Visão Sete

Siga-nos nas redes

Perfil

Pesqueiro 25, um restaurante com sabor e cheiro a mar

Comer e beber

  • 333

No Pesqueiro 25, na Rua Cor-de-Rosa do Cais do Sodré, em Lisboa, comem-se lavagantes, amêijoas e sapateiras, com vista para as discotecas Jamaica, Tokyo e Europa

O Pesqueiro 25 é a réplica do restaurante com o mesmo nome, aberto há um ano em São Martinho do Porto. Todos os dias, ali chegam santolas, bruxas, sapateiras, lavagantes e muitos outros mariscos vivos, de origem nacional

O Pesqueiro 25 é a réplica do restaurante com o mesmo nome, aberto há um ano em São Martinho do Porto. Todos os dias, ali chegam santolas, bruxas, sapateiras, lavagantes e muitos outros mariscos vivos, de origem nacional

Jorge Simão

À entrada da nova marisqueira Pesqueiro 25, em Lisboa, está um aquário-viveiro. Todos os dias, ali chegam santolas, bruxas, sapateiras, lavagantes e muitos outros mariscos vivos, de origem nacional. “Queremos manter a frescura dos produtos e, assim, o cliente pode escolher o que vai para dentro da panela”, diz o chefe de cozinha João Diogo Mendes, um dos proprietários do Pesqueiro 25, réplica do restaurante com o mesmo nome, aberto há um ano em São Martinho do Porto. Os mariscos estão naquele tanque para serem vistos, mas principalmente para serem degustados – por exemplo, numa sopa de lavagante com ovas (€6,25), uma sugestão que serve de entrada a um verdadeiro banquete de sabor a mar.

Das janelas deste restaurante, a funcionar desde o dia 25 de abril no primeiro andar do novo hotel 262 Authentic Suítes, vê-se o trio de discotecas Jamaica, Tokyo e Europa, numa rua quase deserta à hora de almoço – por um lado, sente-se a falta da confusão da noite, por outro, goza-se a calmaria diurna. Seja qual for o nível de animação lá fora, cá dentro o que chega à mesa sabe sempre bem.

“Trouxemos o marisco até Lisboa, aqui só não servimos peixe grelhado porque a cozinha é muito pequena”, explica o chefe César Lourenço, que ajuda João Diogo Mendes nos tachos e na gestão do restaurante. 
É a única diferença nas ementas dos restaurantes de Lisboa e de São Martinho do Porto. Em ambos se trabalha com sapateiras (€23,25 kg), santolas e lavagantes da Lourinhã (€64,25), amêijoas da Lagoa de Óbidos e percebes das Berlengas (€82,50 kg). Dependendo do que o mar traz, há, ainda, bruxas do mar (€93,25 kg), navalheiras (€29,25 kg), lagostins e camarão de Moçambique para saborear.

Tudo isto pode ser pedido individualmente ou incluído numa tábua, construída à vontade do cliente. Para duas pessoas, aconselha-se, por exemplo, o arroz de marisco (€64,25 kg) ou de lavagante (€76,25 kg). “A frescura do marisco e os pontos certos de cozedura são as nossas principais preocupações, não há que inventar”, acrescenta César Lourenço. Para terminar, sugere-se o prego de atum no prato (€12,25) ou do lombo (€9,25), ou um das sobremesas feitas na casa, inspirada no pão-de-ló de Alfeizerão. Será sempre um festim, isso é certo.

Tudo pode ser pedido individualmente ou numa tábua construída à vontade do cliente

Tudo pode ser pedido individualmente ou numa tábua construída à vontade do cliente

Jorge Simão

Apesar de ter inaugurado há menos de um mês, o Pesqueiro 25 apresentará novidades em breve, como a abertura de uma pequena esplanada nas traseiras, para aproveitar melhor os dias de verão.

Pesqueiro 25 > R. Nova do Carvalho, 15, 1º, Lisboa > T. 91 678 1281 > seg-dom 12h-1h