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17 vinhos de 7 produtores: sugestões para bem beber

Comer e beber

Entre as novidades, os clássicos e aqueles que vão dar que falar, há vinhos brancos, tintos, espumantes e biológicos, propostas de várias regiões do País, para todos os gostos e bolsas. As sugestões do crítico gastronómico da VISÃO Se7e, Manuel Gonçalves da Silva

No que diz respeito ao vinho, nem sempre é fácil decidir o que comprar ou escolher nas cartas dos restaurantes. Para descomplicar a decisão, o crítico gastronómico da VISÃO Se7e, Manuel Gonçalves da Silva, dá todas as semanas dicas e sugestões sobre o que vale a pena beber.

Como estas três novas referências das Caves do Solar de São Domingos, da região Demarcada da Bairrada. O São Domingos Branco Bairrada D.O.C. 2016 (€3,50), feito de uvas das castas Maria Gomes (80%) e Bical (20%), bom para acompanhar peixe; o Volúpia Branco Bairrada D.O.C. 2016 (€5,45), com a riqueza aromática da casta Sauvignon Blanc, delicadas notas florais das castas Chardonnay e Maria Gomes; e o São Domingos Espumante Baga Bairrada 2012 (€8,50), um Blanc de noir da casta Baga com aspeto brilhante e bolha finíssima, muito gastronómico.

Na região dos Vinhos Verdes, sugerem-se três brancos entre a gama abrangente da Aveleda: um Aveleda Alvarinho 2016 (€4,99), de aroma fino com boas notas florais e frutadas; um Quinta da Aveleda Loureiro & Alvarinho 2016 (€4,49), resultado da união das duas castas mais nobres da Região dos Vinhos Verdes; e ainda, uma novidade no mercado, o Aveleda Loureiro 2016 (€4,49), que aposta no potencial de uma casta extraordinária, de aroma intenso com notas florais e frutadas predominantemente cítricas, apontamentos tropicais e um toque mineral.

Recém chegados às prateleiras estão também este Covela Rosé 2016 (€8,50), produzido pela Quinta de Covela e feito de cem por cento Touriga Nacional, ideal para acompanhar pratos leves, de preferência ao ar livre, e o Duas Quintas Douro Branco 2016 (€11), da Casa Ramos Pinto, um branco estruturado e encorpado, para a mesa.

Do Dão também chegam boas-novas. A Quinta do Cabriz reforçou o seu portefólio com dois vinhos biológicos e um branco de uvas tintas, desenhados pelo enólogo da casa Osvaldo Amado. São eles: Cabriz Biológico Branco Dão DOC 2016 (€4,99), feito de Encruzado, Arinto e Malvasia Fina; Cabriz Biológico Tinto Dão DOC 2013 (€4,99), com Touriga Nacional e Aragonez; e Cabriz Branco BdeN Touriga Nacional 2016 (€7), cem por cento Touriga Nacional.

Da mais aclamada casta tinta portuguesa é também produzido, na Quinta da Bacalhôa, o Quinta dos Quatro Ventos Tinto 2014 (€14,99), um DOC Douro (70% Touriga Nacional, 25% Touriga Franca, 5% Tinta Roriz) de paladar suave, estruturado, persistente e muito harmonioso. Digno do melhor assado na mesa. Outros dois vinhos de topo do produtor de Azeitão, são o Quinta do Carmo Branco 2016 (€8,49), feito de uvas das castas Roupeiro (50%), Antão Vaz (30%) e Arinto (20%), que acompanha mariscos, carnes brancas, massas, saladas e aperitivos, e o clássico Quinta da Bacalhôa Tinto 2014 (€16,99), cujo aroma intenso e complexo a frutos vermelhos casa bem com pratos de carne.

Por fim, da sub-região mais a sul do Alentejo, ficam mais três vinhos de qualidade, dois tintos e um branco, produzidos pela Herdade do Rocim. Para apreciadores da casta Alicante Bouschet, o Grande Rocim D.O.C. Reserva 2013 (€59), que promete longa evolução em garrafa, ou ainda um Olho de Mocho Tinto Reserva 2013 (€18,45), que à Alicante Bouschet, junta Tinta Miúda e Petit Verdot. Aos apreciadores de vinhos brancos, sugere-se um Olho de Mocho Branco Reserva 2016 (€11,95), produzido com Antão Vaz, fermentação em barricas de carvalho francês e estágio de quatro meses em garrafa.