Visão Sete

Siga-nos nas redes

Perfil

As 23 novas mesas de Lisboa que merecem mesmo uma visita

Comer e beber

Da cozinha de autor aos sabores asiáticos e portugueses, eis os 23 novos restaurantes que, nos últimos meses, abriram em Lisboa. Para alegria do nosso palato

Sandra Pinto e Susana Lopes Faustino

O Soão é uma viagem à Ásia entre dim sum, bao, sushi, pho, caril e pad thai

O Soão é uma viagem à Ásia entre dim sum, bao, sushi, pho, caril e pad thai

Diana Tinoco

1. Soão – Taberna Asiática

Antes de os sabores nos arrebatarem à mesa, é a decoração que surpreende de tão bem conseguida que está. A conjugação de madeira, ferro, latão, redes de pesca e barris de saké abre caminho para uma viagem pela gastronomia de seis países asiáticos: China, Coreia, Índia, Japão, Tailândia e Vietname. No Soão, a nova taberna asiática de Lisboa, no bairro de Alvalade, provam-se dim sum, bao, sushi, pho, caril, pad thai e robata, tudo cheio de sabor e de muitos aromas. “Quisemos abrir um restaurante asiático em Lisboa, mas fugir dos bairros ditos da moda e investir nos lugares vividos por lisboetas”, diz António Querido, um dos sócios do grupo Sea Me (também proprietários do Sea Me – Peixaria Moderna e do Prego da Peixaria).

Depois de uma viagem pelo Oriente, o chefe Luís Cardoso, discípulo do mestre Takashi Yoshitake (falecido fundador do restaurante Aya), concluiu que a melhor forma de criar uma ementa que refletisse o Sudoeste Asiático era fazendo dois pratos de cada país – e, mesmo assim, ainda não conseguiu incluir todos. Entre as sugestões, há sopa tom yum e pad thai, um prato picante tailandês (massa de arroz salteada com ovo, camarão ou frango, cebolo, amendoim, rebentos de soja e tamarindo) e chamuças de cabra, uma especialidade indiana. “O mais difícil foi reproduzir o dim sum, tivemos de aprender a fazer a massa, depois o recheio, e tudo no ponto certo”, explica o chefe. Para uma refeição mais informal, escolha-se a taberna com balcão e mesas intimistas, onde se vê os sushimen a trabalhar. Falta só dizer que o Soão tem a maior carta de destilados asiáticos, pelo menos de Lisboa, com gins, uísques e saké japoneses, soju coreano e baijius da China. Av. de Roma, 100, Lisboa > T. 21 053 4499 > seg-sex 12h30-15h30, 19h30-23h, sex até 24h, sáb 12h30-24h, dom 12h30-23h > menu degustação €85 ou €65 s/bebidas > cerimónia do chá €9,50 a €19

Mariscos de rio e de mar, servidos ao natural, 
em arroz ou em açorda no novo Mariscadoro, no Campo Pequeno

Mariscos de rio e de mar, servidos ao natural, 
em arroz ou em açorda no novo Mariscadoro, no Campo Pequeno

José Carlos Carvalho

2. Mariscador

Quem escolhe uma marisqueira não exige apenas bom marisco e peixe de qualidade; também “procura uma boa torrada, a cerveja estupidamente gelada e uma maionese caseira”, diz Rodrigo Castelo. O chefe privilegia os pormenores na sua Taberna Ó Balcão, em Santarém – onde trabalha o produto local, do touro bravo aos peixes do Tejo –, e agora também no novo Mariscador, a marisqueira que se divide por dois pisos na lisboeta Praça do Campo Pequeno. “Tudo que a nossa costa der, não vamos comprar fora”, afirma Rodrigo Castelo. Depois de passar o aquário das lagostas e dos lavagantes, e o balcão onde se pode saborear as ostras e o presunto de pata negra, sente-se à mesa para provar as camarinhas (€4,50), “os nossos tremoços”, esclarece o chefe, e o expresso do caranguejo da meia-noite (€2,50), um caldo reconfortante, servido num copo de shot, e ainda os croquetes de touro (€2). Depois aventure-se pelo lagostim e pelo caranguejo-do-rio, pelos percebes de Peniche, pelo camarão de Espinho ou pela gamba violeta do Algarve, cozinhados no ponto certo. 
Se preferir provar um pouco de tudo, peça a Teca de Marisco (€100, duas pessoas). Na ementa destacam-se ainda os arrozes de lingueirão (€21) e de lavagante (€60, duas pessoas), o pica-pau do lombo com pickles caseiros (€19) e dois pregos (lombo de atum ou lombo de touro) na pombinha, um pão ligeiramente adocicado, tradicional de Santarém. Finalize-se este banquete com a caixa de bolos, inspirada nas vendedoras da Praia da Nazaré. Pç. de Touros do Campo Pequeno, Lisboa > T. 96 844 4126 / 96 844 3618 > seg-dom 12h-24h

 Elogio aos bons produtos portugueses na Taberna Fina, que fica no hotel Le Consulat  

Elogio aos bons produtos portugueses na Taberna Fina, que fica no hotel Le Consulat  

3. Taberna Fina

O chefe André Magalhães passou a porta da sua taberna, deu uns passos até à Praça Camões e abriu a versão fina do que já nos habituou na Rua das Flores. A Taberna Fina fica no primeiro piso do edifício Le Consulat – onde antes funcionou o Consulado do Brasil –, transformado em hotel e que tem também um bar e uma galeria de arte.
Com 24 lugares e onde se serve apenas jantares de degustação, a ementa é definida pela sazonalidade, mudando constantemente. Por estes dias, chegam à mesa pratos como corvina, aipo e alecrim ou tartelete de favas com chouriço e tomate bio, balsâmico e orégãos. Mas tudo depende também do que os fornecedores trazem. Isto porque André Magalhães continua a apostar na qualidade dos produtos nacionais, cultivados em terrenos de pequena escala, embora aqui eles sejam tratados com outra técnica 
e maior criatividade. Para saborear cada momento – três snacks, um amuse-bouche, 
o momento do pão, uma entrada, um prato de peixe e outro de carne, uma pré-sobremesa e a sobremesa – reserve-se, no mínimo, duas horas. Hotel Le Consulat > Pç. Luís de Camões, 22, Lisboa > T. 93 859 6429 > ter-sáb 19h30-24h > menu de degustação €56, harmonização de vinho €22

O Patio Antico é o novo italiano nas Avenidas Novas

O Patio Antico é o novo italiano nas Avenidas Novas

Fabrice Demoulin

4. Patio Antico

A vinda do Patio Antico para Lisboa já era um pedido repetido pelos clientes habituais, alguns há mais de 20 anos, do restaurante de Paço de Arcos (fechado para obras). Para 
a Avenida Duque d’Ávila, onde não falta um pátio interior e uma esplanada, Rosário Corsa trouxe a sua equipa e aquilo a que nos habituou: comida de norte a sul de Itália, feita com bons ingredientes, que são para o napolitano “a base de tudo”. A ementa mostra uma variedade de opções: burratina (€6), tábua de enchidos italianos (€8), ovo frito com rosti de batata e trufa preta (€15), ravioli com cogumelos (€15), entrecôte de Black Angus e massa com trufas, e polpette fritas (espécie de almôndegas) com spaguetti com alho, salsa 
e piripíri. Av. Duque d’Ávila, 169 D, Lisboa > T. 21 353 0290 > seg-dom 12h30-15h, 19h30-22h30

Na Cantina Zé Avillez valoriza-se o receituário português

Na Cantina Zé Avillez valoriza-se o receituário português

5. Cantina Zé Avillez

É com uma ementa portuguesa que o chefe José Avillez se apresenta na Cantina Zé Avillez, num bonito prédio revestido a azulejos, no renovado Campo das Cebolas. “É uma localização privilegiada que está a ser bem recuperada”, diz o chefe de cozinha, distinguido com duas Estrelas Michelin, sobre esta zona em reabilitação. À mesa chega sopa de feijão com couve-lombarda (€3,30), pataniscas com arroz de feijão-preto e maionese de alho (€15,40) e iscas de porco com batatas fritas e cebolada (€13,20), entre outros clássicos. “Aqui sirvo comida tradicional, com preços mais acessíveis, para que todos os que amavelmente me seguem a venham experimentar”, 
afirma José Avillez. R. dos Arameiros, 15, Lisboa > T. 21 580 7625 > seg-dom 12h-24h

Na cafetaria Amélia Lisboa a ementa é saudável, colorida, para saborear e partilhar nas redes sociais

Na cafetaria Amélia Lisboa a ementa é saudável, colorida, para saborear e partilhar nas redes sociais

Luis Barra

6. Amélia Lisboa

Não é de estranhar que no Instagram se vejam tantas fotografias da cafetaria Amélia Lisboa, em Campo de Ourique. A razão percebe-se assim que se entra: teto coberto de flores e de vegetação, nas paredes néones com corações e um quadro da Amélia, uma cadela poodle com pelo branco e madeixas cor de rosa, vestida de azul. Escolhida a mesa, na sala ou na esplanada, experimente-se, entre outros pratos saudáveis e coloridos da ementa, o brunch Amélia (€15); a flower power bowl (€8,50) com grão-de-bico salteado com húmus de beterraba, espinafres, abacate e granola salgada, e a salada de quinoa e salmão fumado com abacate, papaia, espinafres, avelãs e sementes de abóbora (€9,20). R. Ferreira Borges, 101, Lisboa > T. 21 385 08 63 > seg-dom 9h-21h

No novo restaurante de Vincent Farges, cozinha-se o que a Natureza dá, com técnica, aproveitando a simplicidade do produto

No novo restaurante de Vincent Farges, cozinha-se o que a Natureza dá, com técnica, aproveitando a simplicidade do produto

7. Epur

Há muito que se aguardava pelo regresso do chefe francês Vincent Farges, que esteve dez anos à frente da Fortaleza do Guincho. Após muitos avanços e recuos, consequência de atrasos nas obras e nas autorizações, o Epur abriu finalmente no início de maio, no Chiado. O restaurante começou a ser planeado à distância, enquanto o chefe esteve a trabalhar no resort Sandy Lane, nos Barbados, entre telefonemas, emails e mergulhos de mar. Ao fim de um ano nesta ilha paradisíaca, Vincent Farges confessa que já tinha saudades de Portugal, por isso, regressou em 2017, para acompanhar a obra, formar a equipa e viajar pelo País, em busca de pequenos produtores. “Não vou forçar a terra a produzir, vou cozinhar com o que a terra me dá”, afirma. E porque a ementa depende do que chega da terra e do mar, no Epur não há dois dias com pratos iguais. Ali a refeição pode começar com um original amuse-bouche: mão de buda laminada, puntilitas salteadas e pesto de capuchinhas. Segue-se o sarrajão que chega à mesa marinado com legumes acidulados, vinagrete de bergamota e gaspacho de pepino e shiso. E nas carnes, o cordeiro de leite assado, funcho glaceado, barriga com crosta de alho fresco e farinha de mandioca e cevadinha com os miúdos. No final, há que guardar apetite para a sobremesa feita com chocolate 72%, 
gelado de zimbro, gel de licor Chartreuse e grué de cacau e pinhão. Lg. da Academia Nacional de Belas-Artes, 14, Lisboa > T. 21 346 0519 > ter-sáb 12h30-15h, 19h30-23h > menus de degustação: 4 momentos €90 + €40 vinhos; 6 momentos €125 + €60 vinhos; 
8 momentos €160 + €80 vinhos; menu Essencial €45 (ao almoço)

Entre livros e ardósias no Book, o novo restaurante do Hotel da Estrela

Entre livros e ardósias no Book, o novo restaurante do Hotel da Estrela

8. Book

O ambiente evocativo das antigas escolas manteve-se nos pormenores do Book, o novo restaurante do Hotel da Estrela. Onde antes funcionava o bar, servem-se agora as refeições. A ementa, de raiz mediterrânica e inspirada pela gastronomia alentejana e minhota, tem sugestões como plumas de porco preto e migas de alheira e grelos. Mas descansem os clientes habituais que o polvo grelhado com batata-doce, o prato mais pedido, continua no cardápio. No final da refeição, mantém-se o desafio de ser o cliente a fazer a própria conta, decidindo o preço do prato, pois a parceria com a Escola Profissional de Hotelaria e Turismo de Lisboa continua, com os alunos, quer na sala quer na cozinha, 
a aprenderem. Hotel da Estrela > R. Saraiva 
de Carvalho, 35, Lisboa 
> T. 21 190 0100 > seg-dom 
12h30-15h, 19h30-22h

Ingredientes frescos e desperdício zero no Prado

Ingredientes frescos e desperdício zero no Prado

Luis Barra

9. Prado

Comida descomplicada e saborosa, feita com ingredientes nacionais, sazonais e frescos. Assim é a cozinha do Prado, instalado numa antiga fábrica de conservas, ali bem perto da Sé de Lisboa. No primeiro restaurante de António Galapito, ex-braço-direito do mítico chefe português Nuno Mendes, é o mercado que dita o que vai na carta, composta por 12 sugestões que mudam consoante o que os produtores tiverem para entregar. No menu “amostra” que chega à mesa por estes dias – já se sabe que é o mercado que manda e alguns ingredientes podem ser substituídos – há peixe-espada-preto, chagas e rabanetes; berbigão, espinafres, coentros e pão frito; boletus, alho aromático e folhas de rábano. As doses são pequenas (com preços a variar entre os €4,50 e os €25) porque aqui aconselha-se a partilha. Tudo isto, trabalhado com o menor desperdício possível e servido numa sala luminosa, decorada com plantas, que merece tanta atenção como o que vai chegando à mesa. Tv. das Pedras Negras, 2, Lisboa > T. 21 053 4649 > qua-sáb 12h-15h, 19h-23h, dom 12h-17h

Peixinhos da horta, 
polvo na brasa e arroz
-doce na Casa Lisboa, no Terreiro do Paço

Peixinhos da horta, 
polvo na brasa e arroz
-doce na Casa Lisboa, no Terreiro do Paço

Arlindo Camacho

10. Casa Lisboa

Quando se espreita a ementa do novíssimo restaurante Casa Lisboa, na Praça do Comércio, percebe-se logo a aposta no receituário português. Nesta casa – que se estende por dois andares, onde predominam os azulejos e a pedra lioz –, há salada de polvo (€16), peixinhos da horta (€8) e pica-pau (€18), nas entradas, mas também polvo na brasa (€16), arroz de marisco (€24) e leitão assado (€16) que saem da cozinha, liderada pelo chefe Luís Gaspar, ora para as mesas das duas salas no interior ora para a esplanada, com cerca de 200 lugares. Nos doces não falta o clássico arroz-doce, o pudim de Abade de Priscos (€6), que é atrevido ao usar o crocante de torresmo, e o refrescante gelado de limão e tomilho. Pç. do Comércio, Ala Poente, 9-12, Lisboa > T. 21 347 0871 > 12h-24h

O Quorum tem pratos que remetem para diferentes cozinhas, 
a privilegiar o produto da estação

O Quorum tem pratos que remetem para diferentes cozinhas, 
a privilegiar o produto da estação

11. Quorum

Há um ano e meio que Rui Silvestre – distinguido, em 2015, com uma Estrela Michelin no Bon Bon, no Carvoeiro – queria ter um restaurante em Lisboa. Em março, o chefe concretizou esse desejo, abrindo na Rua do Alecrim, no Chiado, o Quorum, com uma ementa que se inspira nas diferentes cozinhas do mundo, e no produto da época. O chef, que entretanto se mudou para o restauramte Vistas, no resort Monte Rei, em Vila Nova de Cacela, foi agora substituido por Tiago Emanuel Santos, que já passou pelo hotel Areias do Seixo, perto de Santa Cruz. À prova, estão pratos como ceviche de pescada e tapioca (€8), pho vietnamita (€13) e rabo de boi, foie-gras e molho de novilho (€24), servidos à carta ou num dos menus de degustação. Neste restaurante instalado num edifício com assinatura do arquiteto Siza Vieira, decorado com um jardim vertical, aguarda-se ainda a abertura de um bar dedicado ao finger food, para uma refeição mais descontraída. 
E porque no Quorum a opinião dos clientes é fundamental, há uma aplicação em que 
se convida à eleição dos pratos preferidos. R. do Alecrim, 30, Lisboa > T. 21 604 0375 > seg-sáb 12-15h, 19h-24h > menu cinco momentos €48, seis €59, oito €79, menu-executivo €25 (almoço)

E AINDA:

12. A Pitaria
É um dos mais recentes restaurantes de José Avillez, fica no Chiado e ali a música descontraída acompanha as sete pitas com sabores do Médio Oriente. R. Nova da Trindade, 11, Lisboa 
> T. 21 155 4945 > dom-qui 12h-1h, sex-sáb 12h-2h

13. Jamie’s Italian
O 64º restaurante da cadeia mundial que leva o nome de Jamie Oliver abriu no Príncipe Real. Tábuas de queijos e enchidos, massas frescas, pizzas e outros pratos italianos preenchem 
a ementa. Pç. do Príncipe Real, 28A, Lisboa 
> T. 92 530 1411 > dom-qui 12h-16h, 19h-23h, sex-sáb 19h-24h

14. Sai Prego
O chefe de cozinha Vítor Sobral ajudou a desenhar a ementa, com sete opções de pregos acompanhadas por batatas fritas “verdadeiras”. Há ainda saladas, cachorros e cervejas artesanais. R. do Conde Redondo, 64A, 
Lisboa > T. 21 586 7224 
> seg-qui 11h30-15h30, 18h30-
-23h30, sex 11h30-15h30, 
18h30-24h, sáb 11h30-24h

15. A Carpintaria
Uma antiga oficina 
de manutenção naval 
acolhe agora um restaurante de cozinha italiana. 
Risoto de espargos, 
linguini neri com amêijoa 
e camarão e pizza diavola são alguns dos pratos 
que chegam à mesa. Av. 24 de Julho, 16, Lisboa 
> T. 92 770 1235 > dom-qui 12h-24h, sex-sáb 12h-2h

16. Dogs
Servem cachorros feitos com salsichas caseiras. Existem 
13 variedades, como o labrador (salsicha fumada, queijo, compota de frutos vermelhos e bacon) e o chihuahua (salsicha alemã, guacamole, nachos e alface-
-icebergue). Há hambúrgueres e saladas como opção. LX Factory > R. Rodrigues Faria, 103, Lisboa > T. 91 208 6079 
> seg-qui 12h-23h, sex-sáb 12h-24h, dom 12h-18h

17. Kin
A sala de comida asiática do restaurante e bar Topo, no Martim Moniz, cruza influências da Indonésia, da Tailândia e do Vietname na ementa, com pratos como o bao de porco e o pad thai. C.C. Martim Moniz, piso 6, Mouraria, Lisboa > T. 21 588 1322 > seg-sáb 20h-00h

18. Criatura
O restaurante do hotel Verride Palácio Santa Catarina, com entrada independente pela Travessa da Portuguesa, tem uma ementa baseada na cozinha tradicional portuguesa, com incursões pelas antigas colónias, desde o polvo à lagareiro à costela de novilho com polenta e shitake. R. de Santa Catarina, 1, Lisboa 
> T. 21 157 3055 > ter-sáb 12h-24h

19. Mar
A mariscada, o arroz de marisco e o polvo assado com batata-doce, molho de fricassé e pimentos padrón são dos pratos mais pedidos na marisqueira do Parque das Nações, que também funciona como peixaria. R. Ilha dos Amores, 62E, Lisboa 
> T. 96 016 6641 > seg-sáb 12h30-
-15h, 19h-23h

20. Eight – The Health 
Lounge
Comida simples, saudável, colorida e feita na hora. 
O restaurante na Baixa tem saladas variadas e taças 
de fruta fresca e granola, 
e leites. Pç. da Figueira, 12 A, Lisboa 
> T. 21 886 2859 > seg-qui 
9h30-20h, sex 9h30-15h, dom 11h-20h

21. Ladurée
A versão restaurante da icónica casa de chá, a primeira em Portugal, transporta-nos para a corte francesa do 
séc. XVIII e vai muito além 
dos macarons, servindo várias especialidades salgadas. Tivoli Forum > Av. da Liberdade, 180, Lisboa > T. 21 314 5399 
> seg-dom 8h-20h

22. Topo Belém
Com vista para o Tejo e para o Padrão dos Descobrimentos, o restaurante apresenta, ao almoço, um menu-executivo (€12,50) e, ao jantar, aposta em entradas elaboradas (como tártaro de ostras) e em pratos da gastronomia nacional (como bacalhau 
à Brás). Centro Cultural de Belém > Pç. 
do Império, Lisboa > T. 21 301 0524 
> dom-qui 12h-24h, sex-sáb 12h-2h

23. Refeitório 
do Senhor Abel
O restaurante e bar do chefe Chakall, que funciona no antigo refeitório de uma sociedade comercial, distingue-se pelas pizzas e bruschettas saídas do forno a lenha. Pç. David Leandro da Silva, 
4-6, Lisboa > T. 21 868 8023 
> ter-sáb 12h-15h, 19h-24h, dom 12h-15h