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Topo Belém: Cinco continentes à mesa

Comer e beber

No Centro Cultural de Belém, em Lisboa, as tábuas de queijos, os pastéis de bacalhau, os tártaros de ostras e os cocktails, fazem-se acompanhar pela bonita vista do rio Tejo e do Padrão dos Descobrimentos. Bem-vindos ao restaurante e bar Topo Belém

“Apesar deste Topo assumir um papel mais de restaurante e não tanto de bar, continuamos a apostar nos cocktails e na música”, diz Joana Trindade, uma das sócias do Topo Martim Moniz, do Topo Chiado e agora do novo Topo Belém

“Apesar deste Topo assumir um papel mais de restaurante e não tanto de bar, continuamos a apostar nos cocktails e na música”, diz Joana Trindade, uma das sócias do Topo Martim Moniz, do Topo Chiado e agora do novo Topo Belém

D.R.

Comece-se a descrição do terceiro restaurante e bar Topo, aberto recentemente no último andar do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, pelas diferenças evidentes com os dois irmãos mais velhos. Aqui, em vez do Castelo de São Jorge, do bairro da Mouraria ou do Convento do Carmo, como nos outros dois bares do grupo, são o Tejo, o Padrão dos Descobrimentos e a Ponte 25 de Abril que nos fazem companhia. “Viemos ver o azul do rio para variar as vistas”, diz Joana Trindade, uma das sócias do Topo Martim Moniz, do Topo Chiado, e agora do novo Topo Belém. Também a decoração é diferente, mais cuidada e concebida pela arquiteta Ana Costa, do Atelier Daciano da Costa: tons beges e castanhos, paredes revestidas de madeira, candeeiros em cobre, sofás em pele. “Apesar deste Topo assumir um papel mais de restaurante e não tanto de bar, continuamos a apostar nos cocktails e na música”, nota Joana Trindade.

Os croquetes de carnes do cozido são um dos petiscos para picar

Os croquetes de carnes do cozido são um dos petiscos para picar

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Ao contrário dos outros dois, o Topo Belém assume-se mais como restaurante do que como bar (apesar de, sublinha Joana Trindade, se continuar “a apostar nos cocktails e na música”). À mesa, pode saborear-se uma ementa “mais portuguesa e substancial”, preparada por Luís Martins, com a devida aprovação do chefe consultor Ricardo Benedito. À hora de almoço, que se estende entre as 12 e as 19 horas, há petiscos para picar, como a tábua de queijos (€8), pastéis de bacalhau com arroz de feijão (€5 2 unidades), croquetes de carnes do cozido (€2,50, 2 unidades) e uma tibornada de bacalhau (€6). Existe também um menu executivo (€12,50), composto por dois tipos de pão e manteiga de ervas, um prato do dia (carne ou peixe), copo de vinho e uma sobremesa. Já ao jantar, a ementa apresenta entradas mais elaboradas, onde se pode encontrar, entre outros pratos, o aveludado de castanha e perdiz (€4,50), o tártaro de ostras (€7, duas unidades) ou o ovo a baixa temperatura 63,50º, puré de batata-doce e pão frito (€8). Para continuar a refeição por combinações mais substanciais, segue-se o lombo de bacalhau, grão-de-bico e couve portuguesa (€20), o Brás de bacalhau (€16) ou o porco preto e arroz cremoso de grelos (€18).

Nos próximos meses, haverá novidades, quer na ementa, onde se incluirão sugestões de partilha, quer no ambiente, com a introdução de momentos musicais, animados por um dj, na esplanada. Até lá, saboreiem-se, na mesma garfada, iguarias e uma bonita paisagem.

No Topo Belém, há uma carta de cocktails, inspirada nos Descobrimentos portugueses e dividida em cinco continentes. A representar a Europa, destaca-se o Velho do Restelo, preparado com aguardente Mavém, Licor 43, framboesa e goma de canela (€10).

D.R.

Topo Belém > Pç. do Império, Lisboa > T. 21 301 0524 > dom-qui 12h-24h, sex-sáb 12h-2h