtivas, aqui não há poluição, é tudo mais natural. As de Olhão também são bastante apreciadas”, diz, e prova disso são as longas filas à porta. Foi há mais de 50 anos que o seu pai abriu esta pequena tasca, onde “vendia apenas caranguejos, ostras e amêijoa da ria Formosa”, conta Patrício que, ainda pequeno, ajudava a limpar o molusco na água salgada e a separá-lo.

Na Casa da Igreja, as ostras são servidas ao natural ou cozinhadas ao vapor (€1, unidade). À confeção simples, a respeitar a frescura do produto, junta-se a mestria do proprietário em abri-las, em três ou quatro segundos. Na ementa, há ainda amêijoas e gamba branca do Algarve para petiscar, que justificam cada minuto de espera. Lg. da Igreja, Vila Nova de Cacela, Vila Real de Santo António > T. 965 891 240 > seg-dom 16h30-22h30

25. Local – Your Healthy Kitchen, Lisboa
Chegam da ria Formosa as ostras do Local, servidas ao natural (€2,40/unidade, €13/dúzia) ou temperadas em copo de shot (€3,10 a €3,50/cada). Av. 24 de Julho, 54, Lisboa > T. 21 390 0072 > seg-dom 9h-23h > R. Rodrigues Sampaio, 134, Lisboa > T. 21 583 6800 > seg-dom 9h-00h30

26. Dóri, Ílhavo
Situado por cima do Mercado da Costa Nova, a carta inclui ostras da ria de Aveiro ao natural (€2). Mercado Municipal da Costa Nova > Rua José Estêvão, Praia da Costa Nova, Ílhavo > T. 234 369 017 / 91 772 6868 > ter-sáb 12h-15h30, 19h-22h, dom 12h-15h30

27. Ostras & Coisas, Porto
Pode escolher ostras ao natural, ao vapor, grelhadas com manteiga clarificada e alho ou em tempura (a partir €2). R. da Fábrica, 73, Porto > T. 22 328 0527 > ter-qui 18h-23h, sex-sáb 18h-24h

28. Cervejaria Mar, Aljezur

Cozidos em água do mar, os percebes são um dos petiscos mais pedidos

Para muitos veraneantes, um dia nas praias de Vale dos Homens ou da Carriagem terminava inevitavelmente no Quiosque Já Disse, no Rogil, para comer uma travessa de percebes. Ali, chegavam a vender-se, num fim de semana, 40 a 50 kg deste crustáceo apanhado na zona da Arrifana, da Carrasqueira e do Rogil. De há três anos para cá, a paragem faz-se na Cervejaria Mar, no centro de Aljezur, aberta devido ao sucesso do quiosque que, no entanto, se tornou pequeno. Depois de apanhado o percebe, atividade perigosa que exige a descida de escarpas com a ajuda de cordas, faz-se a sua seleção pelo tamanho (€30-€40/kg). “Com os mais pequenos, quando chegam em grande quantidade, faço um arroz, os grandes são servidos quentes, acabadinhos de cozer na água do mar”, diz Dorgival Cunha, cozinheiro e sócio-gerente da Cervejaria Mar. E se este é um petisco bastante conhecido e apreciado pelos portugueses, Dorgival lembra o ar surpreso dos turistas quando veem o bicho pela primeira vez, ficando com curiosidade em experimentar e surpreendidos com o sabor. Para o cozinheiro, não há dúvida: “Este é um dos melhores mariscos que existem.” A esta iguaria juntam-se santolas, lagostas, mexilhões e navalheiras, tudo apanhado na Costa Vicentina. R. da Escola, 13, Aljezur > T. 282 994 155 > seg-dom 12h-2h

29. Centro Náutico de Paço de Arcos, Oeiras
Em frente ao Jardim de Paço de Arcos, no restaurante deste centro náutico, à beira-rio, há percebes (€30/kg) para petiscar. Av. Marginal, Paço de Arcos, Oeiras > T. 21 443 0393 > seg-dom 12h30-22h